SG fez ontem 59 anos.
Parabéns,
Obrigado pelo teu contributo
Manda mas é a idade apanhar no viaduto
Já vi qualquer coisa assim.
quarta-feira, setembro 01, 2004
JORNAIS PARA QUÊ?
Está tudo aqui.
O J não tem tempo para blogar, mas arranja sempre tempo para encontrar estas peças raras. Eh pá! Diz-me lá qual é o teu segredo, porque, eu nem a ler o Arts & Letters todos os dias me safo.
Mas este post é precisamente para deliciar os que visitam o Nelsu, e não visitam o Bd’E com este encanto de constatação:
« (…)O sonho americano era baseado no dinheiro, trabalho e eficiência, o sonho europeu baseia-se na qualidade de vida, que foi melhorada ao longo das últimas duas décadas. E assim, hoje em dia, os europeus vivem mais anos, têm melhor educação, riqueza pessoal, melhores objectivos de vida, menos pobreza e crime, mais férias, menos stress; resumindo: melhor qualidade de vida que os americanos. Enquanto os americanos «vivem para trabalhar», os europeus «trabalham para viver». Ao mesmo tempo, a União Europeia é já a maior economia do mundo, as multinacionais europeias dominam e fizeram com que as americanas não passem hoje quase de um mito folclórico.(…)» Atenção que isto pode-se ler aqui.
Mais:
«(…)até os trabalhadores franceses, conhecidos pelo curto horário de trabalho semanal e pelas férias prolongadas, têm produtividade superior à dos americanos. E se globalmente os EUA se proclamam reis da inovação e tecnologia, Rifkin mostra que os europeus estão na liderança.(…)» Atenção que isto pode-se ler aqui.
Por isso a Europa está na frente, e NY é um oásis nos STATES. Leste bem Hélder?
O J não tem tempo para blogar, mas arranja sempre tempo para encontrar estas peças raras. Eh pá! Diz-me lá qual é o teu segredo, porque, eu nem a ler o Arts & Letters todos os dias me safo.
Mas este post é precisamente para deliciar os que visitam o Nelsu, e não visitam o Bd’E com este encanto de constatação:
« (…)O sonho americano era baseado no dinheiro, trabalho e eficiência, o sonho europeu baseia-se na qualidade de vida, que foi melhorada ao longo das últimas duas décadas. E assim, hoje em dia, os europeus vivem mais anos, têm melhor educação, riqueza pessoal, melhores objectivos de vida, menos pobreza e crime, mais férias, menos stress; resumindo: melhor qualidade de vida que os americanos. Enquanto os americanos «vivem para trabalhar», os europeus «trabalham para viver». Ao mesmo tempo, a União Europeia é já a maior economia do mundo, as multinacionais europeias dominam e fizeram com que as americanas não passem hoje quase de um mito folclórico.(…)» Atenção que isto pode-se ler aqui.
Mais:
«(…)até os trabalhadores franceses, conhecidos pelo curto horário de trabalho semanal e pelas férias prolongadas, têm produtividade superior à dos americanos. E se globalmente os EUA se proclamam reis da inovação e tecnologia, Rifkin mostra que os europeus estão na liderança.(…)» Atenção que isto pode-se ler aqui.
Por isso a Europa está na frente, e NY é um oásis nos STATES. Leste bem Hélder?
FRANZ PEDRO FERDINAND MEXIA
Caro Pedro, à falta de comentários no vosso blogue, envio-lhe o permanent link (não muito preciso, mas é o que se pode arranjar), do nosso contributo a divulgação dos FRANZ FERDINAND, a primeira manifestação do nosso prestigiado elemento ÓlhÓrebÓque, o qual se expressou desta forma: «“ Ich heisse Superfantastisch! Ich trinke Schampus mit Lachsfisch! Ich heisse Su-per-fan-tas-tisch!», oh yeah ! “ Franz Ferdinand “ Darts of Pleasure “»
terça-feira, agosto 31, 2004
A LITTLE LIGHT READING FOR YOUR VACATION
Descobri à dias num quiosque esta revista sobre música alternativa, com um design bastante atraente, boas fotografias e artigos de fundo sobre bandas e artistas ainda um pouco obscuros para nós como por exemplo os Iron & Wine, Sufjan Stevens ou os velhinhos Mission of Burma. A revista chama-se Comes With A Smile e vem com um CD incluido com temas, na sua maioria, inéditos e ao vivo. Se a encontrarem por aí, desfolhem-na!
A MANA VOLTOU
O Bom filho à casa torna. Estava para comentar o post do olhoreboque, mas este ilustre freguês sempre ladeado pelos familiares mais intimos merece um Post. Para os mais esquecidos este comentador residente fez raids sucessivos pelo Nelsu, largando Napalm em cima de todo e qualquer post. Já estávamos com saudades! Isto estava a ficar morno! Nem consigo sequer resistir a transcrever parte do comentário.
"Meu amigo Super Morcão...Faça como nós, relegue essa doença que se chama incontinência verbal para segundo plano. Ass.: A Familia Demolidora (A mana Tólinha e os Gémeos Tintins, back home!!!)
Pois sejam Benvindos, Foda-se!
"Meu amigo Super Morcão...Faça como nós, relegue essa doença que se chama incontinência verbal para segundo plano. Ass.: A Familia Demolidora (A mana Tólinha e os Gémeos Tintins, back home!!!)
Pois sejam Benvindos, Foda-se!
segunda-feira, agosto 30, 2004
XC
De vez em quando encarrilo pelas imagens do XC, para não esquecer que, nem tudo é triste, nem tudo é fado.
sábado, agosto 28, 2004
ESQUECIMENTO
Esta é sobre ti, tem amor e ódio
É para ires ouvindo nestas horas de ócio
Ínfima parte de um sonho perdido
Liberei-o, já o tinha esquecido
É o sinal...
