quarta-feira, novembro 11, 2009
domingo, novembro 01, 2009
FALECEU ANTÓNIO SÉRGIO
«Faleceu o radialista António Sérgio, o "John Peel" português[John Peel, em português, em inglês]

António Sérgio faleceu na noite de sábado, vítima de um problema cardíaco, aos 59 anos, após muitos anos de divulgação de novas bandas e mais de 40 ao serviço da rádio. Actualmente fazia o programa "Viriato 25" na Radar.
António Sérgio estreou-se na Rádio Renascença e tornou-se famoso com programas como "Som da Frente", "Lança-Chamas" ou "A Hora do Lobo".
Para Nuno Santos, director de programas da SIC e antigo colega de António Sérgio na Rádio Comercial, com a morte do radialista "fecha-se simbolicamente um ciclo" no mundo da rádio, a quem este nome se "manteve fiel até ao fim".
Nuno Santos guarda de António Sérgio a imagem de uma "pessoa que do ponto de vista profissional estava sempre frente".
«Aparentemente era uma pessoa fechada, muito metida consigo, mas um trabalhador infatigável», afirmou Nuno Santos, em declarações à TSF.
Luís Montez, dono da Radar, onde actualmente António Sérgio trabalhava, considera que este é "um mestre da rádio", "uma referência" ou o "John Peel português".
Montez afirmou que o radialista era um exemplo de trabalho e dedicação e "estava sempre preocupado com os ouvintes".
Luiz Montez contou ainda que António Sérgio foi mesmo trabalhar no dia em que morreu o pai e disse apenas: "os ouvintes estão à minha espera".
António Sérgio gravou ainda o programa da próxima semana, que será colocado no ar tal como previsto, garantiu o dono da Radar.
Para David Ferreira o amigo era não só um mestre na rádio, mas na própria atitude.
"Ele era um mestre logo na atitude, as pessoas de grande qualidade revelam uma mistura de juventude e maturidade ao longo da vida. O Sérgio tinha a maturidade que lhe dava o saber muito de música, mas ao mesmo tempo conservava a surpresa de quem começa e se consegue entusiasmar", afirma.
Este é um requisito que David Ferreira considera essencial para "uma verdadeira estrela da comunicação social, não para figuras de cartolina com muitas luzes em cima".
David Ferreira recorda também o momento que que conheceu António Sérgio quando este foi despedido da Valentim de Carvalho por ter feito um disco pirata, "porque achava que as editoras estavam completamente ignorantes com o punk que passava em Inglaterra".
António Sérgio, uma referência para os músicos
António Sérgio, que faleceu sábado devido a problemas cardíacos, era "uma das pessoas que estava mais à frente em termos musicais em Portugal", considerou hoje o músico Rodrigo Leão. Já Adolfo Luxúria Canibal disse que este nome "sempre foi uma referência".
"Era uma pessoa fantástica, talvez uma das primeiras pessoas que eu conheci da rádio. Foi há 28 anos, quando editámos o primeiro disco da Sétima Legião", acrescentou o músico, fundador dos Sétima Legião e dos Madredeus.
Rodrigo Leão recordou que a primeira entrevista que fez foi, precisamente, com António Sérgio, e destacou o "Som da Frente" como o programa que ouvia na adolescência.
Para Adolfo Luxúria Canibal, fundador, letrista e vocalista do grupo Mão Morta, António Sérgio "era a referência de quando eu era adolescente, de quando o rádio era o instrumento por excelência".
"As memórias são muitas. Fazia parte do meu crescimento musical. Pessoalmente deixa-me muito boas memórias", acrescentou.
Embora nunca tenha trabalhado com António Sérgio, Adolfo Luxúria Canibal destacou o facto dos Mão Morta sempre terem dado a conhecer em primeira-mão os seus trabalhos ao radialista.
"Sempre lhe dei primazia nos trabalhos que íamos fazendo. Era uma espécie de agradecimento pelo trabalho que ele fez e pelo crescimento musical de gerações nas quais eu me incluo", acentuou.
