Maurits Cornelis Escher é o criador de diversas obras que, no mínimo, podem ser chamadas de “originais”.
Os seus trabalhos que se situam algures entre a ciência e a arte são compostos de desenhos com ilusões de espaço e formas, edifícios impossíveis, mosaicos geométricos infinitos...
Escher, um dos artistas gráficos mais conceituados do mundo, nasceu em Leeuwarden, na Holanda, a 17 de Junho de 1898. Desde cedo aprendeu carpintaria, aproveitando algumas técnicas que lhe viriam a ser úteis na xilogravura.
Após se ter dedicado, durante três anos a estudar Arquitectura e, após ter mudado de curso para Artes Decorativas, Escher, um aluno relativamente fraco, abandona os estudos em 1922 e viaja de seguida pelo centro de Itália, na companhia de dois amigos. Para além de ter iniciado aqui os seus desenhos, é no sul deste país, para onde viaja, que conhece Jetta Umiker, com quem vem a casar.
As suas obras, que misturam elementos do surrealismo com a matemática, viriam a ser reconhecidas na década de 20, altura em que se muda para Roma (1926) e altura em que nasce George, o seu filho mais velho. Passados quatro anos, nasce o segundo filho, Arthur.
Em 1939 morre o seu pai e em 1940, apenas um ano depois, morre-lhe a mãe. Escher morava então na Bélgica, para onde se tinha mudado poucos anos antes.
Em 1951, dez anos depois de regressar ao seu país atinge o ponto mais alto da sua carreira. Para além das várias exposições e publicações que fez, surgem inúmeros artigos com os seus trabalhos.
A 27 de Março de 1972 morre na Holanda, com 73 anos.