«Gui Boratto é um DJ e produtor brasileiro. Nascido em 1974 na cidade de São Paulo, começou sua carreira em 1993 no ramo publicitário. Entre 1994 e 2004, realizou diversos trabalhos para várias gravadoras no Brasil e no mundo alcançando ao lado da vocalista Patrícia Coelho e Tchorta enorme sucesso com a banda de dance pop Sect. Desde 2005, passou a se dedicar às suas próprias composições e produções. Atualmente, ele comanda juntamente com seu irmão Tchorta uma gravadora independente chamada Mega Music.
Gui Boratto possui várias composições licenciadas a algumas das maiores e mais respeitadas gravadoras européias, como Kompakt, K2, Audiomatique, Harthouse, Plastic City, entre outras. Freqüentemente suas músicas são tocadas e remixadas por famosos DJs do cenário mundial, como Deep Dish, Tiefschwarz, Hernan Cattaneo, etc.
Em 2007, Gui Boratto foi considerado o DJ número 133 do mundo, de acordo com o ranking da revista especializada DJ Mag. [1]. O lançamento do álbum Chromophobia lhe rendeu também o prêmio de Álbum do Mês da revista britânica Migmag em Abril do mesmo ano[2].»
Fonte: Wikipedia.
Conheci BEAUTIFUL LIFE em CHOCAPICTURE
domingo, outubro 18, 2009
BEAUTIFUL LIFE
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AUTÁRQUICAS 2009 - OVAR
Câmara Municipal de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 13.837 votos - 48,98% - Mandatos 4;
2. PSD/CDS - 9.412 votos - 33,31% - Mandatos 3;
3. BE - 2.657 votos - 9,4%;
4. CDU - 1.373 votos - 4,86%.
Brancos - 605 votos - 1,37%;
Nulos - 368 votos - 1,30%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 12.905 votos - 45,68% - 10 Mandatos;
2. PSD/CDS - 9.803 votos - 34,70% - 8 Mandatos;
3. BE - 2.881 votos - 10,20% - 2 Mandatos;
4. CDU - 1.619 votos - 5,73% - 1 Mandato;
Brancos - 682 votos - 2,41%;
Nulos - 362 votos - 1,28%.
Para as Diversas Assembleias de Freguesia do Concelho de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 11.976 votos - 42,39% - 46 Mandatos;
2. PSD/CDS - 10.978 votos - 38,86% - 36 Mandatos;
3. BE - 1.551 votos - 5,51% - 3 Mandatos;
4. CDU - 1.498 votos - 5,30% - 1 Mandato;
Brancos - 577 votos - 2,04%;
Nulos - 446 votos - 1,58%.
Todos os resultados a nível nacional:
Autárquicas 2009
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 13.837 votos - 48,98% - Mandatos 4;
2. PSD/CDS - 9.412 votos - 33,31% - Mandatos 3;
3. BE - 2.657 votos - 9,4%;
4. CDU - 1.373 votos - 4,86%.
Brancos - 605 votos - 1,37%;
Nulos - 368 votos - 1,30%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 12.905 votos - 45,68% - 10 Mandatos;
2. PSD/CDS - 9.803 votos - 34,70% - 8 Mandatos;
3. BE - 2.881 votos - 10,20% - 2 Mandatos;
4. CDU - 1.619 votos - 5,73% - 1 Mandato;
Brancos - 682 votos - 2,41%;
Nulos - 362 votos - 1,28%.
Para as Diversas Assembleias de Freguesia do Concelho de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 11.976 votos - 42,39% - 46 Mandatos;
2. PSD/CDS - 10.978 votos - 38,86% - 36 Mandatos;
3. BE - 1.551 votos - 5,51% - 3 Mandatos;
4. CDU - 1.498 votos - 5,30% - 1 Mandato;
Brancos - 577 votos - 2,04%;
Nulos - 446 votos - 1,58%.
Todos os resultados a nível nacional:
Autárquicas 2009
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PSD
AUTÁRQUICAS 2009
Com base nos resultados apurados na secção de voto nº3 no Orfeão de Ovar(onde fui membro da mesa) da Assembleia de Voto da Freguesia de Ovar do Circulo Eleitoral de Aveiro, os diversos Partidos que sujeitaram ao acto elitora obtiveram os seguintes resultados:
Câmara Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,5%;
1. PS - 266 votos - 40,61%;
2. PSD/PSD - 233 votos - 35,57%;
3. BE - 100 votos - 15,27%;
4. CDU - 41 votos - 7,59%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 6 votos - 0,92%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PS - 254 votos - 38,78%;
2. PSD/PSD - 240 votos - 36,64%;
3. BE - 84 votos - 12,82%;
4. CDU - 59 votos - 9,01%.
Brancos - 11 votos - 1,68%;
Nulos - 7 votos - 1,07%.
Assembleia de Freguesia de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PSD/PSD - 318 votos - 48,55%;
2. PS - 194 votos - 29,62%;
3. BE - 64 votos - 9,77%;
4. CDU - 58 votos - 8,85%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 12 votos - 1,83%.
Câmara Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,5%;
1. PS - 266 votos - 40,61%;
2. PSD/PSD - 233 votos - 35,57%;
3. BE - 100 votos - 15,27%;
4. CDU - 41 votos - 7,59%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 6 votos - 0,92%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PS - 254 votos - 38,78%;
2. PSD/PSD - 240 votos - 36,64%;
3. BE - 84 votos - 12,82%;
4. CDU - 59 votos - 9,01%.
Brancos - 11 votos - 1,68%;
Nulos - 7 votos - 1,07%.
Assembleia de Freguesia de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PSD/PSD - 318 votos - 48,55%;
2. PS - 194 votos - 29,62%;
3. BE - 64 votos - 9,77%;
4. CDU - 58 votos - 8,85%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 12 votos - 1,83%.
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sábado, outubro 17, 2009
DOSSIER HONDURAS
1. PCP Condena Golpe - Ler aqui;
2. Golpistas impedem regresso de Zelaya e reprimem protestos - Ler aqui;
3. Quando perguntar é probido - Ler aqui;
4. Frente Contra o Golpe rejeita acordo - Ler aqui;
5. Militares impedem povo de acolher presidente - Ler aqui;
6. Conselho Mundial da Paz apela à solidariedade - Ler aqui;
7. Hondurenhos resistem nas ruas - Ler aqui;
8. PCP manifesta solidariedade - Ler aqui;
9. Zelaya afrontou interesses muito poderosos - Ler aqui;
10. Um grito de libertação - Ler aqui;
11. Povo na rua desafia ditadura - Ler aqui;
12. As botas cardadas da ditadura - Ler aqui;
13. OEA falha diálogo nas Honduras - Ler aqui;
Fonte: Jornal Avante.
2. Golpistas impedem regresso de Zelaya e reprimem protestos - Ler aqui;
3. Quando perguntar é probido - Ler aqui;
4. Frente Contra o Golpe rejeita acordo - Ler aqui;
5. Militares impedem povo de acolher presidente - Ler aqui;
6. Conselho Mundial da Paz apela à solidariedade - Ler aqui;
7. Hondurenhos resistem nas ruas - Ler aqui;
8. PCP manifesta solidariedade - Ler aqui;
9. Zelaya afrontou interesses muito poderosos - Ler aqui;
10. Um grito de libertação - Ler aqui;
11. Povo na rua desafia ditadura - Ler aqui;
12. As botas cardadas da ditadura - Ler aqui;
13. OEA falha diálogo nas Honduras - Ler aqui;
Fonte: Jornal Avante.
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Manuel Zelaya
ENTREVISTA A YANG DELI
Entrevista a Yang Deli, membro do CC do PCCh
«O nosso desenvolvimento não é uma ameaça a ninguém»
A China é hoje a terceira economia mundial. Mesmo no contexto da crise capitalista, mantém uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto na ordem dos 8 por cento para o ano de 2009. Em entrevista concedida ao nosso jornal, o responsável pela delegação do Partido Comunista da China (PCCh) na Festa do Avante!, conselheiro do Departamento Internacional do Comité Central do PCCh, Yang Deli, explicou que se essa meta for alcançada estará dado um passo importante na resposta às consequências da crise no país e, simultaneamente, manter-se-á o caminho de desenvolvimento iniciado há quase duas décadas, processo, frisou ainda, cujo objectivo não é ameaçar ninguém ou conquistar uma posição hegemónica.
Artigo Completo: Ler Aqui.
Fonte: Jornal Avante.
«O nosso desenvolvimento não é uma ameaça a ninguém»
A China é hoje a terceira economia mundial. Mesmo no contexto da crise capitalista, mantém uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto na ordem dos 8 por cento para o ano de 2009. Em entrevista concedida ao nosso jornal, o responsável pela delegação do Partido Comunista da China (PCCh) na Festa do Avante!, conselheiro do Departamento Internacional do Comité Central do PCCh, Yang Deli, explicou que se essa meta for alcançada estará dado um passo importante na resposta às consequências da crise no país e, simultaneamente, manter-se-á o caminho de desenvolvimento iniciado há quase duas décadas, processo, frisou ainda, cujo objectivo não é ameaçar ninguém ou conquistar uma posição hegemónica.
Artigo Completo: Ler Aqui.
Fonte: Jornal Avante.
sexta-feira, outubro 02, 2009
LEGISLATIVAS 2009
No período de falencia do capitalismo, não sei bem como ... mas as forças de direita triunfam. Refiro-me a este facto, porque na minha opinião e com muita tristeza minha o CDS-PP foi a força partidária que venceu estas legislativas. O cenário na europa é semelhante ou ainda mais grave. Onde está o sentido crítico do povo?
Com base nos resultados nacionais apurados, o PS alcançou 36.56% dos votos, o PSD 29.09%, o CDS/PP 10.46%, o BE 9.85% e a CDU 7.88%.
Com base nos resultados apurados na secção de voto nº3 (onde fui membro da mesa) da Assembleia de Voto da Freguesia de Ovar do Circulo Eleitoral de Aveiro, o PS alcançou 40.83% dos votos, o PSD 29.51%, o BE 11.60%, a CDU 7.59% e o CDS/PP 6.30%.
Com base nos resultados nacionais apurados, o PS alcançou 36.56% dos votos, o PSD 29.09%, o CDS/PP 10.46%, o BE 9.85% e a CDU 7.88%.
Com base nos resultados apurados na secção de voto nº3 (onde fui membro da mesa) da Assembleia de Voto da Freguesia de Ovar do Circulo Eleitoral de Aveiro, o PS alcançou 40.83% dos votos, o PSD 29.51%, o BE 11.60%, a CDU 7.59% e o CDS/PP 6.30%.
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domingo, setembro 27, 2009
HOJE É DIA DE ELEIÇÕES LEGISLATIVAS ...
... daremos mais força a quem merece.