Perfil de António Sérgio
António Sérgio, último dos radialistas com programa de autor, morreu sábado à noite em consequência de um problema cardíaco, mas a sua influência nas ondas hertzianas estendeu-se ao longo dos anos, na divulgação da chamada música alternativa.
Homem da rádio, António Sérgio, de 59 anos, começou em 1968 na Rádio Renascença, seguindo as pisadas do pai, mas foi no final da década de 1970, quando ingressou na Rádio Comercial, que a sua popularidade se consolidou, ajudando a divulgar novos estilos e tendências da música moderna.
Programas como Rotação (de 1977 a 1980), Rolls Rock, Som da Frente (de 1982 a 1993), Lança-Chamas, O Grande Delta (de 1993 a 1997) e A Hora do Lobo, todos na Rádio Comercial, foram a sua imagem de marca na ondas da rádio.
António Sérgio fazia actualmente o programa Viriato 25 da rádio Radar, tendo inclusivamente gravado em estúdio o programa da próxima semana, que será posto no ar tal como previsto, garantiu Luís Montez, um dos proprietários daquela emissora.
Antes de entrar na Radar, em Dezembro de 2007, António Sérgio viu-se envolvido numa polémica na Rádio Comercial, quando a Hora do Lobo, o programa que aí mantinha foi cancelado, decisão que motivou uma onda de reacções e protestos de ouvintes.
«As pessoas que foram responsáveis [pela Comercial] consideraram que a manutenção daquele programa de autor era prestigiante para a rádio, mas agora já não acham», lamentou António Sérgio nessa altura.
João David Nunes, um dos fundadores da Rádio Comercial e que levou António Sérgio para a emissora da Rua Sampaio Pina, na década de 1970, disse hoje à Lusa que o radialista deixa uma "marca indelével" na rádio portuguesa.
O velório realiza-se a partir das 18:00 de hoje na Basílica da Estrela, em Lisboa e o funeral, para o Cemitério dos Prazeres, realiza-se segunda-feira, depois da missa de corpo presente, às 15:00.»
Artigos TSF
«António Sérgio - Bicho da rádio
Recorde aqui parte da entrevista de António Sérgio à BLITZ, publicada em Outubro de 2007.
O anúncio da sua saída de antena gerou uma onda de reacções, desde figuras públicas, como Miguel Esteves Cardoso, ao ouvinte anónimo. Surpreendeu-o esse apoio?
Ainda ontem pensei: em 2008 faço 40 anos de rádio. Já não é o bichinho da rádio que morde, já sou eu que sou o bicho da rádio! Todos estes anos a morder as pessoas em relação a uma forma de fazer rádio, ligada à divulgação musical. Senti-me um bocadinho babado com o texto do Miguel Esteves Cardoso.
Em rádio, estamos habituados a sentir-nos sozinhos. Sabemos lá se nos estão a ouvir dez ou dez mil pessoas. Ao longo dos anos o que percebi é que boa parte das pessoas de determinada idade atribui-me uma boa parte da sua formação musical, do "abrir a orelhinha". O apoio é uma festa no ego - e eu agradeço. Só espero que aquilo que alguns desejavam nas mensagens, que é ouvirem-me noutro lado qualquer, venha a suceder. A força com que eu fazia rádio mantém-se inalterada, e a vontade de descobrir música, enquanto houver saúde e orelhas, mantém-se intacta.
Não sente que parte dos que o apoiaram nem sequer sabiam que ainda fazia rádio?
É natural que sim. Os horários em que trabalhei em rádio foram sempre terríveis para quem tem de se levantar cedo.
Nos tempos em que certa música era mais difícil - uma boa parte da década de 80 e 90 - havia ouvintes que se davam ao trabalho de gravar para ouvirem ao fim-de-semana e anotarem os nomes. Uma coisa que é tristemente verdade é que a rádio há anos que vai perdendo uma fatia do auditório. Isto não é por acaso - boa parte das pessoas que ouviam rádio para descobrir música arranjaram outros métodos, muito antes dos iPods.