Espero o momento, na sombra da rua
Ouço uma voz que me lembra a tua
Passei pelo risco de sofrer, por não ler os teus sinais
É o sinal... para recomeçar!
Quero ser gente, quero ver a terra
Chegar a casa e ter alguém à espera
Quero um presente, quero ser bera
Quero ser submissa, quero ser a fera
Leva-me ás areias quentes
Que mastigam os sentimentos e me deixam nua perante os elementos
Ensina-me a escavar, objectos sem estragar
Para que sorrir seja sempre vulgar
Dêm-me de beber, finas gotas desse mel
Para que o meu saber não esteja só no papel
Insita-me a lembrar do teu gosto pelo mar
Para que um dia esteja pronta a zarpar
Espero que amanhã tudo seja diferente
E que tu possas estar presente
Quero ser gente, quero ver a terra
Chegar a casa e ter alguém à espera
Quero um presente, quero ser bera
Quero ser submissa, quero ser a fera
Insita-me a atirar, os dados sem soprar
sem te dizer, seja vulgar...
Quero ser gente, quero ver a terra
Chegar a casa e ter alguém à espera
Quero um presente, quero ser bera
Quero ser submissa, quero ser a fera
Insita-me a tirar, para recomeçar...
Quero chegar a casa e ter alguém à espera
Quero um presente, quero ser bera
Quero ser submissa, quero ser a fera
Quero ser gente, quero ver a terra
Chegar a casa e ter alguém à espera
Quero um presente, quero ser bera
Quero ser submissa, quero ser a fera
Este post é inteiramente culpa do charme de Mónica Ferraz e dos simpáticos Mesa ontem na praia do Furadouro. O disco já saiu à muito e é obrigatório.
sexta-feira, agosto 27, 2004
HARRY POTTER?
Não. È Shostakovitch. Um compositor singular com uma obra paradoxal. Viveu no medo do governo Soviético, ainda que membro do Partido Comunista. Dizia-lhes o que eles queriam ouvir, no entanto, as suas composições são marcadas pela ironia e segundo sentido.
"Naturally, this is not an exhaustive list of possible parallels. With time, willing lovers of parallels can expand it greatly. Of course, in order to do that they would have to seriously dig around in my works--both those that have been given voice and those that are hidden from the eyes of 'musicological officials.' But for a true musicologist, with a musical education and musical goals, this could be fruitful, albeit hard, work. That's all right, let them sweat a little."
from "The Memoirs of Dmitri Shostakovich".
Este post é inspirado na 5ª sinfonia de Shostakovich na versão live dirigida por Mravisnky.
A UNHACA
Já por várias vezes pensei escrever sobre a famosa unhaca. É hoje...É hoje! Este tipo de adorno pode ser encontrado no dedo mindinho de um qualquer tuga com sentido prático. É uma ferramenta multi-facetada que garante altas performances nas mais diversas aplicações. Enquanto uns limpam o pavilhão auricular, outros apertam parafusos. Para coçar os tomates, abrir uma garrafa de tinto ou mesmo como viveiro de paramécias, esta unha está em todas! Livre-se da sua caixa de ferramentas, acabe com os cotonetes e faça inveja aos seus amigos! Converta-se à tribo dos Unhacas!
Tenho de parar de roer as unhas...
Tenho de parar de roer as unhas...
quinta-feira, agosto 26, 2004
BAU – OUTRO CABO VERDE
Na terça-feira apresentaram-me este músico Cabo-Verdiano, afinal um além … para além de Cesária Évora. Porventura, este nome provoque maior ressonância no nosso país quando tiver reconhecimento internacional.
Ouvi pela primeira e única vez, na passada quinta-feira, acompanhado com imagens que me tocaram.
Vasculhei o som na web, mas, nada! Só me resta comprar. Para já, sacio-me musicalmente com Audio Slave, Muse, White Stripes … não tem nada a ver, mas a ditadura do som acabou, e a visão é ampla.
Quero chegar ao patamar de "Cidadão do Mundo", tal qual, o meu ALTER-EGO, o Comandante, não para instigar qualquer revolução, mas para sentir os sons, os cheiros e sabores dos outros povos.
Alinhando novamente pelo objectivo deste post, apresento BAU: «Silêncio é o quinto disco deste natural de S. Vicente, que traz à tona o "Silêncio" - um disco com dez temas de um Cabo-Verde em comunicação com o mundo. A Aula Magna e Auditório da Antena 1 são alguns dos palcos para revelar este novo disco.
Bau, natural da Ilha de São Vicente, Cabo Verde, começou a aprender a tocar cavaquinho logo aos sete anos de idade, a partir da sua vontade autodidata; ao ponto de construir os seus próprios instrumentos: o cavaquinho, violino e a guitarra de dez cordas.
E foi a partir destes instrumentos e do aprofundamento do seu som que o músico foi construindo o seu universo musical - primeiro ligado às raízes de Cabo Verde e depois transgredindo todas as fronteiras da sua terra natal.
Bau começou por actuar em Portugal, integrado na comitiva de músicos que normalmente acompanham a Cesária Évora. Com ele foi-nos revelando uma linguagem musical muito própria, à volta das mornas, das coladeiras e do "choro" brasileiro - um estilo que, confessa, o seduz e marca a sua estreia a solo com "Top d'Coroa".
No álbum "Jaílza" revela-se esse grande universo musical de Bau, inundado dos estilos que mais o influenciaram em termos musicais, a Ilha de São Vicente: dos sons crioulos das mornas e coladeiras, até ao fox-trot, valsa e mazurca, passando pelo baião brasileiro.