Gosto desta fotografia porque tem um sentido estético muito apurado, e a expressão corporal do elemento dos "Tocá Rufar" dá muita força à imagem.
Esta fotografia foi "arrebatada" ao blogue, "O Tempo das Cerejas" um dos melhores blogues da blogosfera portuguesa, concebido por Vítor Dias. Contudo, desconheço o autor da fotografia.

Gosto desta fotografia porque tem um sentido estético muito apurado, e a expressão corporal do elemento dos "Tocá Rufar" dá muita força à imagem.
Esta fotografia foi "arrebatada" ao blogue, "O Tempo das Cerejas" um dos melhores blogues da blogosfera portuguesa, concebido por Vítor Dias. Contudo, desconheço o autor da fotografia.
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O Tempo das Cerejas
U2 EM COIMBRA EM OUTUBRO DE 2010

Fotografia de MJ Kim/AP
«Os U2 vão actuar a 02 de Outubro de 2010 no Estádio de Coimbra, no âmbito da "360º Tour", disse hoje à agência Lusa fonte da promotora Ritmos e Blues.
A promotora referiu que marcará para breve uma conferência de imprensa para revelar todos os pormenores sobre o concerto, o primeiro do grupo em Coimbra, e a data em que os bilhetes serão colocados à venda.» - JN.
THE CULT AO VIVO NO COLISEU DE LISBOA [REPORTAGEM - BLITZ]

Quando a acordei já estavamos a 25 de Setembro, data marcada para o concerto dos CULT no Coliseu do Recreios em Lisboa. Para mais, o cerne desta tournée trata-se do album LOVE, o meu favorito desta banda. Segue o vídeo de uma das minhas músicas favoritas dos CULT - SHE SELLS SANTUARY, a reportagem do concerto a cargo do jornal BLITZ e ainda o alinhamento das canções com que esta banda brindou os presentes.
«The Cult ao vivo no Coliseu de Lisboa [reportagem]
Ian Astbury e companhia estão aí para as curvas e esgotaram o Coliseu lisboeta. A banda não se deixou fotografar por profissionais: mostre-nos as suas fotos e vídeos do concerto no Forum BLITZ.
Ao contrário de muitos músicos da mesma geração, Ian Astbury e Billy Duffy parecem conviver de forma relativamente pacífica com o facto de, sobretudo ao longo dos últimos anos, os The Cult se terem transformado numa banda essencialmente nostálgica.
A partir do momento em que se separou pela primeira vez, em 1995, o duo embarcou numa carreira errática e, talvez por isso, a natureza mais experimental e desafiante de discos como Beyond Good and Evil e Born Into This não foi recebida de forma tão consensual como seria de esperar pela sua base de seguidores.
A dada altura tornou-se claro que os fãs dos The Cult estavam interessados em ouvir essencialmente os temas do fundo de catálogo do grupo e esta digressão mais recente, apelidada Love Live , é um exemplo irrefutável de que os músicos estão dispostos a fazer-lhes a vontade.
O público correspondeu em massa ao apelo e, surpresa das surpresas, esgotou na totalidade a capacidade do Coliseu dos Recreios. Poucos minutos antes das 21:45, Astbury e Duffy - acompanhados por Mike Dimwick na segunda guitarra, Chris Wyse no baixo e John Tempesta na bateria - subiram ao palco da mítica sala da capital e atacaram de imediato "Nirvana", o tema de abertura de Love .
"Big Neon Glitter" e o tema-título do álbum que os catapultou para um sucesso em larga escala há mais de duas décadas denunciaram desde logo que o quarteto estava ali para interpretar o disco na íntegra e, seguindo o alinhamento original, a sorumbática "Brother Wolf, Sister Moon" deu seguimento a uma prestação imaculada em termos de interpretação.
Ian até pode ter ganho uns quilinhos desde que passou por Portugal pela última vez, mas as suas cordas vocais continuam imaculadas e a displicência com que continua a distribuir pandeiretas pelo público compensa o facto de cada vez passar mais tempo agarrado ao microfone.
Billy, por seu lado, parece estar cada vez mais magro e, com a naturalidade que se lhe conhece, continua a destilar riffs e solos de guitarra com uma mestria impressionante. Dimwick, Wyse e Tempesta são músicos de eleição e, claro, não deixaram os seus créditos por mãos alheias numa noite que se queria de celebração.
Talvez por isso a música tenha falado mais alto que tudo o resto, fazendo ignorar os pequenos problemas técnicos inerentes ao facto deste ser o primeiro concerto da tour e, em grande parte, até as imagens que foram projectadas atrás dos músicos durante toda a actuação.
"Rain", "Revolution" e, sobretudo, "She Sells Sanctuary" foram os pontos altos da primeira parte do concerto e puseram a sala em êxtase. A dada altura estava toda a gente a cantar, a dançar e a pular - da plateia às bancadas, passando até pelos camarotes. Uma prova de que, à semelhança dos seus ídolos, o público dos The Cult parece estar "pronto para as curvas".
Depois de um pequeno interlúdio instrumental, a banda voltou ao palco para interpretar uma espécie de best of durante o qual tocaram duas canções da sua fase mais recente e também alguns clássicos, culminado com a apoteose de "Love Removal Machine".
Não é preciso muito para adivinhar quais foram recebidas de forma mais efusiva, pois não?
Alinhamento
Nirvana
Big Neon Glitter
Love
Brother Wolf, Sister Moon
Rain
Phoenix
Hollow Man
Revolution
She Sells Sanctuary
Black Angel
Electric Ocean
Wildflower
Sun King
Rise
Dirty Little Rockstar
Fire Woman
Love Removal Machine
Texto: José Miguel Rodrigues - Blitz»
MORREU O AUTOR DO HINO DA URSS
«MOSCOVO - O autor das letras dos hinos nacionais soviético e russo, Sergei Mikhalkov, morreu hoje, em Moscou, aos 96 anos. A informação é de um porta-voz de seu filho, o director de cinema Nikita Mikhalkov.
Mikhalkov era um jovem autor e correspondente de guerra, em 1943, quando teve seus poemas elogiados por José Estaline. O dirigente encarregou-o, então, de escrever a letra do novo hino soviético, que deveria inspirar os soldados do Exército Vermelho, em plena Segunda Guerra (1939-45). A letra foi escrita por Mikhalkov e por um jornalista chamado Gabriel El Registan, enquanto Alexander Alexandrov fez a música. Em 1977, Mikhalkov realizou algumas alterações no hino, com a aprovação dos dirigentes comunistas. Com o colapso da União Soviética, o hino do país passou a ser uma peça instrumental do século 19, escrita por Mikhail Glinka. Porém, após Vladimir Putin assumir a presidência, em 2000, ele restaurou o velho hino, com novas alterações realizadas por Mikhalkov. A primeira versão do hino elogiava Estaline, com frases como "nos elevou na lealdade junto ao povo" e "nos inspirou ao trabalho e ao heroísmo"» - estadao.com.br
Mikhalkov era um jovem autor e correspondente de guerra, em 1943, quando teve seus poemas elogiados por José Estaline. O dirigente encarregou-o, então, de escrever a letra do novo hino soviético, que deveria inspirar os soldados do Exército Vermelho, em plena Segunda Guerra (1939-45). A letra foi escrita por Mikhalkov e por um jornalista chamado Gabriel El Registan, enquanto Alexander Alexandrov fez a música. Em 1977, Mikhalkov realizou algumas alterações no hino, com a aprovação dos dirigentes comunistas. Com o colapso da União Soviética, o hino do país passou a ser uma peça instrumental do século 19, escrita por Mikhail Glinka. Porém, após Vladimir Putin assumir a presidência, em 2000, ele restaurou o velho hino, com novas alterações realizadas por Mikhalkov. A primeira versão do hino elogiava Estaline, com frases como "nos elevou na lealdade junto ao povo" e "nos inspirou ao trabalho e ao heroísmo"» - estadao.com.br
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ZELAYA VOLTA ÀS HONDURAS
Povo na rua desafia ditadura - O presidente legítimo das Honduras, Manuel Zelaya, voltou ao país esta segunda-feira, 21, e refugiou-se na embaixada do Brasil. O governo usurpador impôs o recolher obrigatório, mas o povo está na rua em apoio a Zelaya.