Isto é uma facada que sinto em mim mesmo - a rádio, para mim, é a primeira-dama. Aquilo que me veio a acontecer é triste para mim, é mau para os ouvintes que ainda me acompanhavam - e que não eram assim tão poucos pelo que se vai vendo-, mas a emissão em si não correspondia ao mau serviço que a Rádio Comercial ia prestando àqueles ouvintes.
As pessoas que a ouvem, ouvem aquilo que nós ouvimos nos supermercados ou na bomba de gasolina.
Quais foram para si os anos áureos da rádio em Portugal?
Os anos dos programas de autor na antiga Rádio Comercial, ainda pertencente à RDP. A rádio era ouvida com uma clubite muito especial. Uma das funções da rádio é espalhar magia: nós não temos cara, temos vozes, e isso ajuda a incendiar o imaginário dos ouvintes. E esta rádio de hoje, coitada, não incendeia absolutamente nada. Põe o ouvinte a um canto e diz-lhe: ouve isto, que não te maça, não te assusta, não te provoca, não te faz comprar discos.
Outra verdade: a rádio de hoje não te faz comprar discos - as rádios de autor conseguiam fazer as pessoas ter paixão por comprar música.»
Entrevista: Blitz

Fotografia: Rita Carmo - Blitz
António Sérgio faleceu na noite de sábado, vítima de um problema cardíaco, aos 59 anos, após muitos anos de divulgação de novas bandas e mais de 40 ao serviço da rádio. Actualmente fazia o programa "Viriato 25" na Radar.
António Sérgio estreou-se na Rádio Renascença e tornou-se famoso com programas como "Som da Frente", "Lança-Chamas" ou "A Hora do Lobo".
Para Nuno Santos, director de programas da SIC e antigo colega de António Sérgio na Rádio Comercial, com a morte do radialista "fecha-se simbolicamente um ciclo" no mundo da rádio, a quem este nome se "manteve fiel até ao fim".
Nuno Santos guarda de António Sérgio a imagem de uma "pessoa que do ponto de vista profissional estava sempre frente".
«Aparentemente era uma pessoa fechada, muito metida consigo, mas um trabalhador infatigável», afirmou Nuno Santos, em declarações à TSF.
Luís Montez, dono da Radar, onde actualmente António Sérgio trabalhava, considera que este é "um mestre da rádio", "uma referência" ou o "John Peel português".
Montez afirmou que o radialista era um exemplo de trabalho e dedicação e "estava sempre preocupado com os ouvintes".
Luiz Montez contou ainda que António Sérgio foi mesmo trabalhar no dia em que morreu o pai e disse apenas: "os ouvintes estão à minha espera".
António Sérgio gravou ainda o programa da próxima semana, que será colocado no ar tal como previsto, garantiu o dono da Radar.
Para David Ferreira o amigo era não só um mestre na rádio, mas na própria atitude.
"Ele era um mestre logo na atitude, as pessoas de grande qualidade revelam uma mistura de juventude e maturidade ao longo da vida. O Sérgio tinha a maturidade que lhe dava o saber muito de música, mas ao mesmo tempo conservava a surpresa de quem começa e se consegue entusiasmar", afirma.
Este é um requisito que David Ferreira considera essencial para "uma verdadeira estrela da comunicação social, não para figuras de cartolina com muitas luzes em cima".
David Ferreira recorda também o momento que que conheceu António Sérgio quando este foi despedido da Valentim de Carvalho por ter feito um disco pirata, "porque achava que as editoras estavam completamente ignorantes com o punk que passava em Inglaterra".
António Sérgio, uma referência para os músicos
António Sérgio, que faleceu sábado devido a problemas cardíacos, era "uma das pessoas que estava mais à frente em termos musicais em Portugal", considerou hoje o músico Rodrigo Leão. Já Adolfo Luxúria Canibal disse que este nome "sempre foi uma referência".
"Era uma pessoa fantástica, talvez uma das primeiras pessoas que eu conheci da rádio. Foi há 28 anos, quando editámos o primeiro disco da Sétima Legião", acrescentou o músico, fundador dos Sétima Legião e dos Madredeus.