E foi a partir do terceiro disco que, até aos dias de hoje, o músico cabo-verdiano assumiu de vez a sua faceta de compositor, reinventando e introduzindo elementos novos na tradição de cabo-verde.»
Os portugueses de Lisboa tiveram oportunidade de conhecer o cantor, em Setembro último.
Ouvi pela primeira e única vez, na passada quinta-feira, acompanhado com imagens que me tocaram.
Vasculhei o som na web, mas, nada! Só me resta comprar. Para já, sacio-me musicalmente com Audio Slave, Muse, White Stripes … não tem nada a ver, mas a ditadura do som acabou, e a visão é ampla.
Quero chegar ao patamar de "Cidadão do Mundo", tal qual, o meu ALTER-EGO, o Comandante, não para instigar qualquer revolução, mas para sentir os sons, os cheiros e sabores dos outros povos.
Alinhando novamente pelo objectivo deste post, apresento BAU: «Silêncio é o quinto disco deste natural de S. Vicente, que traz à tona o "Silêncio" - um disco com dez temas de um Cabo-Verde em comunicação com o mundo. A Aula Magna e Auditório da Antena 1 são alguns dos palcos para revelar este novo disco.
Bau, natural da Ilha de São Vicente, Cabo Verde, começou a aprender a tocar cavaquinho logo aos sete anos de idade, a partir da sua vontade autodidata; ao ponto de construir os seus próprios instrumentos: o cavaquinho, violino e a guitarra de dez cordas.
E foi a partir destes instrumentos e do aprofundamento do seu som que o músico foi construindo o seu universo musical - primeiro ligado às raízes de Cabo Verde e depois transgredindo todas as fronteiras da sua terra natal.
Bau começou por actuar em Portugal, integrado na comitiva de músicos que normalmente acompanham a Cesária Évora. Com ele foi-nos revelando uma linguagem musical muito própria, à volta das mornas, das coladeiras e do "choro" brasileiro - um estilo que, confessa, o seduz e marca a sua estreia a solo com "Top d'Coroa".
No álbum "Jaílza" revela-se esse grande universo musical de Bau, inundado dos estilos que mais o influenciaram em termos musicais, a Ilha de São Vicente: dos sons crioulos das mornas e coladeiras, até ao fox-trot, valsa e mazurca, passando pelo baião brasileiro.
E foi a partir do terceiro disco que, até aos dias de hoje, o músico cabo-verdiano assumiu de vez a sua faceta de compositor, reinventando e introduzindo elementos novos na tradição de cabo-verde.»
Os portugueses de Lisboa tiveram oportunidade de conhecer o cantor, em Setembro último.
UM PURO-SANGUE LUSITANO
Rui é isso mesmo só que eu não consegui escrever na hora que arrecadámos uma medalha de prata, por este espirituoso luso-nigeriano. Nessa, e nesta hora, também não me esqueci de todos os outros novos lusitanos que ajudam a fazer crescer Portugal.
Na íntegra, “A Ubiquidade é quase impossível ... ”: «Obrigado, Francis Obikwelu, por teres decidido ser português. Todos nós também o decidimos, mais tarde ou mais cedo, às vezes sem nos darmos conta. Tu decidiste-o mais tarde e de forma mais consciente do que eu, o que certamente não tem menos significado, bem pelo contrário. Espero que o teu país saiba aprender com essa generosidade que demonstras tu e muitos outros novos portugueses que não ganham medalhas nos 100m.»
Na íntegra, “A Ubiquidade é quase impossível ... ”: «Obrigado, Francis Obikwelu, por teres decidido ser português. Todos nós também o decidimos, mais tarde ou mais cedo, às vezes sem nos darmos conta. Tu decidiste-o mais tarde e de forma mais consciente do que eu, o que certamente não tem menos significado, bem pelo contrário. Espero que o teu país saiba aprender com essa generosidade que demonstras tu e muitos outros novos portugueses que não ganham medalhas nos 100m.»
terça-feira, agosto 24, 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (30)
O SIMBOLISMO - FIM
Do meu ponto de vista, esta operação representou um pequeno mas determinado, afoito, resoluto, firme foco de resistência. Isso mesmo, simbolizou uma força do progresso, contra a imensa força da reacção, patenteada pela chuva, vento e consequente carneirada (termo utilizado pelos praticante de remo e canoagem, aplicado ao conjunto de pequenas ondas que quebram e formam novelos brancos).
Não quero acabar, sem agradecer ao Jornal de Ovar, pelo grande destaque que vai dar a esta operação, na edição que hoje vai estar nas bancas.
Do meu ponto de vista, esta operação representou um pequeno mas determinado, afoito, resoluto, firme foco de resistência. Isso mesmo, simbolizou uma força do progresso, contra a imensa força da reacção, patenteada pela chuva, vento e consequente carneirada (termo utilizado pelos praticante de remo e canoagem, aplicado ao conjunto de pequenas ondas que quebram e formam novelos brancos).
Não quero acabar, sem agradecer ao Jornal de Ovar, pelo grande destaque que vai dar a esta operação, na edição que hoje vai estar nas bancas.
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (29)
ARREBATAR IMAGENS A QUEM HABILMENTE AS DOMINA

Graças à gentileza dos fotojornalista, João Paulo Coutinho, Luís Costa Carvalho, e dos jornais “Jornal de Notícias”, “O Comércio do Porto”, posso disponibilizar no nosso weblog, as suas fotografias sobre a nossa aventura:
Imagem 1 – João Paulo Coutinho, Jornal de Notícias;
Imagem 2 – João Paulo Coutinho, Jornal de Notícias;
Imagem 3 – Luís Costa Carvalho, O Comércio do Porto;
Imagem 4 – Luís Costa Carvalho, O Comércio do Porto;
Imagem 5 – Luís Costa Carvalho, O Comércio do Porto.