A decisão de Zelaya de entrar clandestinamente no país, ao 86.º dia do seu afastamento pela força das armas, colheu toda a gente de surpresa. O governo de facto do empresário Roberto Micheletti, que assumiu o poder após o golpe militar de 28 de Junho que depôs e deportou Zelaya, foi totalmente apanhado desprevenido e passou boa parte do dia a desmentir as notícias do regresso do presidente. Só depois de Zelaya dar uma entrevista ao Canal 11 da televisão local e de ter aparecido no terraço da embaixada brasileira em Tegucigalpa para saudar os milhares de apoiantes que já haviam acorrido ao local, é que os golpistas se renderam à evidência. - Artigo Completo - Jornal Avante.

A decisão de Zelaya de entrar clandestinamente no país, ao 86.º dia do seu afastamento pela força das armas, colheu toda a gente de surpresa. O governo de facto do empresário Roberto Micheletti, que assumiu o poder após o golpe militar de 28 de Junho que depôs e deportou Zelaya, foi totalmente apanhado desprevenido e passou boa parte do dia a desmentir as notícias do regresso do presidente. Só depois de Zelaya dar uma entrevista ao Canal 11 da televisão local e de ter aparecido no terraço da embaixada brasileira em Tegucigalpa para saudar os milhares de apoiantes que já haviam acorrido ao local, é que os golpistas se renderam à evidência. - Artigo Completo - Jornal Avante.
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DAS URNAS DO GOLPE AO GOLPE NAS URNAS


«Golpe de Estado nas Honduras» – foi assim que a influente cadeia de televisão norte-americana CNN começou por dar a notícia, a 28 de Junho, do sequestro e deportação do presidente constitucionalmente eleito Manuel Zelaya. Algum tempo depois, com a mudança do jornalista de turno, a manchete no écran da estação passou para «Sucessão forçada nas Honduras». Estava feito o «aviso à navegação» e dado o mote para a campanha de mistificação e mentira que desde então tem vindo a ser desenvolvida em relação ao que se passa nas Honduras. - Artigo completo - Jornal Avante
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quinta-feira, setembro 03, 2009
PÉ A FUNDO NO ACELERADOR EM DIRECÇÃO AO ABISMO
ÁRCTICO PODE FICAR SEM GELO ATÉ 2030!
Árctico pode ficar sem gelo até 2030, quem adverte é Ban Ki-moon, ao que parece é secretário-geral da ONU - Organização das Nações Unidas.
«U.N. chief Ban Ki-moon told a meeting of some 150 governments on Thursday that time is running out for a new climate deal to cut greenhouse gas emissions.
The Copenhagen talks in December are looming and little real negotiating time is left "to resolve some of the most complex issues," the U.N. secretary general told the World Climate Conference. "We need rapid progress."
Only limited progress in the climate talks has been made for the meeting to hammer out a new accord to replace the 1997 Kyoto Protocol on reducing the gases blamed for global warming.
Meanwhile, climate change is advancing.
"Our foot is stuck on the accelerator and we are heading towards an abyss," said Ban, warning that climate change could spell widespread economic disaster.
He noted that he had just visited the Arctic and was alarmed by what he saw.
"The Arctic is warming faster than anywhere else on Earth," Ban said. "It may be ice-free by 2030."
Not only is the Arctic serving as a warning, the warming there is accelerating global climate change, he said.
"Instead of reflecting heat, the Arctic is absorbing it as the sea ice diminishes, thus speeding up global warming," Ban said. "Methane, trapped in permafrost and on the sea bed, is escaping into the atmosphere. Methane is a greenhouse gas 20 times more powerful than carbon dioxide."
He said the increased melt from the Greenland ice-cap threatens to raise sea levels and alter the flow of the Gulf Stream, essential to keep Europe warm.
The climate conference in Geneva is aimed at providing ways for the world to cope with global warming that will occur because of greenhouse gases already in the atmosphere, regardless of what the Copenhagen meeting achieves.»
Fonte: The Guardian
Árctico pode ficar sem gelo até 2030, quem adverte é Ban Ki-moon, ao que parece é secretário-geral da ONU - Organização das Nações Unidas.
«U.N. chief Ban Ki-moon told a meeting of some 150 governments on Thursday that time is running out for a new climate deal to cut greenhouse gas emissions.
The Copenhagen talks in December are looming and little real negotiating time is left "to resolve some of the most complex issues," the U.N. secretary general told the World Climate Conference. "We need rapid progress."
Only limited progress in the climate talks has been made for the meeting to hammer out a new accord to replace the 1997 Kyoto Protocol on reducing the gases blamed for global warming.
Meanwhile, climate change is advancing.
"Our foot is stuck on the accelerator and we are heading towards an abyss," said Ban, warning that climate change could spell widespread economic disaster.
He noted that he had just visited the Arctic and was alarmed by what he saw.
"The Arctic is warming faster than anywhere else on Earth," Ban said. "It may be ice-free by 2030."
Not only is the Arctic serving as a warning, the warming there is accelerating global climate change, he said.
"Instead of reflecting heat, the Arctic is absorbing it as the sea ice diminishes, thus speeding up global warming," Ban said. "Methane, trapped in permafrost and on the sea bed, is escaping into the atmosphere. Methane is a greenhouse gas 20 times more powerful than carbon dioxide."
He said the increased melt from the Greenland ice-cap threatens to raise sea levels and alter the flow of the Gulf Stream, essential to keep Europe warm.
The climate conference in Geneva is aimed at providing ways for the world to cope with global warming that will occur because of greenhouse gases already in the atmosphere, regardless of what the Copenhagen meeting achieves.»
Fonte: The Guardian
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sábado, agosto 29, 2009
PINTOS DA COSTA FORAM PROIBIDOS
Resolução do Conselho de Ministros nº127/2006
Não se vê, passo a citar o que diz:
«Resolução do Conselho de Ministros nº 127/2006
Proíbe, com carácter definitivo, a criação, junto ao mar, de galinhas poedeiras, para que elas não ponham ovos nas praias, obviando, pelo seu carácter epidémico, ao nascimento de pintos da costa.»
Roubei isto aqui.
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Diário da República,
Pinto da Costa
sábado, maio 02, 2009
THE LAST POETS ESTIVERAM NA CASA DA MÚSICA
«Os norte-americanos actuaram ontem na Casa da Música. O grupo foi criado há 40 anos, um mês depois do assassinato de Martin Luther King.» RTP Notícias 2009-05-02 14:30:39
«I'm still fourty years latter a revolutionary. Barack Obama can perform minor miracles maybe, but it can't change the system. And the system in America is designed for rich people get richer and poor people remain poor.»
«40 Anos depois continuo revolucionário. Barack Obama talvez possa criar pequenos milagres, mas ele será incapaz de mudar o sistema. Porque o sistema na América está concebido para que os ricos sejam cada vez mais ricos e os pobres continuem pobres.»
«I'm still fourty years latter a revolutionary. Barack Obama can perform minor miracles maybe, but it can't change the system. And the system in America is designed for rich people get richer and poor people remain poor.»
«40 Anos depois continuo revolucionário. Barack Obama talvez possa criar pequenos milagres, mas ele será incapaz de mudar o sistema. Porque o sistema na América está concebido para que os ricos sejam cada vez mais ricos e os pobres continuem pobres.»
sexta-feira, abril 10, 2009
OVOS DA PÁSCOA - RECHEIO "FRUTA DA ÉPOCA"
ICONES CONTEMPORÂNEOS DA INDIE
N.A.S.A. "Gifted" (feat. Kanye West, Santigold, & Lykke Li)
Röyksopp - Miss It So Much (feat. Lykke Li)
Na minha opinião as figuras proeminentes da INDIE são a sueca Lykke Li, a americana Santigold e os N.A.S.A.
«N.A.S.A. - North América South América - and their worldwide debut The Spirit of Apollo, is an ongoing creative collaboration between two lifelong music aficionados, Squeak E. Clean and DJ Zegon, and their friends, friends of friends and musical heroes.»[...] [mais informação]
N.A.S.A. "Gifted" (feat. Kanye West, Santigold, & Lykke Li)
Röyksopp - Miss It So Much (feat. Lykke Li)
Na minha opinião as figuras proeminentes da INDIE são a sueca Lykke Li, a americana Santigold e os N.A.S.A.
«N.A.S.A. - North América South América - and their worldwide debut The Spirit of Apollo, is an ongoing creative collaboration between two lifelong music aficionados, Squeak E. Clean and DJ Zegon, and their friends, friends of friends and musical heroes.»[...] [mais informação]
OVOS DA PÁSCOA - MICHEL GIACOMETTI
O CORSO QUE DESCOBRIU PORTUGAL

«Michel Giacometti nasceu em Ajaccio, Córsega, em Janeiro de 1929 e veio a falecer em Faro, em Novembro de 1990. Nesses 61 anos que durou a sua vida – tão breve para os seus amigos que profusamente criou, manteve e deixou em Portugal – mais de metade viveu-os no nosso País, numa permanente aventura de descoberta.
Não nos perguntamos o porquê dessa escolha de um francês – ele preferia apresentar-se como corso e insistia nisso, sugerindo-nos logo uma lição étnica e cultural que era facilmente assimilável, pois a sua pronúncia clássica de francófono não encobria o carácter mediterrânico que lhe transparecia no humor sarcástico e cortante, na afabilidade do trato, na imaginação pouco dada ao raciocínio abstracto, na modéstia que nunca alardeava os seus títulos académicos, mas que se rompia ao contar os episódios de uma recolha de canções, de uma viagem duríssima através da paisagem lusa que o encantava.»
Créditos ao Jornal Avante [Mais informação]