Rodrigo Leão recordou que a primeira entrevista que fez foi, precisamente, com António Sérgio, e destacou o "Som da Frente" como o programa que ouvia na adolescência.
Para Adolfo Luxúria Canibal, fundador, letrista e vocalista do grupo Mão Morta, António Sérgio "era a referência de quando eu era adolescente, de quando o rádio era o instrumento por excelência".
"As memórias são muitas. Fazia parte do meu crescimento musical. Pessoalmente deixa-me muito boas memórias", acrescentou.
Embora nunca tenha trabalhado com António Sérgio, Adolfo Luxúria Canibal destacou o facto dos Mão Morta sempre terem dado a conhecer em primeira-mão os seus trabalhos ao radialista.
"Sempre lhe dei primazia nos trabalhos que íamos fazendo. Era uma espécie de agradecimento pelo trabalho que ele fez e pelo crescimento musical de gerações nas quais eu me incluo", acentuou.
Perfil de António Sérgio
António Sérgio, último dos radialistas com programa de autor, morreu sábado à noite em consequência de um problema cardíaco, mas a sua influência nas ondas hertzianas estendeu-se ao longo dos anos, na divulgação da chamada música alternativa.
Homem da rádio, António Sérgio, de 59 anos, começou em 1968 na Rádio Renascença, seguindo as pisadas do pai, mas foi no final da década de 1970, quando ingressou na Rádio Comercial, que a sua popularidade se consolidou, ajudando a divulgar novos estilos e tendências da música moderna.
Programas como Rotação (de 1977 a 1980), Rolls Rock, Som da Frente (de 1982 a 1993), Lança-Chamas, O Grande Delta (de 1993 a 1997) e A Hora do Lobo, todos na Rádio Comercial, foram a sua imagem de marca na ondas da rádio.
António Sérgio fazia actualmente o programa Viriato 25 da rádio Radar, tendo inclusivamente gravado em estúdio o programa da próxima semana, que será posto no ar tal como previsto, garantiu Luís Montez, um dos proprietários daquela emissora.
Antes de entrar na Radar, em Dezembro de 2007, António Sérgio viu-se envolvido numa polémica na Rádio Comercial, quando a Hora do Lobo, o programa que aí mantinha foi cancelado, decisão que motivou uma onda de reacções e protestos de ouvintes.
«As pessoas que foram responsáveis [pela Comercial] consideraram que a manutenção daquele programa de autor era prestigiante para a rádio, mas agora já não acham», lamentou António Sérgio nessa altura.
João David Nunes, um dos fundadores da Rádio Comercial e que levou António Sérgio para a emissora da Rua Sampaio Pina, na década de 1970, disse hoje à Lusa que o radialista deixa uma "marca indelével" na rádio portuguesa.
O velório realiza-se a partir das 18:00 de hoje na Basílica da Estrela, em Lisboa e o funeral, para o Cemitério dos Prazeres, realiza-se segunda-feira, depois da missa de corpo presente, às 15:00.»
Artigos TSF
«António Sérgio - Bicho da rádio
Recorde aqui parte da entrevista de António Sérgio à BLITZ, publicada em Outubro de 2007.
O anúncio da sua saída de antena gerou uma onda de reacções, desde figuras públicas, como Miguel Esteves Cardoso, ao ouvinte anónimo. Surpreendeu-o esse apoio?
Ainda ontem pensei: em 2008 faço 40 anos de rádio. Já não é o bichinho da rádio que morde, já sou eu que sou o bicho da rádio! Todos estes anos a morder as pessoas em relação a uma forma de fazer rádio, ligada à divulgação musical. Senti-me um bocadinho babado com o texto do Miguel Esteves Cardoso.