Graças à gentileza dos fotojornalista, João Paulo Coutinho, Luís Costa Carvalho, e dos jornais “Jornal de Notícias”, “O Comércio do Porto”, posso disponibilizar no nosso weblog, as suas fotografias sobre a nossa aventura:
Imagem 1 – João Paulo Coutinho, Jornal de Notícias;
Imagem 2 – João Paulo Coutinho, Jornal de Notícias;
Imagem 3 – Luís Costa Carvalho, O Comércio do Porto;
Imagem 4 – Luís Costa Carvalho, O Comércio do Porto;
Imagem 5 – Luís Costa Carvalho, O Comércio do Porto.
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (28)
AS MINHAS FAVORITAS
Imagem 1 – Imagem 1 deste post;
Imagem2 – Imagem 3 deste post;
Imagem 3
Imagem 4
Imagem 5
Imagem 1 – Imagem 1 deste post;
Imagem2 – Imagem 3 deste post;
Imagem 3
Imagem 4
Imagem 5
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (27)
POR ONDE PASSÁMOS IMAGENS

Alguns sítios onde estivemos – fotografias da máquina analogia, e algumas do nosso MOBLOG, Nelsu, um tinto (pastéis)!
- Chegada ao Porto, km -5 (Imagem);
- Chegada ao Porto, km -5 (Imagem);
- Chegada ao Porto, km –5 (Imagem);
- Acampamento, Praia de Bitetes, Marco de Canavezes, km -53 (Imagem);
- Acampamento, Praia de Bitetes, Marco de Canavezes, km -53 (Imagem);
- Acampamento, Praia de Bitetes, Marco de Canavezes km -53 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo km -66 (Imagem);
- Bacia da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Bacia da Barragem de Bagaúste (Régua), km -107 (Imagem);
- Bacia da Barragem de Bagaúste (Régua), km -107 (Imagem);
- Mais um “canito” do Nelsu na bacia Barragem de Bagaúste (Régua),km -107 (Imagem);
- Abrigado da chuva, acompanhado por este “canito” do Nelsu, na Bacia da Barragem de Bagaúste (Régua), km -107 (Imagem);
- Hotel Vintage, no Pinhão. Talvez lá vá passar uns dias quando for velhinho, mas muito velhinho, e precisar de alguém para me ajudar na locomoção, km -126 (Imagem);
- Cais do Pinhão, km -126 (Imagem);
- Ponte do Pinhão, km -126 (Imagem);
- Quinta das Carvalhas, vista do cais do Pinhão (Imagem);
- Cachão da Valeira, bacia da Barragem da Valeira, km -147 (Imagem);
Sobre o cachão da Valeira encontrei isto num folheto turístico: «há uma réplica do Monte Calvário (de Jerusalém) no Monte de S. Salvador, sobranceiro ao Cachão da Valeira. Ali se ergueram 9 capelas. Na margem esquerda do rio, a montante da barragem, só acessível de barco, foi gravada num rochedo granítico uma lápide (****) com letras latinas, capitulares e embutidas a bronze dourado.
As primeiras tentativas para destruir o Cachão da Valeira ocorreram em 1530. Foi Martim Figueiredo quem primeiro tentou, com “fogo vinagre” destruir a cascata da mais rochosa garganta do rio, que impedia a navegabilidade completa no Douro.
Nos reinados de D. Pedro II e D. João V foram efectuados estudos tendo em vista a demolição do Cachão e em 1779, a Companhia Geral da Aricultura e Vinhas do Alto Douro recebe autorização de D. Maria I para cobrar impostos sobre o vinho, aguardente e vinagre transportado no rio Douro, com o propósito de os aplicar nas obras que o tornasse navegável.
Um dos obstáculos era precisamente o Cachão da Valeira, o mais famoso estrangulamento do rio Douro, entre grandes fragas, a lançar as águas numa queda de 7 metros de altura e formar um poço sepulcro. António Melo Camelo, padre de S. João da Pesqueira, e José Maria Yola, engenheiro da Sardenha, dirigiram a destruição dos rochedos e o alargamento do leito do rio.
O Cachão precisou de mais de 4300 tiros dados abaixo da linha de água, mas em 1789 já se subia e descida o rio com segurança, embora a obra só tenha sido dada por concluída em 1791. Cento e oitenta e cinco anos mais tarde ergueu-se a barragem da Valeira.»
(****) LÁPIDE EVOCATIVA
IMPERANDO D. MARIA PRIMEIRA
SE DEMOLIU O FAMOZO ROCHEDO
QUEM FAZENDO AQUI
HUM CACHAM INACESSÍVEL
IMPOSSIBILITAVA A NAVEGAÇÃO
DESDE O PRÍNCIPIO DOS SÉCULOS
DUROU A OBRA
DESDE 1780 ATÉ 1791
PATRIAM AMAVI FILIOS QUÉ DILEXI
Também aqui morreu a figura, Barão de Forrester, e sobre isto escreveu Camilo Castelo Branco: «A morte desastrosa do Barão de Forrester, em 12 de Maio de 1861, é uma das mais notáveis vinganças que o rio Douro tem exercido sobre os detractores dos seus vinhos. (…)» Nesse dia «O Douro tinha engrossado com a chuva de dois dias, e a rapidez da corrente era caudalosa. Aproando ao ponto do cachão, formidável sorvedouro em que a onde referve redemoinha vertiginosamente, o barco fez corcovo, estalou, abriu de golpe e mergulhou no declive de catadupa. O barão sofrera a pancada do mastro quando se lançava à corrente, nadando. Ainda fez algum esforço por apegar à margem, mas, fatigado de bracejar ou aturdido pelo golpe, estrebuchou alguns segundos de agonia e desapareceu.»