«Michel Giacometti nasceu em Ajaccio, Córsega, em Janeiro de 1929 e veio a falecer em Faro, em Novembro de 1990. Nesses 61 anos que durou a sua vida – tão breve para os seus amigos que profusamente criou, manteve e deixou em Portugal – mais de metade viveu-os no nosso País, numa permanente aventura de descoberta.
Não nos perguntamos o porquê dessa escolha de um francês – ele preferia apresentar-se como corso e insistia nisso, sugerindo-nos logo uma lição étnica e cultural que era facilmente assimilável, pois a sua pronúncia clássica de francófono não encobria o carácter mediterrânico que lhe transparecia no humor sarcástico e cortante, na afabilidade do trato, na imaginação pouco dada ao raciocínio abstracto, na modéstia que nunca alardeava os seus títulos académicos, mas que se rompia ao contar os episódios de uma recolha de canções, de uma viagem duríssima através da paisagem lusa que o encantava.»
Créditos ao Jornal Avante [Mais informação]
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OVOS DA PÁSCOA - SOBRE DARWIN E O DARWINISMO
REFLEXÃO CRÍTICA DE ÁLVARO CUNHAL

«As notas sobre a obra de Darwin, hoje republicadas no Avante!, são mais uma pequena ilustração de um facto incontestável: Álvaro Cunhal foi um notável intelectual. Além das qualidades exemplares como organizador e dirigente político, como teórico marxista-leninista e analista da situação concreta portuguesa, nas suas múltiplas vertentes (económica, social e política), exprimiu também as suas qualidades humanas através da produção artística, como são exemplos a sua arte plástica e escrita criativa. Apesar das suas raízes familiares burguesas e sua formação académica em Direito, enquanto militante do PCP (a partir de 1931, com 17 anos) aprofundou uma ligação estreita com os trabalhadores e o povo português, condição indispensável para conhecer as carências e aspirações mais profundas do nosso povo, o que veio a justificar inteiramente a sua auto-caracterização, em 1950, durante o seu julgamento perante o tribunal plenário, como «filho adoptivo da classe operária». [...]
Créditos ao Jornal Avante [Mais informação]

«As notas sobre a obra de Darwin, hoje republicadas no Avante!, são mais uma pequena ilustração de um facto incontestável: Álvaro Cunhal foi um notável intelectual. Além das qualidades exemplares como organizador e dirigente político, como teórico marxista-leninista e analista da situação concreta portuguesa, nas suas múltiplas vertentes (económica, social e política), exprimiu também as suas qualidades humanas através da produção artística, como são exemplos a sua arte plástica e escrita criativa. Apesar das suas raízes familiares burguesas e sua formação académica em Direito, enquanto militante do PCP (a partir de 1931, com 17 anos) aprofundou uma ligação estreita com os trabalhadores e o povo português, condição indispensável para conhecer as carências e aspirações mais profundas do nosso povo, o que veio a justificar inteiramente a sua auto-caracterização, em 1950, durante o seu julgamento perante o tribunal plenário, como «filho adoptivo da classe operária». [...]
Créditos ao Jornal Avante [Mais informação]
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OVOS DA PÁSCOA - PORQUE É ABRIL
FALA DO HOMEM NASCIDO
ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA
Há alguém muito novo que canta e toca uma versão muito fácil de consumir ... gira.
Poema: António Gedeão
Música: José Niza
Venho da terra assombrada,
Do ventre de minha mãe;
Não pretendo roubar nada
Nem fazer mal a ninguém.
Só quero o que me é devido
Por me trazerem aqui,
Que eu nem sequer fui ouvido
No acto de que nasci.
Trago boca para comer
E olhos para desejar.
Tenho pressa de viver,
Que a vida é água a correr.
Venho do fundo do tempo;
Não tenho tempo a perder.
Minha barca aparelhada
Solta o pano rumo ao norte;
Meu desejo é passaporte
Para a fronteira fechada.
Não há ventos que não prestem
Nem marés que não convenham,
Nem forças que me molestem,
Correntes que me detenham.
Quero eu e a Natureza,
Que a Natureza sou eu,
E as forças da Natureza
Nunca ninguém as venceu.
Com licença! Com licença!
Que a barca se fez ao mar.
Não há poder que me vença.
Mesmo morto hei-de passar.
Com licença! Com licença!
Com rumo à estrela polar.
(in "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999)
ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA
Há alguém muito novo que canta e toca uma versão muito fácil de consumir ... gira.
Poema: António Gedeão
Música: José Niza
Venho da terra assombrada,
Do ventre de minha mãe;
Não pretendo roubar nada
Nem fazer mal a ninguém.
Só quero o que me é devido
Por me trazerem aqui,
Que eu nem sequer fui ouvido
No acto de que nasci.
Trago boca para comer
E olhos para desejar.
Tenho pressa de viver,
Que a vida é água a correr.
Venho do fundo do tempo;
Não tenho tempo a perder.
Minha barca aparelhada
Solta o pano rumo ao norte;
Meu desejo é passaporte
Para a fronteira fechada.
Não há ventos que não prestem
Nem marés que não convenham,
Nem forças que me molestem,
Correntes que me detenham.
Quero eu e a Natureza,
Que a Natureza sou eu,
E as forças da Natureza
Nunca ninguém as venceu.
Com licença! Com licença!
Que a barca se fez ao mar.
Não há poder que me vença.
Mesmo morto hei-de passar.
Com licença! Com licença!
Com rumo à estrela polar.
(in "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999)
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domingo, março 22, 2009
PORQUE O NEO-LIBERALISMO É ISTO ...
Esta é das coisas que maior indignação me causou nos últimos tempos: «O presidente e executivo-chefe da American Internacional Group Inc. (AIG), Edward Liddy, disse em depoimento a um painel da Câmara norte-americana, nesta quarta-feira, que o corpo de dirigentes do Federal Reserve, o banco central dos EUA, tinha conhecimento dos planos da seguradora em pagar US$ 165 milhões em bônus a executivos, algo que provocou uma indignação política.
Liddy, em testemunho ao subcomitê de Mercado de Capitais dos Serviços Financeiros, disse que as decisões de pagar os bônus aos executivos da AIG foram tomadas "em cooperação" com funcionários do Federal Reserve bem antes de o dinheiro ter sido pago em 15 de março.
"Tudo o que fizemos foi em parceria com o Federal Reserve", disse Liddy. "Eles têm a habilidade de determinar algo a favor ou contra sobre tudo em discussão". Liddy acrescentou que "nós falamos sobre isso com o corpo de dirigentes e com representantes do Fed literalmente por três meses", disse Liddy.
Liddy também afirmou que a seguradora pediu a alguns dos seus funcionários que receberam bônus que devolvam pelo menos metade do dinheiro, pago nos últimos dias. Segundo ele, a AIG pediu aos empregados da divisão de produtos financeiros que receberam mais de US$ 100 mil que devolvam pelo menos metade do pagamento.
A AIG tomou a medida enquanto os congressistas norte-americanos planejam intimar a companhia AIG para que apresente uma lista com os nomes de todos os executivos que receberam os US$ 165 milhões em bônus, algo que Liddy descreveu como "repugnante". A notícia do pagamento de bônus causou forte indignação entre os norte-americanos, porque o governo injetou US$ 170 bilhões para evitar a quebra da seguradora. Liddy afirmou que a AIG "ouviu claramente o povo norte-americano nos últimos dias", e afirmou que alguns empregados até se apresentaram para devolver o bônus integralmente. As informações são da Dow Jones.» Yahoo FINANÇAS.
Liddy, em testemunho ao subcomitê de Mercado de Capitais dos Serviços Financeiros, disse que as decisões de pagar os bônus aos executivos da AIG foram tomadas "em cooperação" com funcionários do Federal Reserve bem antes de o dinheiro ter sido pago em 15 de março.
"Tudo o que fizemos foi em parceria com o Federal Reserve", disse Liddy. "Eles têm a habilidade de determinar algo a favor ou contra sobre tudo em discussão". Liddy acrescentou que "nós falamos sobre isso com o corpo de dirigentes e com representantes do Fed literalmente por três meses", disse Liddy.
Liddy também afirmou que a seguradora pediu a alguns dos seus funcionários que receberam bônus que devolvam pelo menos metade do dinheiro, pago nos últimos dias. Segundo ele, a AIG pediu aos empregados da divisão de produtos financeiros que receberam mais de US$ 100 mil que devolvam pelo menos metade do pagamento.
A AIG tomou a medida enquanto os congressistas norte-americanos planejam intimar a companhia AIG para que apresente uma lista com os nomes de todos os executivos que receberam os US$ 165 milhões em bônus, algo que Liddy descreveu como "repugnante". A notícia do pagamento de bônus causou forte indignação entre os norte-americanos, porque o governo injetou US$ 170 bilhões para evitar a quebra da seguradora. Liddy afirmou que a AIG "ouviu claramente o povo norte-americano nos últimos dias", e afirmou que alguns empregados até se apresentaram para devolver o bônus integralmente. As informações são da Dow Jones.» Yahoo FINANÇAS.
E PORQUE HÁ QUEM ESTEJA FARTO ...
... de ser explorado e carregar às costas a qualidade de vida e a ganância dos outros, por isso, «Com a vitória do candidato apoiado pela Frente Farabundo Martí para a Liberação Nacional (a ex-guerrilha de esquerda agora social-democratizada) em El Salvador, o mapa da América Latina torna-se ainda mais uniforme, dividido quase exclusivamente entre a esquerda radical e o centro-esquerda. Graças a décadas de ditaduras de direita (com a excepção de Cuba, à esquerda), apoiadas pelos Estados Unidos e pela Europa, e de processos de liberalização selvagem da economia, a esquerda conquistou o continente através do voto.