Em rádio, estamos habituados a sentir-nos sozinhos. Sabemos lá se nos estão a ouvir dez ou dez mil pessoas. Ao longo dos anos o que percebi é que boa parte das pessoas de determinada idade atribui-me uma boa parte da sua formação musical, do "abrir a orelhinha". O apoio é uma festa no ego - e eu agradeço. Só espero que aquilo que alguns desejavam nas mensagens, que é ouvirem-me noutro lado qualquer, venha a suceder. A força com que eu fazia rádio mantém-se inalterada, e a vontade de descobrir música, enquanto houver saúde e orelhas, mantém-se intacta.
Não sente que parte dos que o apoiaram nem sequer sabiam que ainda fazia rádio?
É natural que sim. Os horários em que trabalhei em rádio foram sempre terríveis para quem tem de se levantar cedo.
Nos tempos em que certa música era mais difícil - uma boa parte da década de 80 e 90 - havia ouvintes que se davam ao trabalho de gravar para ouvirem ao fim-de-semana e anotarem os nomes. Uma coisa que é tristemente verdade é que a rádio há anos que vai perdendo uma fatia do auditório. Isto não é por acaso - boa parte das pessoas que ouviam rádio para descobrir música arranjaram outros métodos, muito antes dos iPods.
Isto é uma facada que sinto em mim mesmo - a rádio, para mim, é a primeira-dama. Aquilo que me veio a acontecer é triste para mim, é mau para os ouvintes que ainda me acompanhavam - e que não eram assim tão poucos pelo que se vai vendo-, mas a emissão em si não correspondia ao mau serviço que a Rádio Comercial ia prestando àqueles ouvintes.
As pessoas que a ouvem, ouvem aquilo que nós ouvimos nos supermercados ou na bomba de gasolina.
Quais foram para si os anos áureos da rádio em Portugal?
Os anos dos programas de autor na antiga Rádio Comercial, ainda pertencente à RDP. A rádio era ouvida com uma clubite muito especial. Uma das funções da rádio é espalhar magia: nós não temos cara, temos vozes, e isso ajuda a incendiar o imaginário dos ouvintes. E esta rádio de hoje, coitada, não incendeia absolutamente nada. Põe o ouvinte a um canto e diz-lhe: ouve isto, que não te maça, não te assusta, não te provoca, não te faz comprar discos.
Outra verdade: a rádio de hoje não te faz comprar discos - as rádios de autor conseguiam fazer as pessoas ter paixão por comprar música.»
Entrevista: Blitz
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RITA CARMO
- «Rita Carmo (n.1970, Leiria) é licenciada em Design de Comunicação pela ESBAL. Fotógrafa residente do jornal Blitz desde 1992.» [...]
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quinta-feira, outubro 29, 2009
FATALI PLEADS GUILTY TO ALL CHARGES
Métodos extremos levados acabo. Os fins justificam os meios?
«Springdale nature photographer Michael Fatali pleaded guilty Friday to seven federal misdemeanors for starting fires in two Utah national parks, including a blaze that marred sandstone underneath Delicate Arch -- the state icon that graces some license plates.
Fatali, who started the fires to achieve dramatic lighting effects during photo shoots, faces up to 6 months in federal prison and a $5,000 fine on each count when he is sentenced in February. Fatali has agreed to pay restitution to the National Park Service, a sum that prosecutors estimate will be $16,000.
Fatali lit the fires with Duraflame logs on Sept. 18 and 19, 2000, to demonstrate to amateur photographers "nighttime photographic techniques," he admitted in a statement to prosecutors. The unauthorized fires scorched and discolored sections of sandstone beneath and next to Delicate Arch in Arches National Park, prosecutors say.
Fatali also admitted Friday that in August 1997 he set two fires at Canyonlands National Park that also damaged park resources.
Prosecutor Wayne Dance said Fatali's crimes have untold victims. Thousands of tourists visit the parks each year.
"Our national parks are here for the enjoyment of current and future generations," Dance said. "It's a matter that's very serious."
Fatali declined to comment and his attorney, Kristine Rogers, deferred comment until her client is sentenced on Feb. 1, 2001.
In his statement to prosecutors, Fatali said he brought aluminum pans to the shoots to contain the fire. The pans failed, however, and the Duraflame logs burned directly on the sandstone, causing damage directly under and to the west and east of the arch.