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, km -153 (Imagem);
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, km 153 (Imagem);
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães (Imagem);
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães (Imagem);
- Quinta Cockburn (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Barca D’Alva,estação desactivada, km -205 (Imagem);
- Barca D’Alva, estação desactivada, km -205 (Imagem);
- Barca D’Alva, estação desactivada, km -205 (Imagem);
- Barca D’Alva, manhã do primeiro dia no acampamento, km -205 (Imagem);
- Ovar, partida.

Alguns sítios onde estivemos – fotografias da máquina analogia, e algumas do nosso MOBLOG, Nelsu, um tinto (pastéis)!
- Chegada ao Porto, km -5 (Imagem);
- Chegada ao Porto, km -5 (Imagem);
- Chegada ao Porto, km –5 (Imagem);
- Acampamento, Praia de Bitetes, Marco de Canavezes, km -53 (Imagem);
- Acampamento, Praia de Bitetes, Marco de Canavezes, km -53 (Imagem);
- Acampamento, Praia de Bitetes, Marco de Canavezes km -53 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Eclusa da Barragem do Carrapatelo km -66 (Imagem);
- Bacia da Barragem do Carrapatelo, km -66 (Imagem);
- Bacia da Barragem de Bagaúste (Régua), km -107 (Imagem);
- Bacia da Barragem de Bagaúste (Régua), km -107 (Imagem);
- Mais um “canito” do Nelsu na bacia Barragem de Bagaúste (Régua),km -107 (Imagem);
- Abrigado da chuva, acompanhado por este “canito” do Nelsu, na Bacia da Barragem de Bagaúste (Régua), km -107 (Imagem);
- Hotel Vintage, no Pinhão. Talvez lá vá passar uns dias quando for velhinho, mas muito velhinho, e precisar de alguém para me ajudar na locomoção, km -126 (Imagem);
- Cais do Pinhão, km -126 (Imagem);
- Ponte do Pinhão, km -126 (Imagem);
- Quinta das Carvalhas, vista do cais do Pinhão (Imagem);
- Cachão da Valeira, bacia da Barragem da Valeira, km -147 (Imagem);
Sobre o cachão da Valeira encontrei isto num folheto turístico: «há uma réplica do Monte Calvário (de Jerusalém) no Monte de S. Salvador, sobranceiro ao Cachão da Valeira. Ali se ergueram 9 capelas. Na margem esquerda do rio, a montante da barragem, só acessível de barco, foi gravada num rochedo granítico uma lápide (****) com letras latinas, capitulares e embutidas a bronze dourado.
As primeiras tentativas para destruir o Cachão da Valeira ocorreram em 1530. Foi Martim Figueiredo quem primeiro tentou, com “fogo vinagre” destruir a cascata da mais rochosa garganta do rio, que impedia a navegabilidade completa no Douro.
Nos reinados de D. Pedro II e D. João V foram efectuados estudos tendo em vista a demolição do Cachão e em 1779, a Companhia Geral da Aricultura e Vinhas do Alto Douro recebe autorização de D. Maria I para cobrar impostos sobre o vinho, aguardente e vinagre transportado no rio Douro, com o propósito de os aplicar nas obras que o tornasse navegável.
Um dos obstáculos era precisamente o Cachão da Valeira, o mais famoso estrangulamento do rio Douro, entre grandes fragas, a lançar as águas numa queda de 7 metros de altura e formar um poço sepulcro. António Melo Camelo, padre de S. João da Pesqueira, e José Maria Yola, engenheiro da Sardenha, dirigiram a destruição dos rochedos e o alargamento do leito do rio.
O Cachão precisou de mais de 4300 tiros dados abaixo da linha de água, mas em 1789 já se subia e descida o rio com segurança, embora a obra só tenha sido dada por concluída em 1791. Cento e oitenta e cinco anos mais tarde ergueu-se a barragem da Valeira.»
(****) LÁPIDE EVOCATIVA
IMPERANDO D. MARIA PRIMEIRA
SE DEMOLIU O FAMOZO ROCHEDO
QUEM FAZENDO AQUI
HUM CACHAM INACESSÍVEL
IMPOSSIBILITAVA A NAVEGAÇÃO
DESDE O PRÍNCIPIO DOS SÉCULOS
DUROU A OBRA
DESDE 1780 ATÉ 1791
PATRIAM AMAVI FILIOS QUÉ DILEXI
Também aqui morreu a figura, Barão de Forrester, e sobre isto escreveu Camilo Castelo Branco: «A morte desastrosa do Barão de Forrester, em 12 de Maio de 1861, é uma das mais notáveis vinganças que o rio Douro tem exercido sobre os detractores dos seus vinhos. (…)» Nesse dia «O Douro tinha engrossado com a chuva de dois dias, e a rapidez da corrente era caudalosa. Aproando ao ponto do cachão, formidável sorvedouro em que a onde referve redemoinha vertiginosamente, o barco fez corcovo, estalou, abriu de golpe e mergulhou no declive de catadupa. O barão sofrera a pancada do mastro quando se lançava à corrente, nadando. Ainda fez algum esforço por apegar à margem, mas, fatigado de bracejar ou aturdido pelo golpe, estrebuchou alguns segundos de agonia e desapareceu.»
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, km -153 (Imagem);
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, km 153 (Imagem);
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães (Imagem);
- Quinta da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães (Imagem);
- Quinta Cockburn (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Pocinho, km -181 (Imagem);
- Barca D’Alva,estação desactivada, km -205 (Imagem);
- Barca D’Alva, estação desactivada, km -205 (Imagem);
- Barca D’Alva, estação desactivada, km -205 (Imagem);
- Barca D’Alva, manhã do primeiro dia no acampamento, km -205 (Imagem);
- Ovar, partida.