Um factor que, no xadrez internacional, terá de contar. Mesmo sabendo que entre Lula e Chavez, Bachelet e Lugo, Ortega e Vázquez, Kirchner e Correa há enormes diferenças, o Mundo não poderá continuar a tratar este bloco económico e político com o mesmo desprezo e paternalismo do passado. Ainda bem.» De Daniel Oliveira - Arrastão.

Um factor que, no xadrez internacional, terá de contar. Mesmo sabendo que entre Lula e Chavez, Bachelet e Lugo, Ortega e Vázquez, Kirchner e Correa há enormes diferenças, o Mundo não poderá continuar a tratar este bloco económico e político com o mesmo desprezo e paternalismo do passado. Ainda bem.» De Daniel Oliveira - Arrastão.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
OS MELHORES DO 1º 1/6 DE 2009 (Actualizado)
Eles chamam-se:
THE AIRBORNE TOXIC EVENT.
A ouvir. «The Airborne Toxic Event - Sometime Around Midnight»
A ler: «Os Airborne Toxic Event são uma banda de indie rock de Los Angeles. O nome da banda é inspirado por uma parte do livro White Noise de Don DeLillo.
O grupo incorpora instrumentos de cordas e teclados, juntamente com a guitarra, o baixo e a bateria, instrumentos característicos de qualquer banda de rock.
O seu primeiro álbum foi editado nos EUA em Agosto do ano passado e será lançado no Reino Unido no dia 9 de Fevereiro. Recebeu boas críticas de um modo geral, sendo que a única que foi mais desfavorável foi a da Pitchfork. Tendo em conta esta crítica a banda escreveu uma carta no seu site acerca da Pitchfork que merece ser lida.
Recentemente a banda actou no Late Show with David Letterman.»Tudo isto no BLITZ [Aqui].
Também, um belo som da colheita de 2009. White Lies - To lose my life.

THE AIRBORNE TOXIC EVENT.
A ouvir. «The Airborne Toxic Event - Sometime Around Midnight»
A ler: «Os Airborne Toxic Event são uma banda de indie rock de Los Angeles. O nome da banda é inspirado por uma parte do livro White Noise de Don DeLillo.
O grupo incorpora instrumentos de cordas e teclados, juntamente com a guitarra, o baixo e a bateria, instrumentos característicos de qualquer banda de rock.
O seu primeiro álbum foi editado nos EUA em Agosto do ano passado e será lançado no Reino Unido no dia 9 de Fevereiro. Recebeu boas críticas de um modo geral, sendo que a única que foi mais desfavorável foi a da Pitchfork. Tendo em conta esta crítica a banda escreveu uma carta no seu site acerca da Pitchfork que merece ser lida.
Recentemente a banda actou no Late Show with David Letterman.»Tudo isto no BLITZ [Aqui].
Também, um belo som da colheita de 2009. White Lies - To lose my life.

OSCARES 2009

TEXTO DE NUNO GALOPIM, NO SEU "SOUND PLUS VISION" :«Não foram muitas entre os prémios, mais surgiram na cerimónia. E houve de facto surpresa na 81ª noite de entrega dos Oscars de Hollywood. Quem Quer Ser Bilionário?, de Danny Bolye era o vencedor esperado, somando triunfos uma multidão de categorias (oito no total). Milk foi um dos menos esperados vencedores da noite, ganhando apenas dois Oscares, mas daqueles de peso: Melhor Actor e Melhor Argumento Original. Já O Estranho Caso de Banjamin Button, apesar de ter conquistado três Oscares, nenhum conseguiu fora das chamadas categorias técnicas. Ninguém esperava a vitória do filme japonês Departures para Melhor Filme Estrangeiro. A maior das surpresas foi contudo a cerimónia em si. Desde a magnífica apresentação de Hugh Jackman (a lembrar a versatilidade de um Billy Crystal) às soluções encontradas para apresentar os Oscares aos actores, convocando para o palco colegas desta e outras gerações, cruzando tempos e memórias da história do cinema.»

«A vitória de Sean Penn como melhor actor pelo seu papel em Milk, de Gus Van Sant, foi uma das grandes surpresas da noite.» [...]

