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Um gajo levanta-se, toma banho, veste-se, come qualquer coisa, mete-se no carro, arranca, liga o rádio e quando está a acordar repara que o pára-brisas tem um pequena mancha...acto contínuo, accionamos o manípulo do limpa pára-brisas. Surpresa!Aquela pequena mancha afinal era um pequeno dejecto de ave de pequeno porte com forte desarranjo intestinal. Em poucos segundos o vidro fica branco, com laivos de verde-musgo. Instintivamente puxamos o manípulo dos esguichos - uma, duas, três vezes e...nada. Foda-se! Não há líquido. Ficamos em pânico, e ligamos os limpa pára-brisas na frequência máxima, até que, pela insistência conseguimos limpar uma pequena risca de cerca de 2 cm de espessura. Colamos a testa ao vidro e acertamos o campo de visão com a risca. E é com este ar rídiculo que fazemos 40Km. Agora digam-me lá se o novo código da estrada prevê que numa lógica preventiva instalemos baterias anti-aéreas nas nossas viaturas? Não. Sei que os ambientalistas teriam dificuldade em aceitar, mas em alternativa proponho que pelo menos a passarada Urbana seja obrigada a usar uma espécie de algália a fim de evitar problemas de maior. Não me obriguem a reunir milicias populares e a fazer justiça com a própria caçadeira.
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