O fecho éclair é como que uma guilhotina pronta para decapitar um gajo. A proximidade entre este verdadeiro instrumento de tortura e a pixota deixa-me algo inquieto. Alguns de nós conhecem a dor lancinante infligida por um fecho de correr ao aparelho reprodutor masculino, quando por manifesta infelicidade, a camada adiposa que envolve o a região testicular é brutalmente envolvida por pequenos dentes de aço inoxidável AISI 304. Resumidamente, dá umas dores do caralho. Mas quando já estamos a recuperar e pensamos que o pior já passou, eis que nos lembramos que é chegada a altura de desentrilhar (operação inversa ao Trilhar mas não menos dolorosa). Respiramos Fundo, fechamos os olhos e, zás! Fazemos “Undo” ao fecho. Volta a dor. Analisamos os estragos. Uma risca de ponteado ao longo do caralho. É fodido! Só falta tatuar “destacar pelo picotado”.
Recentemente formada a “Associação dos amigos do Botão” explica:
“Em cada 100 acidentes com fecho éclair 95 requerem intervenções cirúrgicas. O índice de frequência dos acidentes com fechos situa-se nos 4,3 e o índice de gravidade nos 5,2. Claramente acima da média europeia. É evidente que o tamanho é importante e potencia o risco de “entaladelas”. Mas não nos podemos escudar atrás dessa realidade e continuar a amputar caralhos a torto e a direito. Nós exigimos uma campanha séria a favor dos botões. Porque não obrigar os fabricantes de calças de ganga a colocarem imagens de caralhos ensanguentados nas etiquetas dos produtos? Temos de ser mais duros nesta luta contra o fecho éclair. Não podemos permitir que estas verdadeiras minas anti-pessoais continuem a retirar a possibilidade a um gajo de mijar a direito! É inadmissivel! Basta! “
Sem comentários:
Enviar um comentário