«Os Oscar de Melhor Actriz Principal foi entregue a Kate Winslet e o de Melhor Actriz Secundária a Penelope Cruz. O Oscar de Melhor Actor Secundario foi atribuido, postumamente, a Heath Ledger.» [Texto completo aqui]
Do Roussille [aqui][...] «SEM COMENTÁRIOS, OS VENCEDORES»:
«Melhor Actriz Secundária:
Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
Melhor Roteiro Original
Milk - A Voz da Igualdade
Melhor Roteiro Adaptado
Quem Quer Ser Um Milionário?
Melhor Filme de Animação
Wall-E
Melhor curta de animação
La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato
Melhor direcção de arte
O Curioso Caso de Benjamin Button
Melhor Figurino
A Duquesa (Michael O’Connor)
Melhor Maquiagem
O Curioso Caso de Benjamin Button (Greg Cannom)
Melhor fotografia
Quem quer ser um Milionário? (Anthony Dod Mantle)
Melhor curta-metragem
Spielzeugland (Toyland)
Melhor Actor Secundário
Heath Ledger ( Batman - O Cavaleiro das Trevas )
Melhor documentário
Man on Wire, de James Marsh e Simon Chinn
Melhor documentário em curta-metragem
Smile Pinki
Melhores efeitos especiais
O Curioso Caso de Benjamin Button (Eric Barba, Steve Preeg, Burt Dalton e Craig Barron)
Melhor edição de som
Batman - O Cavaleiro das Trevas (Richard King)
Melhor mistura de som
Quem quer Ser um Milionário? (Ian Tapp, Richard Pryke e Resul Pookutty)
Melhor edição
Quem quer ser um Milionário (Chris Dickens)
Melhor banda sonora original
A. R. Rahman (Quem Quer Ser um Milionário?)
Melhor canção original
Jai Ho (Slumdog Millionaire)
Melhor Filme Estrangeiro
Departures
Melhor Realizador
Quem Quer Ser Um Milionário?, Danny Boyle
Melhor Actriz
Kate Winslet ( O Leitor )
Melhor Actor
Sean Penn ( Milk - A Voz da Igualdade )
Melhor Filme
Quem quer ser um Milionário?»
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terça-feira, agosto 26, 2008
ANÁLISE À CHINA SOCIALISTA
«ELIAS JABBOUR* - OCIDENTE "NÃO TEM MORAL" PARA CRITICAR A CHINA
Por Diego Salmen, para o Terra Magazine
O mundo ocidental está desmoralizado para criticar os chineses, afirma Elias Jabbour, em entrevista publicada nesta sexta-feira pela revista eletrônica Terra Magazine, que o Vermelho reproduz abaixo.
Terra Magazine - Qual a importância dos Jogos Olímpicos para a China hoje? Eles podem contribuir para a democratização do país?
Elias Jabbour * - Para o brasileiro fica complicada falar em nação porque nós tivemos o processo de construção de identidade nacional iniciado em 1930 com Getúlio Vargas e abortado com a eleição do Collor em 1990. Tanto é que falar em nacionalismo uns tempos atrás pegava mal. Enquanto os chineses têm um processo de construção nacional de cinco mil anos, eles são muito nacionalistas. As Olimpíadas representam o seguinte para os chineses: "nós investimos, somos fortes e temos voz no mundo". Eles passaram 100 anos humilhados pelo mundo, então esse é um momento onde a China quer escancarar para o mundo o seu potencial. Mas, ao mesmo tempo, o mundo também escancara seu potencial contra a China. Eu acredito que isso não acelera a liberalização. Uma coisa é uma coisa é outra coisa é outra coisa.
Como definir a China de hoje?
A China é um país socialista, porque mantém o controle estatal no que é estratégico nas cadeias produtivas, ou seja, siderurgia, comunicações, infra-estrutura, energia. O estado toma conta do que tem grande grau de monopólio. E esse Estado tem uma composição de classes no poder que é totalmente diferente de qualquer país capitalista. Na China não há capitalistas no poder, vamos dizer assim. O Partido Comunista na China representa os interesses sobretudo de uma classe camponesa, que é mais de 60% da população do país. Por outro lado, o que caracteriza esse partido , além marxismo e essa coisa toda, é o cárater nacional desse partido. É um partido nacionalista. Ele abarca no seu programa tanto os interesses gerais da nação chinesa quanto a questão ideológica do socialismo, comunismo, etc.
Esse modelo de centralização política e liberalização econômica é responsável pela China ter tido um destino diferente da União Soviética?
Não, é diferente. A perestroika (NR: processo de reformas econômicas iniciado na década de 80 que resultou na dissolução da União Soviética em 1992) é uma volta atrás completa, de uma certa forma. Na China não. Primeiro porque a gente falar em ditadura política e liberalização econômica é meio complicado, porque há uma série de coisas que aconteceram nos últimos 30 anos que ninguém fala, né? Uma delas é poder entrar capitalistas no partido, a questão de acabar essa coisa de um líder ficar 50 anos no poder, como ficava antes. Hoje você tem gerações dirigentes de 10 anos, e com 70 anos de idade aquele cara que manda vai para a aposentadoria. Politicamente, muita coisa aconteceu. A Internet hoje é um instrumento de denúncia de corrupção na China que vem sendo utilizado pelo governo. O premiê Wen Jiabao pediu: "Pelo amor de Deus, acessem a internet e denunciem a corrupção aqui para nós".
Mas há a questão da censura...
É o seguinte: o país que mais controla a internet no mundo são os Estados Unidos, não a China. Hoje qualquer conteúdo de internet nos Estados Unidos é vigiado, muito conteúdo não é publicado e ninguém fala isso. Outra coisa: os americanos cassaram, no ano passado, 46 concessões de TV. A Venezuela cassou uma e foi aquela coisa que todo mundo viu. O ocidente, do ponto de vista da democratização e dos direitos humanos, está desmoralizado. Um país como a Inglaterra, que fez uma guerra contra a China para legalizar o consumo de drogas (NR: a chamada Guerra do Ópio, travada no século 19) , pode falar alguma coisa de direitos humanos para a China? A premiê alemã Angela Merkel disse que iria boicotar a abertura dos Jogos Olímpicos por causa da questão do Tibete; a Alemanha tem alguma moral para falar da China? Os imperadores alemães mandaram matar tudo quanto é chinês na ocupação da China no século passado. A história nos demonstra muitas verdades. O Ocidente é desmoralizado para dar lição de democracia para a China.
Se diz que na China o poder está nas mãos dos trabalhadores, mas há milhares de empresários, capitalistas, filiados ao Partido Comunista. A filiação de empresários é algo já institucionalizado no partido. O que garante que os empresários, sob essa óptica marxista, não vão assumir a hegemonia do partido e reverter essa situação? Não é contraditório?
A contradição é em termos, vamos dizer assim. O Partido Comunista da China expressa os interesses de toda a nação, e os capitalistas são parte dessa nação. A questão é a seguinte: os capitalistas têm poder ou não na China? Não tem poder, porque hoje eles são 0,003% do partido. Esse é um dado, e tem o outro lado da questão: esses empresários são resultado de que tipo de política e de qual tipo de partido? São resultado do Partido Comunista e tem de estar de acordo com esse partido. Não existe, no plano imediato - não vou falar do futuro porque não sou profeta (risos) -, a menor tendência de reversão de quadro, dos capitalistas terem poder. Esse partido tem condições de manter os capitalistas e o povo satisfeitos. De certa forma, os interesses deles são os mesmos, porque os capitalistas têm capacidade de empreendimento, que gera emprego, etc. Foi uma sacada política genial ter colocado os capitalistas debaixo desse guarda-chuva do Partido Comunista.
O que se dá com uma mão, tira com a outra...
Com certeza. Os capitalistas não têm grande poder de manobra naquele país, não tem uma política concreta. (a capacidade política dos empresários) É fraca. O que eles precisam? Eles precisam de crédito, ir no banco chinês, pegar um empréstimo rápido e fazer com que as coisas funcionem. É muito complicado para eles virar internamente o poder no Partido Comunista.
Uma parte da esquerda diz que na China não há o menor resquício de socialismo; outra acredita que o país está sob um processo de desenvolvimento de forças produtivas para, numa segunda etapa, dar um passo à frente rumo ao socialismo. Como o senhor analisa esses quadros distintos?
A primeira questão que tem se colocar é que o socialismo não é pobreza. Desde os clássicos, Marx, Engels, Lênin, o socialismo se desenvolve por etapas. Numa fase inicial é prevista a convivência entre público e privado, entre mercado e planejamento, ou seja, não é nenhuma surpresa o "socialismo de mercado" e a convivência de capitalistas num sistema socialista. O mercado foi uma conquista da humanidade. Até hoje ninguém inventou uma coisa melhor para distribuir produtos. Por outro lado, ele gera alienação. Ele só acaba com duas condições: objectivas, ou seja, tem que ter tudo para todo mundo, porque o mercado existe para mediar a escassez. Eu coloco em dúvida se o mercado vai acabar ainda, o Antônio Gramsci (NR: filósofo e fundador do Partido Comunista italiano) também coloca isso. É um falsa polêmica essa entre mercado e socialismo.
Por quê?
É uma categoria histórica. É igual falar que vai fazer o socialismo num país esclavagista, não tem cabimento. Tem que passar por etapas de desenvolvimento histórico para aquilo ser superado. O próprio desenvolvimento vira um dilema, porque o socialismo foi concebido para ser implementado no países mais desenvolvidos, onde há uma série de problemas que já foram solucionados pela Revolução Burguesa, como analfabetismo, reforma agrária, a industrialização. Isso não é tarefa do socialismo, é do capitalismo. Aí o socialismo teria que atender essa demanda das revoluções burguesas.
No seu livro China: Infra-estruturas e Crescimento Econômico, o senhor fala das Zonas Econômicas Especiais. Como elas funcionam? Qual a importância delas para a economia chinesa?
A China é uma reprodução em tamanho gigante dos modelos japoneses e sul-coreano. Eu costumo dizer que em 1978 (NR: ano em que o ex-líder chinês Deng Xiaoping iniciou as reformas econômicas no país) há uma fusão, entre o Estado revolucionário fundado por Mao Tsé-Tung com um modelo de Estado desenvolvimentista típico do sudeste asiático, de Hong Kong, Coreia do Sul, Taiwan. Essa política tem por objetivo acumular divisas para a modernização industrial do país. Com o acúmulo de divisas estrangeiras e a proteção de reservas cambiais, fica mais fácil ter uma política de juros atraente para o crédito. Hoje você compra um carro na China em 300 vezes, vamos dizer assim. Isso serve como plataforma de acúmulo de reservas cambiais e, por outro lado, como plataforma de acúmulo de tecnologia estrangeira.
Por meio de joint-ventures...
Exactamente. Tem ainda a questão política. As Zonas Econômicas Especiais foram centrais no retorno de Hong Kong e Macau a China. E no próprio retorno de Taiwan a China, porque você cria zonas de convergência econômica em que o capital de Taiwan e o chinês acabam ficando dependentes da China continental. Fica difícil você manter um discurso de independência quando o próprio povo de Taiwan depende do continente. Elas foram geograficamente criadas para puxar o capital de fora da China.
Na TV nós vemos uma China pujante, que não pára de crescer. Mas ainda existe uma enorme população rural que vive na miséria. O que é feito para combater esse problema? Existe, por exemplo, alguma rede de proteção social na China?
Primeiro: essa estratégia de desenvolver primeiro o litoral para depois desenvolver o interior do país foi uma grande jogada. Durante 25 anos a China acumulou capital e tecnologia no litoral; de 1999 para cá eles estão transferindo para o interior essa riqueza e extraindo de lá gás natural, petróleo, minérios. O que está acontecendo na China hoje talvez seja a maior transferência territorial de renda da história da humanidade.
E isso só é possível porque existe um governo centralizado...
Exactamente. Todo esse processo de desigualdade social está sendo abordado neste governo do presidente Hu Jintao. Daqui a 40 anos, a China vai ser um território econômico único, não vai haver mais esses bolsões de miséria e riqueza como existe hoje. Particularmente, eu acredito que a formação dessa economia continental vai ser o grande paradigma das relações internacionais do século XXI. Imagine a China daqui a 40 anos unificada territorialmente? Imagine os Estados Unidos há 150 anos quando unificaram economicamente seu território com a Marcha para o Oeste?
E a gente não pode ver o desenvolvimento econômico por si só como um mar de rosas. O desenvolvimento é um processo de solução de contradições que gera outras contradições. A China tem contradições muito sérias: a questão da desigualdade de renda, por exemplo. A principal missão do governo Hu Jintao é essa: diminuir esse gap entre o litoral e o interior e o gap de renda entre ricos e pobres. Para isso, eles estão investindo bilhões de dólares em assistência social. Antes não existia isso. A assistência social entrou em colapso no início das reformas econômicas, e agora estão investindo mais de US$ 200 bilhões na viabilização de uma política pública com aposentadoria, serviço de saúde, etc.
Existe alguma tendência de democratização na China?
Temos de analisar os processos da Coréia e do Japão, por exemplo. Foram países que se democratizaram concomitantemente ao desenvolvimento econômico. A China passa por um processo um tanto quanto acelerado de democratização interna. Hoje a China dá muita atenção às eleições nas aldeias, esse é o primeiro passo na direção da democracia: hoje as aldeias já elegem seus próprios representantes, independente de serem ou não do Partido Comunista. Isso de certa forma é a retomada da democracia milenar chinesa nas aldeias. Há três, quatro mil anos atrás existia nas aldeias chinesas um rito democrático que está sendo retomado hoje. Esse processo de democratização vai se dar com a hegemonia do Partido Comunista. Na medida em que ele atender os interesses dos camponeses, garantir crédito aos capitalistas, ele vai capitanear esse processo sem grandes traumas. No ritmo chinês, não no ritmo que os ocidentais querem. Até porque democracia é questão de formação social, não é um valor universal, é um valor que se adequa às diferentes formações sociais.