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
segunda-feira, agosto 23, 2004
VIADUPLA: de um fotojornalista
A semana passada conheci telefonicamente João Paulo Coutinho, fotojornalista do JN, daí saltou a conversa de blogues acima blogues abaixo. Pois bem, JPC também tem um blogue que se chama Via Dupla. Além de parte do seu trabalho – o que é por si só muito interessante -, JPC expõem algumas das suas ideias, e informa sobre alguns factos. Destaco os seguintes posts: A morte de Henri Cartier Bresson – o senhor momento -, a inigualável equidistância Norte-Americana nos assuntos externos – isso mesmo estou a falar da Venezuela -, e Einstein que fala do coração… e adivinhem lá que mais … AAaaahhhnnn!??
O desNORTE É DO NORTE, CARAGO!
Por aqui trabalha-se. Primeiro aprende-se um pouco sobre mitologia grega, depois relembra-se a data da batalha de Aljubarrota, 14-08-1385, um marco da nossa História. Bem, aproveio também para remendar o meu erro, porque D. Nuno Álvares Pereira era o Condestável, e não “Incontestável” como escrevi. Bem, para a nossa História é efectivamente uma figura incontestável, e até mesmo incontornável, mas o seu título era mesmo Condestável.
É para isto que a blogosfera me serve.
É para isto que a blogosfera me serve.
domingo, agosto 22, 2004
NOVA ETAPA
Na passada Quinta-Feira, pus a T-Shirt de lado e vesti novamente a camisa. Isso mesmo, voltei a "encamisar"-me.
UÁTE DÂ FÂQUE!!??
- Chávez vence o referendo, a oposição denuncía fraude eleitoral, os observadores internacionais confirmam os resultados do referendo, os EUA pedem inquérito às denúncias de fraude, governo americano reconhece os resultados do referendo Venezuelano, UÁTE DÂ FÂQUE!???
- Calma, as eleições estão à porta, e de outra maneira este boi há-de voltar à manada. A final é de cowboys que se trata.
- Entretanto, segunda auditoria ao referendo demonstra que a oposição não está, nem nunca esteve de boa fé.
- Calma, as eleições estão à porta, e de outra maneira este boi há-de voltar à manada. A final é de cowboys que se trata.
- Entretanto, segunda auditoria ao referendo demonstra que a oposição não está, nem nunca esteve de boa fé.
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (26)
COBERTURA JORNALÍSTICA
- Diário de Aveiro,
(03-08-2004),
(13-08-2004);
- Jornal de Notícias,
(13-08-2004);
- Moliceiro.com,
(13-08-2004);
- O Comércio do Porto
(12-08-2004),
(12-08-2004),
(13-08-2004);
- RTP, Vídeo (Não se encontra disponível);
- TVI, Vídeo (Não se encontra disponível).
- Diário de Aveiro,
(03-08-2004),
(13-08-2004);
- Jornal de Notícias,
(13-08-2004);
- Moliceiro.com,
(13-08-2004);
- O Comércio do Porto
(12-08-2004),
(12-08-2004),
(13-08-2004);
- RTP, Vídeo (Não se encontra disponível);
- TVI, Vídeo (Não se encontra disponível).
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (25)
OS NOSSOS DADOS
A nossa jornada teve 10 dias de duração, mas posso ainda dar mais alguns dados:
- Tempo de remada, 39 horas;
- Distância percorrida, 204 Km;
- Velocidade Média da viagem, 5.23 km/h.
Só por curiosidade:
As melhores marcas do mundo para as segunintes modalidades de remo são:
- Masculinos 8 + timoneiro – 2000m, 5’19”, média 22,57 km/h;
- Masculinos 4 + timoneiro – 2000m, 5’45”, média 20,87 km/h;
- Masculinos 4 – 2000m, 5’37”, média 21,37 km/h;
- Masculino 2 – 2000m, 6’10”, média 19,69 km/h.
Imagens sugestivas de remo vindas hoje de Atenas:

«Bryan Volpenheim (2nd from R) of the United States hugs coxswain Peter Cipollone as the rest of the team celebrates their victory in the men's eight on 22/08/2004» (Fonte - Sítio dos Jogos Olímpicos)

«The United States team throws coxswain Pete Cipollone into the water after winning the gold medal in the men's eight event on 22/08/2004» (Fonte - Sítio dos Jogos Olímpicos)
A nossa jornada teve 10 dias de duração, mas posso ainda dar mais alguns dados:
- Tempo de remada, 39 horas;
- Distância percorrida, 204 Km;
- Velocidade Média da viagem, 5.23 km/h.
Só por curiosidade:
As melhores marcas do mundo para as segunintes modalidades de remo são:
- Masculinos 8 + timoneiro – 2000m, 5’19”, média 22,57 km/h;
- Masculinos 4 + timoneiro – 2000m, 5’45”, média 20,87 km/h;
- Masculinos 4 – 2000m, 5’37”, média 21,37 km/h;
- Masculino 2 – 2000m, 6’10”, média 19,69 km/h.
Imagens sugestivas de remo vindas hoje de Atenas:

«Bryan Volpenheim (2nd from R) of the United States hugs coxswain Peter Cipollone as the rest of the team celebrates their victory in the men's eight on 22/08/2004» (Fonte - Sítio dos Jogos Olímpicos)

«The United States team throws coxswain Pete Cipollone into the water after winning the gold medal in the men's eight event on 22/08/2004» (Fonte - Sítio dos Jogos Olímpicos)
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (24)
LOGÍSTICA
1. Transporte da embarcação, tripulantes, e carga para o ponto de partida, e recolha à chegada: ÓlhÓrebÓque, e uma força motriz que o puxe;
2. Material de campismo – tão simples como tenda, sacos camas, colchonetes, fogão, petromax, botijas de gás, marmitas, talheres e cantil;
3. Mantimentos: baseei-me em dieta de montanhismo, para actividades curtas – manual de montanhismo, se alguém estiver curioso como é, escreva-me. Estes mantimentos são sempre importantes, são uma segurança, mas a partir do 1º trajecto do Douro Navegável, Barca D’Alva/Pocinho é relativamente fácil encontrar local para tirar a barriga de misérias. AAAaaahhh, muita água, mas mesmo muita. Se estiver muito calor ingere-se à vontade mais de 2,5 litros de água por pessoa por dia.