Fatali also said some of the sooty, oily residue was tracked onto the sandstone after he stomped on the duraflame logs. Fatali told U.S. Magistrate Samuel Alba he did not have a permit to light any of the fires.
Park visitors reported the damage to rangers the next morning.
Officials were able to remove some of the scorch marks immediately, but remaining scars from the fire have proven difficult for park service employees to eradicate.
On Aug. 12, 1997, Fatali used wood from Canyonlands National Park to build a fire at Horsehoof Arch. The next day, he did the same thing at a slot canyon known as "The Joint Trail."
Fatali, 36, who is known for his stunning images of Utah's desert landscapes, operates a gallery outside Zion National Park in Springdale and a photography school in nearby Rockville.
Photographer admits fire role.
By Angie Welling Deseret News staff writer Friday, December 7, 2001.
The nature photographer accused of setting fires at Delicate Arch last year pleaded guilty Friday in federal court. Michael Fatali, Springdale, also pleaded guilty to setting two fires in Canyonlands National Park in August 1997. The 36-year-old professional photographer faces up to six months in prison and a $5,000 fine for each of the seven misdemeanor counts. Fatali also agreed to pay full restitution to the National Park Service for damage caused by the fires. Restoration is estimated at more than $16,000. On Sept. 18, 2000, Fatali led a group of amateur photographers to Delicate Arch to photograph the famous four-story sandstone arch, which is the backdrop of some Utah license plates. At his direction, Fatali's assistant and others from the group set two fires, one directly under the arch and another to the east of the structure. Aluminum baking pans brought along to contain the fire failed, and the flames scorched and discolored the sandstone. Fatali tried to stomp out the fires, but one was still burning when the group left the area.
Park visitors reported the damage to rangers the next morning. Officials were able to remove some of the scorch marks immediately, but remaining scars from the fire could not be removed because an oily or waxy stain had penetrated the rock. Fatali on Friday also admitted to starting two fires in Canyonlands National Park, the first on Aug. 12, 1997, at Horsehoof Arch and again on Aug. 13, 1997, at the Joint Trails Needles District. He used wood from within the park to start the two fires, he said. According to prosecutors, in November 2000 Fatali sent an e-mail message to members of the photography community apologizing for what happened, saying he "seriously regretted" the incident. "I simply screwed up," the message said. Defense attorney Kristine Rogers declined to comment Friday, saying Fatali would make a statement after his Feb. 1, 2002, sentencing hearing. Assistant U.S. Attorney Wayne Dance said Fatali fully acknowledged his criminal conduct by pleading guilty to all seven counts as charged. "It's a matter that's very serious," Dance said. "All of our national parks are for the enjoyment of future generations."»
Michael Fatali - http://www.fatali.com/
Fonte: Salt Lake Tribune
«Springdale nature photographer Michael Fatali pleaded guilty Friday to seven federal misdemeanors for starting fires in two Utah national parks, including a blaze that marred sandstone underneath Delicate Arch -- the state icon that graces some license plates.
Fatali, who started the fires to achieve dramatic lighting effects during photo shoots, faces up to 6 months in federal prison and a $5,000 fine on each count when he is sentenced in February. Fatali has agreed to pay restitution to the National Park Service, a sum that prosecutors estimate will be $16,000.
Fatali lit the fires with Duraflame logs on Sept. 18 and 19, 2000, to demonstrate to amateur photographers "nighttime photographic techniques," he admitted in a statement to prosecutors. The unauthorized fires scorched and discolored sections of sandstone beneath and next to Delicate Arch in Arches National Park, prosecutors say.
Fatali also admitted Friday that in August 1997 he set two fires at Canyonlands National Park that also damaged park resources. Prosecutor Wayne Dance said Fatali's crimes have untold victims. Thousands of tourists visit the parks each year.
"Our national parks are here for the enjoyment of current and future generations," Dance said. "It's a matter that's very serious."
Fatali declined to comment and his attorney, Kristine Rogers, deferred comment until her client is sentenced on Feb. 1, 2001.