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* Autor do livro China: Infra-estruturas e Crescimento Econômico, Jabbour é pesquisador do Instituto Brasileiro de Estudos da China, Ásia e Pacífico (IBECAP) e professor do Núcleo de Estudos Asiáticos (NEAS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atualmente, desenvolve tese de doutorado sobre a economia política do socialismo na China pela Universidade de São Paulo»
Por Diego Salmen, para o Terra Magazine
O mundo ocidental está desmoralizado para criticar os chineses, afirma Elias Jabbour, em entrevista publicada nesta sexta-feira pela revista eletrônica Terra Magazine, que o Vermelho reproduz abaixo.
Terra Magazine - Qual a importância dos Jogos Olímpicos para a China hoje? Eles podem contribuir para a democratização do país?
Elias Jabbour * - Para o brasileiro fica complicada falar em nação porque nós tivemos o processo de construção de identidade nacional iniciado em 1930 com Getúlio Vargas e abortado com a eleição do Collor em 1990. Tanto é que falar em nacionalismo uns tempos atrás pegava mal. Enquanto os chineses têm um processo de construção nacional de cinco mil anos, eles são muito nacionalistas. As Olimpíadas representam o seguinte para os chineses: "nós investimos, somos fortes e temos voz no mundo". Eles passaram 100 anos humilhados pelo mundo, então esse é um momento onde a China quer escancarar para o mundo o seu potencial. Mas, ao mesmo tempo, o mundo também escancara seu potencial contra a China. Eu acredito que isso não acelera a liberalização. Uma coisa é uma coisa é outra coisa é outra coisa.
Como definir a China de hoje?
A China é um país socialista, porque mantém o controle estatal no que é estratégico nas cadeias produtivas, ou seja, siderurgia, comunicações, infra-estrutura, energia. O estado toma conta do que tem grande grau de monopólio. E esse Estado tem uma composição de classes no poder que é totalmente diferente de qualquer país capitalista. Na China não há capitalistas no poder, vamos dizer assim. O Partido Comunista na China representa os interesses sobretudo de uma classe camponesa, que é mais de 60% da população do país. Por outro lado, o que caracteriza esse partido , além marxismo e essa coisa toda, é o cárater nacional desse partido. É um partido nacionalista. Ele abarca no seu programa tanto os interesses gerais da nação chinesa quanto a questão ideológica do socialismo, comunismo, etc.
Esse modelo de centralização política e liberalização econômica é responsável pela China ter tido um destino diferente da União Soviética?
Não, é diferente. A perestroika (NR: processo de reformas econômicas iniciado na década de 80 que resultou na dissolução da União Soviética em 1992) é uma volta atrás completa, de uma certa forma. Na China não. Primeiro porque a gente falar em ditadura política e liberalização econômica é meio complicado, porque há uma série de coisas que aconteceram nos últimos 30 anos que ninguém fala, né? Uma delas é poder entrar capitalistas no partido, a questão de acabar essa coisa de um líder ficar 50 anos no poder, como ficava antes. Hoje você tem gerações dirigentes de 10 anos, e com 70 anos de idade aquele cara que manda vai para a aposentadoria. Politicamente, muita coisa aconteceu. A Internet hoje é um instrumento de denúncia de corrupção na China que vem sendo utilizado pelo governo. O premiê Wen Jiabao pediu: "Pelo amor de Deus, acessem a internet e denunciem a corrupção aqui para nós".
Mas há a questão da censura...
É o seguinte: o país que mais controla a internet no mundo são os Estados Unidos, não a China. Hoje qualquer conteúdo de internet nos Estados Unidos é vigiado, muito conteúdo não é publicado e ninguém fala isso. Outra coisa: os americanos cassaram, no ano passado, 46 concessões de TV. A Venezuela cassou uma e foi aquela coisa que todo mundo viu. O ocidente, do ponto de vista da democratização e dos direitos humanos, está desmoralizado. Um país como a Inglaterra, que fez uma guerra contra a China para legalizar o consumo de drogas (NR: a chamada Guerra do Ópio, travada no século 19) , pode falar alguma coisa de direitos humanos para a China? A premiê alemã Angela Merkel disse que iria boicotar a abertura dos Jogos Olímpicos por causa da questão do Tibete; a Alemanha tem alguma moral para falar da China? Os imperadores alemães mandaram matar tudo quanto é chinês na ocupação da China no século passado. A história nos demonstra muitas verdades. O Ocidente é desmoralizado para dar lição de democracia para a China.
Se diz que na China o poder está nas mãos dos trabalhadores, mas há milhares de empresários, capitalistas, filiados ao Partido Comunista. A filiação de empresários é algo já institucionalizado no partido. O que garante que os empresários, sob essa óptica marxista, não vão assumir a hegemonia do partido e reverter essa situação? Não é contraditório?
A contradição é em termos, vamos dizer assim. O Partido Comunista da China expressa os interesses de toda a nação, e os capitalistas são parte dessa nação. A questão é a seguinte: os capitalistas têm poder ou não na China? Não tem poder, porque hoje eles são 0,003% do partido. Esse é um dado, e tem o outro lado da questão: esses empresários são resultado de que tipo de política e de qual tipo de partido? São resultado do Partido Comunista e tem de estar de acordo com esse partido. Não existe, no plano imediato - não vou falar do futuro porque não sou profeta (risos) -, a menor tendência de reversão de quadro, dos capitalistas terem poder. Esse partido tem condições de manter os capitalistas e o povo satisfeitos. De certa forma, os interesses deles são os mesmos, porque os capitalistas têm capacidade de empreendimento, que gera emprego, etc. Foi uma sacada política genial ter colocado os capitalistas debaixo desse guarda-chuva do Partido Comunista.
O que se dá com uma mão, tira com a outra...
Com certeza. Os capitalistas não têm grande poder de manobra naquele país, não tem uma política concreta. (a capacidade política dos empresários) É fraca. O que eles precisam? Eles precisam de crédito, ir no banco chinês, pegar um empréstimo rápido e fazer com que as coisas funcionem. É muito complicado para eles virar internamente o poder no Partido Comunista.
Uma parte da esquerda diz que na China não há o menor resquício de socialismo; outra acredita que o país está sob um processo de desenvolvimento de forças produtivas para, numa segunda etapa, dar um passo à frente rumo ao socialismo. Como o senhor analisa esses quadros distintos?
A primeira questão que tem se colocar é que o socialismo não é pobreza. Desde os clássicos, Marx, Engels, Lênin, o socialismo se desenvolve por etapas. Numa fase inicial é prevista a convivência entre público e privado, entre mercado e planejamento, ou seja, não é nenhuma surpresa o "socialismo de mercado" e a convivência de capitalistas num sistema socialista. O mercado foi uma conquista da humanidade. Até hoje ninguém inventou uma coisa melhor para distribuir produtos. Por outro lado, ele gera alienação. Ele só acaba com duas condições: objectivas, ou seja, tem que ter tudo para todo mundo, porque o mercado existe para mediar a escassez. Eu coloco em dúvida se o mercado vai acabar ainda, o Antônio Gramsci (NR: filósofo e fundador do Partido Comunista italiano) também coloca isso. É um falsa polêmica essa entre mercado e socialismo.
Por quê?
É uma categoria histórica. É igual falar que vai fazer o socialismo num país esclavagista, não tem cabimento. Tem que passar por etapas de desenvolvimento histórico para aquilo ser superado. O próprio desenvolvimento vira um dilema, porque o socialismo foi concebido para ser implementado no países mais desenvolvidos, onde há uma série de problemas que já foram solucionados pela Revolução Burguesa, como analfabetismo, reforma agrária, a industrialização. Isso não é tarefa do socialismo, é do capitalismo. Aí o socialismo teria que atender essa demanda das revoluções burguesas.
No seu livro China: Infra-estruturas e Crescimento Econômico, o senhor fala das Zonas Econômicas Especiais. Como elas funcionam? Qual a importância delas para a economia chinesa?
A China é uma reprodução em tamanho gigante dos modelos japoneses e sul-coreano. Eu costumo dizer que em 1978 (NR: ano em que o ex-líder chinês Deng Xiaoping iniciou as reformas econômicas no país) há uma fusão, entre o Estado revolucionário fundado por Mao Tsé-Tung com um modelo de Estado desenvolvimentista típico do sudeste asiático, de Hong Kong, Coreia do Sul, Taiwan. Essa política tem por objetivo acumular divisas para a modernização industrial do país. Com o acúmulo de divisas estrangeiras e a proteção de reservas cambiais, fica mais fácil ter uma política de juros atraente para o crédito. Hoje você compra um carro na China em 300 vezes, vamos dizer assim. Isso serve como plataforma de acúmulo de reservas cambiais e, por outro lado, como plataforma de acúmulo de tecnologia estrangeira.
Por meio de joint-ventures...
Exactamente. Tem ainda a questão política. As Zonas Econômicas Especiais foram centrais no retorno de Hong Kong e Macau a China. E no próprio retorno de Taiwan a China, porque você cria zonas de convergência econômica em que o capital de Taiwan e o chinês acabam ficando dependentes da China continental. Fica difícil você manter um discurso de independência quando o próprio povo de Taiwan depende do continente. Elas foram geograficamente criadas para puxar o capital de fora da China.
Na TV nós vemos uma China pujante, que não pára de crescer. Mas ainda existe uma enorme população rural que vive na miséria. O que é feito para combater esse problema? Existe, por exemplo, alguma rede de proteção social na China?
Primeiro: essa estratégia de desenvolver primeiro o litoral para depois desenvolver o interior do país foi uma grande jogada. Durante 25 anos a China acumulou capital e tecnologia no litoral; de 1999 para cá eles estão transferindo para o interior essa riqueza e extraindo de lá gás natural, petróleo, minérios. O que está acontecendo na China hoje talvez seja a maior transferência territorial de renda da história da humanidade.
E isso só é possível porque existe um governo centralizado...
Exactamente. Todo esse processo de desigualdade social está sendo abordado neste governo do presidente Hu Jintao. Daqui a 40 anos, a China vai ser um território econômico único, não vai haver mais esses bolsões de miséria e riqueza como existe hoje. Particularmente, eu acredito que a formação dessa economia continental vai ser o grande paradigma das relações internacionais do século XXI. Imagine a China daqui a 40 anos unificada territorialmente? Imagine os Estados Unidos há 150 anos quando unificaram economicamente seu território com a Marcha para o Oeste?
E a gente não pode ver o desenvolvimento econômico por si só como um mar de rosas. O desenvolvimento é um processo de solução de contradições que gera outras contradições. A China tem contradições muito sérias: a questão da desigualdade de renda, por exemplo. A principal missão do governo Hu Jintao é essa: diminuir esse gap entre o litoral e o interior e o gap de renda entre ricos e pobres. Para isso, eles estão investindo bilhões de dólares em assistência social. Antes não existia isso. A assistência social entrou em colapso no início das reformas econômicas, e agora estão investindo mais de US$ 200 bilhões na viabilização de uma política pública com aposentadoria, serviço de saúde, etc.
Existe alguma tendência de democratização na China?
Temos de analisar os processos da Coréia e do Japão, por exemplo. Foram países que se democratizaram concomitantemente ao desenvolvimento econômico. A China passa por um processo um tanto quanto acelerado de democratização interna. Hoje a China dá muita atenção às eleições nas aldeias, esse é o primeiro passo na direção da democracia: hoje as aldeias já elegem seus próprios representantes, independente de serem ou não do Partido Comunista. Isso de certa forma é a retomada da democracia milenar chinesa nas aldeias. Há três, quatro mil anos atrás existia nas aldeias chinesas um rito democrático que está sendo retomado hoje. Esse processo de democratização vai se dar com a hegemonia do Partido Comunista. Na medida em que ele atender os interesses dos camponeses, garantir crédito aos capitalistas, ele vai capitanear esse processo sem grandes traumas. No ritmo chinês, não no ritmo que os ocidentais querem. Até porque democracia é questão de formação social, não é um valor universal, é um valor que se adequa às diferentes formações sociais.
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* Autor do livro China: Infra-estruturas e Crescimento Econômico, Jabbour é pesquisador do Instituto Brasileiro de Estudos da China, Ásia e Pacífico (IBECAP) e professor do Núcleo de Estudos Asiáticos (NEAS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atualmente, desenvolve tese de doutorado sobre a economia política do socialismo na China pela Universidade de São Paulo»
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sábado, junho 07, 2008
O BALUARTE DA RESISTÊNCIA
Talvez dos últimos redutos da resistência às imposições comerciais: eis a RADAR 97.8 fm, disponível para o mero utilizador de internet, aqui. Ondas Hertzianas da RADAR, só mesmo em Lisboa.