1. Transporte da embarcação, tripulantes, e carga para o ponto de partida, e recolha à chegada: ÓlhÓrebÓque, e uma força motriz que o puxe;
2. Material de campismo – tão simples como tenda, sacos camas, colchonetes, fogão, petromax, botijas de gás, marmitas, talheres e cantil;
3. Mantimentos: baseei-me em dieta de montanhismo, para actividades curtas – manual de montanhismo, se alguém estiver curioso como é, escreva-me. Estes mantimentos são sempre importantes, são uma segurança, mas a partir do 1º trajecto do Douro Navegável, Barca D’Alva/Pocinho é relativamente fácil encontrar local para tirar a barriga de misérias. AAAaaahhh, muita água, mas mesmo muita. Se estiver muito calor ingere-se à vontade mais de 2,5 litros de água por pessoa por dia.
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (23)
CONCEITOS ELEMENTARES PARA A CONSTRUÇÃO DA NOSSA HUMILDE EMBARCAÇÃO
A nossa jangada foi construída sob algumas condicionantes elementares de flutuação, hidrodinâmica, estanquecidade, força motriz, transporte, e segurança.
1. Flutuação: para isto, recorremos à Lei de Arquimedes que diz «Todo corpo imerso num fluido sofre, por parte deste, um impulso vertical para cima, de intensidade igual ao peso do fluido deslocado». Sabendo que iríamos ter necessidade de criar uma estrutura para nos alocarmos, a qual pesaria há volta de 90 kg, o peso total dos tripulantes ronda os 150 kg, mais o peso da carga (material de campismo, e alimentação) que seria a grosso modo de 50 kg, então o peso do fluído deslocado pela nossa embarcação seria de 290kg.
Em função destes cálculos, necessitávamos de qualquer coisa que tivesse uma capacidade de flutuação superior, isto é, provocasse um impulso superior ao peso do fluido deslocado. Então, pensámos nisto, e conseguimos … através do Clube de Canoagem do Porto (obrigado Tavares);
2. Hidrodinâmica: Os kayaks referidos no link acima, tiveram como segundo critério de escolha este aspecto. Uma vez que 193kms dos 210 kms a cumprir são feitos entre barragens, a inexistência de corrente nestes percursos, obrigou-nos a encontrar um elemento flutuador que oferece-se pouca resistência ao escoamento da água, e assim permitir-nos-ia navegar à maior velocidade possível. No entanto, será preciso fazer a seguinte ressalva, estes são kayaks (canoas de sprint) não são as melhores para enfrentar a ondulação do Rio (a dita “carneirada”) por isso obrigou-nos a tomar outros cuidados suplementares que vou referir na alínea seguinte;
3. Estanquecidade: em função dos resultados do ano passado, este foi um aspecto que nos fez perder muitas horas de planeamento, mas sobretudo de execução. À semelhança dos saiotes que os canoístas usam para isolar o seu habitáculo (cockpit), nós usámos lonas para vedar as mesmas áreas das canoas, com um método caseiro de fixação das lonas às canoas que se revelou extremamente eficaz;
4. Força Motriz: Pois, este foi um aspecto que melhorámos bastante, porque criámos um sistema muito semelhante aos barcos da modalidade de remo. Apoios dos remos, composto por aranhas de três braços com dimensões adaptadas para estas circunstâncias especificas. Aplicámos um tacão em cada remo para limitar o curso do remo e afinar a sua alavanca;
5. Transporte: as diversas dimensões dos diversos componentes, também devem ter este aspecto em consideração, porque um “projecto” independente desta natureza, tem uma disponibilidade financeira muito limitada. É isso mesmo, sai do nosso bolso, e não dá para criar transportes com características específicas para o evento;
6. Coeficiente de Cagaço: Por último, mas nem por isso o menos importante – the last but not the least – um coeficiente de cagaço, que não foi só qb. Aliás, foi muito, mas muito, mas muito mais do que “quanto baste”. Então, a receita foi, uma grande parte do interior das canoas foi preenchido com esferovite, sendo posteriormente fixa nos seus pontos de aplicação, também, utilizamos um módulo de salvamento para os bens essenciais, e ainda, coletes salva-vidas.
A nossa jangada foi construída sob algumas condicionantes elementares de flutuação, hidrodinâmica, estanquecidade, força motriz, transporte, e segurança.
1. Flutuação: para isto, recorremos à Lei de Arquimedes que diz «Todo corpo imerso num fluido sofre, por parte deste, um impulso vertical para cima, de intensidade igual ao peso do fluido deslocado». Sabendo que iríamos ter necessidade de criar uma estrutura para nos alocarmos, a qual pesaria há volta de 90 kg, o peso total dos tripulantes ronda os 150 kg, mais o peso da carga (material de campismo, e alimentação) que seria a grosso modo de 50 kg, então o peso do fluído deslocado pela nossa embarcação seria de 290kg.