In his statement to prosecutors, Fatali said he brought aluminum pans to the shoots to contain the fire. The pans failed, however, and the Duraflame logs burned directly on the sandstone, causing damage directly under and to the west and east of the arch. Fatali also said some of the sooty, oily residue was tracked onto the sandstone after he stomped on the duraflame logs. Fatali told U.S. Magistrate Samuel Alba he did not have a permit to light any of the fires.
Park visitors reported the damage to rangers the next morning.
Officials were able to remove some of the scorch marks immediately, but remaining scars from the fire have proven difficult for park service employees to eradicate.
On Aug. 12, 1997, Fatali used wood from Canyonlands National Park to build a fire at Horsehoof Arch. The next day, he did the same thing at a slot canyon known as "The Joint Trail."
Fatali, 36, who is known for his stunning images of Utah's desert landscapes, operates a gallery outside Zion National Park in Springdale and a photography school in nearby Rockville.
Photographer admits fire role.By Angie Welling Deseret News staff writer Friday, December 7, 2001.
The nature photographer accused of setting fires at Delicate Arch last year pleaded guilty Friday in federal court. Michael Fatali, Springdale, also pleaded guilty to setting two fires in Canyonlands National Park in August 1997. The 36-year-old professional photographer faces up to six months in prison and a $5,000 fine for each of the seven misdemeanor counts. Fatali also agreed to pay full restitution to the National Park Service for damage caused by the fires. Restoration is estimated at more than $16,000. On Sept. 18, 2000, Fatali led a group of amateur photographers to Delicate Arch to photograph the famous four-story sandstone arch, which is the backdrop of some Utah license plates. At his direction, Fatali's assistant and others from the group set two fires, one directly under the arch and another to the east of the structure. Aluminum baking pans brought along to contain the fire failed, and the flames scorched and discolored the sandstone. Fatali tried to stomp out the fires, but one was still burning when the group left the area.
Park visitors reported the damage to rangers the next morning. Officials were able to remove some of the scorch marks immediately, but remaining scars from the fire could not be removed because an oily or waxy stain had penetrated the rock. Fatali on Friday also admitted to starting two fires in Canyonlands National Park, the first on Aug. 12, 1997, at Horsehoof Arch and again on Aug. 13, 1997, at the Joint Trails Needles District. He used wood from within the park to start the two fires, he said. According to prosecutors, in November 2000 Fatali sent an e-mail message to members of the photography community apologizing for what happened, saying he "seriously regretted" the incident. "I simply screwed up," the message said. Defense attorney Kristine Rogers declined to comment Friday, saying Fatali would make a statement after his Feb. 1, 2002, sentencing hearing. Assistant U.S. Attorney Wayne Dance said Fatali fully acknowledged his criminal conduct by pleading guilty to all seven counts as charged. "It's a matter that's very serious," Dance said. "All of our national parks are for the enjoyment of future generations."»Michael Fatali - http://www.fatali.com/
Fonte: Salt Lake Tribune
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Michael Fatali
segunda-feira, outubro 26, 2009
DONA DE CASA, PENÉLOPE CRUZ

Um plano de Penélope Cruz muito pouco ortodoxo, com uma composição muito vulgar, resulta numa fotografia absolutamente excepcional. Com estes "argumentos" esta senhora é a "DONA DE CASA".
Do filme VOLVER de 2006, de Pedro Almodóvar, com fotografia de José Luis Alcaine. Admito que este plano seja obra do último. À época, Penélope Cruz, teria os seus vigoros e maduros 32 anos.
Este fotografia foi tirada do seguintes blogues: E Deus Criou a Mulher, The Ballad of the Broken Birdie.