A cereja no topo do bolo é VIRIATO 25 o Baluarte da Resistência pelo Último dos Moicanos, António Sérgio. A.S., o apóstolo português mais próximo de Cristo redentor da indie (alternativa).

A cereja no topo do bolo é VIRIATO 25 o Baluarte da Resistência pelo Último dos Moicanos, António Sérgio. A.S., o apóstolo português mais próximo de Cristo redentor da indie (alternativa).
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OS MELHORES DA 1ª 1/2 DE 2008
SANTOGOLD - L.E.S. ARTISTES
JN, DN, BLITZ, já muita gente escreve sobre SantoGold. Mas antes disso já eu lá estava. SantoGold, presentemente quem mais me inspira ... confiança!
THE PRESETS - THIS BOY'S IN LOVE
A variante electronic da indie.
THE KILLERS - MR. BRIGHTSIDE (REMIX)
Antes de se tornar clássico eis o REMIX. Um versão de 8 min e 47 seg, lindíssima!
Entretanto, para quem tiver curiosidade, segue a ligação da minha última playlist.
JN, DN, BLITZ, já muita gente escreve sobre SantoGold. Mas antes disso já eu lá estava. SantoGold, presentemente quem mais me inspira ... confiança!
THE PRESETS - THIS BOY'S IN LOVE
A variante electronic da indie.
THE KILLERS - MR. BRIGHTSIDE (REMIX)
Antes de se tornar clássico eis o REMIX. Um versão de 8 min e 47 seg, lindíssima!
Entretanto, para quem tiver curiosidade, segue a ligação da minha última playlist.
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sexta-feira, fevereiro 08, 2008
segunda-feira, dezembro 31, 2007
OS MELHORES DE 2007
A BANDA QUE MAIS INSPIROU OUTRA BANDAS - 2007
A MELHOR BANDA DO MUNDO E ARREDORES - 2007
A MELHOR MÚSICA DO MUNDO E ARREDORES - 2007
A MELHOR MÚSICA DO MUNDO E ARREDORES - 2007 - TAMBÉM
A MÚSICA MAIS INOVADORA DO MUNDO E ARREDORES - 2007
A MÚSICA MAIS INOVADORA DO MUNDO E ARREDORES - 2007 - TAMBÉM
Esqueçam o video e ouçam a música!!
A MELHOR MÚSICA DO MUNDO E ARREDORES - 2007 - POP
A MELHOR MÚSICA DO MUNDO E ARREDORES - 2007 - POP EM PORTUGUÊS
A MÚSICA MAIS REVOLUCIONÁRIA DE TODOS OS TEMPOS
A MELHOR BANDA DO MUNDO E ARREDORES - 2007
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quinta-feira, outubro 04, 2007
NOVO E BOM CORAÇÃO DE DICK CHENEY
O título da notícia é "New Heart Device Allows Cheney To Experience Love", quem o escreve é o "Onion", um jornal de créditos firmados entre os média NORTE AMERICANOS.
A notícia começa assim, «WASHINGTON, DC—Recovering from minor heart surgery Sunday, Vice President Dick Cheney stunned both the medical and political establishments when he mysteriously began to experience love for the first time in his life, sources reported Tuesday.», pois é, uma pequena cirurgia ao coração tornou possível o amor a Dick Cheney. As imagens são contudentes.


Apesar desta mudança de graça, súbita e milagrosa, os médicos afirmam que esta condição não deve ser mantida durante muito tempo. O seu coração ulcerado, negro, tolhido e definhado não vai aguentar a esta massiva dose de amor.
«Despite his miraculous turnaround, doctors are calling Cheney's condition unstable and, if left untreated, possibly fatal. On Friday, Cheney will return to George Washington University Hospital to have the defibrillator removed, as it is feared that prolonged exposure to love could overwhelm his already shrunken and ulcerated black heart.»
Testemunhos e detalhes [aqui], [no Onion].
A notícia começa assim, «WASHINGTON, DC—Recovering from minor heart surgery Sunday, Vice President Dick Cheney stunned both the medical and political establishments when he mysteriously began to experience love for the first time in his life, sources reported Tuesday.», pois é, uma pequena cirurgia ao coração tornou possível o amor a Dick Cheney. As imagens são contudentes.


Apesar desta mudança de graça, súbita e milagrosa, os médicos afirmam que esta condição não deve ser mantida durante muito tempo. O seu coração ulcerado, negro, tolhido e definhado não vai aguentar a esta massiva dose de amor.
«Despite his miraculous turnaround, doctors are calling Cheney's condition unstable and, if left untreated, possibly fatal. On Friday, Cheney will return to George Washington University Hospital to have the defibrillator removed, as it is feared that prolonged exposure to love could overwhelm his already shrunken and ulcerated black heart.»
Testemunhos e detalhes [aqui], [no Onion].
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sábado, setembro 29, 2007
MULHER DE AÇO
Dedico este post quem me lembrou que, Vanessa Fernandes foi:
.: Vencedora da Taça do Mundo de Triatlo de Beijing (CHI);
.: Campeã do Mundo de Triatlo Elite Feminina - Hamburgo (GER).
Este post será completo por uma ligação ao sítio multimédia da RTP, o qual, contém uma entrevista simples e intima a esta nossa campeã solitária. O programa chama-se GRANDE ENTREVISTA, e conduzido por Judite de Sousa [Link].
.: Vencedora da Taça do Mundo de Triatlo de Beijing (CHI);
.: Campeã do Mundo de Triatlo Elite Feminina - Hamburgo (GER).
Este post será completo por uma ligação ao sítio multimédia da RTP, o qual, contém uma entrevista simples e intima a esta nossa campeã solitária. O programa chama-se GRANDE ENTREVISTA, e conduzido por Judite de Sousa [Link].
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M.I.A. - Paper Planes
A rapper activista do SRI-LANKA, por diversas vezes censurada nos Estados Unidos da América.
"Paper Planes", uma das minhas canções favoritas do momento, um hino gangster, um refrão único e aterrador:
«All I wanna do is … Bang bang bang bang!!!
And … kaaaaa ciiiing!!
And take your money»
MOSTRA DE CINEMA PORTUGUÊS EM CUBA
Começou com "Cinco Dias Cinco Noches", o filme que retrata uma experiência biográfica de Álvaro Cunhal e realizado por José Fonseca e Costa.
Mas também serão projectados filmes como «"Vuelvo a casa", de Manoel de Oliveira, y "Ganar la vida", de Joao Canijo» [Aqui].
Mas também serão projectados filmes como «"Vuelvo a casa", de Manoel de Oliveira, y "Ganar la vida", de Joao Canijo» [Aqui].
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