Em função destes cálculos, necessitávamos de qualquer coisa que tivesse uma capacidade de flutuação superior, isto é, provocasse um impulso superior ao peso do fluido deslocado. Então, pensámos nisto, e conseguimos … através do Clube de Canoagem do Porto (obrigado Tavares);
2. Hidrodinâmica: Os kayaks referidos no link acima, tiveram como segundo critério de escolha este aspecto. Uma vez que 193kms dos 210 kms a cumprir são feitos entre barragens, a inexistência de corrente nestes percursos, obrigou-nos a encontrar um elemento flutuador que oferece-se pouca resistência ao escoamento da água, e assim permitir-nos-ia navegar à maior velocidade possível. No entanto, será preciso fazer a seguinte ressalva, estes são kayaks (canoas de sprint) não são as melhores para enfrentar a ondulação do Rio (a dita “carneirada”) por isso obrigou-nos a tomar outros cuidados suplementares que vou referir na alínea seguinte;
3. Estanquecidade: em função dos resultados do ano passado, este foi um aspecto que nos fez perder muitas horas de planeamento, mas sobretudo de execução. À semelhança dos saiotes que os canoístas usam para isolar o seu habitáculo (cockpit), nós usámos lonas para vedar as mesmas áreas das canoas, com um método caseiro de fixação das lonas às canoas que se revelou extremamente eficaz;
4. Força Motriz: Pois, este foi um aspecto que melhorámos bastante, porque criámos um sistema muito semelhante aos barcos da modalidade de remo. Apoios dos remos, composto por aranhas de três braços com dimensões adaptadas para estas circunstâncias especificas. Aplicámos um tacão em cada remo para limitar o curso do remo e afinar a sua alavanca;
5. Transporte: as diversas dimensões dos diversos componentes, também devem ter este aspecto em consideração, porque um “projecto” independente desta natureza, tem uma disponibilidade financeira muito limitada. É isso mesmo, sai do nosso bolso, e não dá para criar transportes com características específicas para o evento;
6. Coeficiente de Cagaço: Por último, mas nem por isso o menos importante – the last but not the least – um coeficiente de cagaço, que não foi só qb. Aliás, foi muito, mas muito, mas muito mais do que “quanto baste”. Então, a receita foi, uma grande parte do interior das canoas foi preenchido com esferovite, sendo posteriormente fixa nos seus pontos de aplicação, também, utilizamos um módulo de salvamento para os bens essenciais, e ainda, coletes salva-vidas.
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (22)
AS ORAÇÕES A S. ARQUIMEDES RESULTARAM
Como já escrevi no passado dia 12 de Agosto, a nossa aventura acabou da melhor maneira: atingimos o objectivo (Cais de Gaia, km -5 da Foz do Douro), e com um dia de antecedência. O sentimento foi fantástico, e fiquei embriagado com o sucesso da operação. Bestial! Todas as orações a proferidas a S. Arquimedes sortiram efeito.
Como já escrevi no passado dia 12 de Agosto, a nossa aventura acabou da melhor maneira: atingimos o objectivo (Cais de Gaia, km -5 da Foz do Douro), e com um dia de antecedência. O sentimento foi fantástico, e fiquei embriagado com o sucesso da operação. Bestial! Todas as orações a proferidas a S. Arquimedes sortiram efeito.
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (21)
ÚLTIMOS POSTS SOBRE A OPERAÇÃO
Para acabar esta senda de posts, e dar como concluída esta operação, através da documentação da viagem, com alguma informação e uma série de imagens. Assim, publicarei os posts: OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29,30).
Para acabar esta senda de posts, e dar como concluída esta operação, através da documentação da viagem, com alguma informação e uma série de imagens. Assim, publicarei os posts: OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004 (22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29,30).
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OPERAÇÃO DOURO ABAIXO 2004
sexta-feira, agosto 20, 2004
FESTIVAL PARA GENTE SENTADA
Irá realizar-se nos dias 1 e 2 de Outubro, no Cine Teatro António Lamoso em Sta. Maria da Feira uma iniciativa a não perder para quem gosta de música alternativa.
Destinado a ser um sucesso, só pelo nome de Devendra Banhart estar lá, hoje vieram a público mais nomes a ter em conta. Assim além de Banhart, podem ainda ver e ouvir: Sufjan Stevens, Rosie Thomas e Kate Walsh. Organizem-se!
Destinado a ser um sucesso, só pelo nome de Devendra Banhart estar lá, hoje vieram a público mais nomes a ter em conta. Assim além de Banhart, podem ainda ver e ouvir: Sufjan Stevens, Rosie Thomas e Kate Walsh. Organizem-se!
quinta-feira, agosto 19, 2004
BAGATELAS
Estava a dar uma volta por alguns sites de música e fui ao da Fnac e encontrei esta colectânea dupla feita pelo "velhinho" António Sérgio (o meu guru musical!) que é composta por temas que fizeram sucesso no histórico e inigualável "Som da Frente" das tardes da Comercial, quando a rádio ainda valia a pena. A colectânea é dupla e custa apenas 4.95€.
Vejam com os vossos próprios olhos aqui.
FRAGMENTOS DE UMA ESTAÇÃO CHUVOSA
John Cale - Fragments of a Rainy Season 1992 Hannibal
"Fragmentos de uma estação chuvosa. Escutar o impacto da chuva nas coisas. Aquilo que ela diz quando cai. As histórias que conta. Os diferentes ruídos que faz. As múltiplas vozes que tem. O rasto que deixa em tudo o que toca, como uma marca que teima em não se apagar." Fátima Castro Silva in John Cale-Céu Faminto Ed. Assírio & Alvim.
Excelente revisitação ao vivo do trabalho a solo deste músico/poeta galês ex. membro dos míticos Velvet Underground. Para quem aprecie um bom piano esta é uma excelente sugestão. Ainda me arrepio quando ouço temas interpretados com a força com que Cale canta "(I Keep A) Close Watch","Style it Takes" (homenagem a Andy Warhol) ou ainda "Hallelujah" que encerra o disco.
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