UNRAVEL, DESFIAR, DE BJORK
UNRAVEL
While you are away
My heart comes undone
Slowly unravels
In a ball of yarn
The devil collects it
With a grin
Our love
In a ball of yarn
He'll never return it
So when you come back
We'll have to make new love
He'll never return it
When you come back
We'll have to make new love
While you are away
My heart comes undone
Slowly unravels
In a ball of yarn
The devil collects it
With a grin
Our love, our love,
In a ball of yarn
He'll never return it
When you come back
We'll have to make new love
He'll never return it
When you come back
We'll have to make new love
He'll never return it
When you come back
We'll have to make new love
Unravel - Bjork (versão original)
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domingo, outubro 25, 2009
ZÉ DO CAROÇO
"Zé do Caroço" de Seu Jorge e Ana CarolinaNo serviço de auto-falante
Do morro do Pau da Bandeira
Quem avisa é o Zé do Caroço
Que amanhã vai fazer alvoroço
Alertando a favela inteira
Aí como eu queria que fosse em mangueira
Que existisse outro Zé do Caroço
Pra falar de uma vez pra esse moço
Carnaval não é esse colosso
Nossa escola é raiz, é madeira
Mas é o Morro do Pau da Bandeira
De uma Vila Isabel verdadeira
E o Zé do Caroço trabalha
E o Zé do Caroço batalha
E que malha o preço da feira
E na hora que a televisão brasileira
Distrái toda gente com a sua novela
É que o Zé bota a boca no mundo
Ele faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela
Está nascendo um novo líder
No morro do Pau da Bandeira
Está nascendo um novo líder
No morro do Pau da Bandeira
No morro do Pau da Bandeira
No morro do Pau da Bandeira
Lelelelê Lelelelelelelelelê
Lelelelê Lelelelelelelelelê
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domingo, outubro 18, 2009
BEAUTIFUL LIFE
«Gui Boratto é um DJ e produtor brasileiro. Nascido em 1974 na cidade de São Paulo, começou sua carreira em 1993 no ramo publicitário. Entre 1994 e 2004, realizou diversos trabalhos para várias gravadoras no Brasil e no mundo alcançando ao lado da vocalista Patrícia Coelho e Tchorta enorme sucesso com a banda de dance pop Sect. Desde 2005, passou a se dedicar às suas próprias composições e produções. Atualmente, ele comanda juntamente com seu irmão Tchorta uma gravadora independente chamada Mega Music.
Gui Boratto possui várias composições licenciadas a algumas das maiores e mais respeitadas gravadoras européias, como Kompakt, K2, Audiomatique, Harthouse, Plastic City, entre outras. Freqüentemente suas músicas são tocadas e remixadas por famosos DJs do cenário mundial, como Deep Dish, Tiefschwarz, Hernan Cattaneo, etc.
Em 2007, Gui Boratto foi considerado o DJ número 133 do mundo, de acordo com o ranking da revista especializada DJ Mag. [1]. O lançamento do álbum Chromophobia lhe rendeu também o prêmio de Álbum do Mês da revista britânica Migmag em Abril do mesmo ano[2].»
Fonte: Wikipedia.
Conheci BEAUTIFUL LIFE em CHOCAPICTURE
Gui Boratto possui várias composições licenciadas a algumas das maiores e mais respeitadas gravadoras européias, como Kompakt, K2, Audiomatique, Harthouse, Plastic City, entre outras. Freqüentemente suas músicas são tocadas e remixadas por famosos DJs do cenário mundial, como Deep Dish, Tiefschwarz, Hernan Cattaneo, etc.
Em 2007, Gui Boratto foi considerado o DJ número 133 do mundo, de acordo com o ranking da revista especializada DJ Mag. [1]. O lançamento do álbum Chromophobia lhe rendeu também o prêmio de Álbum do Mês da revista britânica Migmag em Abril do mesmo ano[2].»
Fonte: Wikipedia.
Conheci BEAUTIFUL LIFE em CHOCAPICTURE
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Progressive House,
Techno
AUTÁRQUICAS 2009 - OVAR
Câmara Municipal de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 13.837 votos - 48,98% - Mandatos 4;
2. PSD/CDS - 9.412 votos - 33,31% - Mandatos 3;
3. BE - 2.657 votos - 9,4%;
4. CDU - 1.373 votos - 4,86%.
Brancos - 605 votos - 1,37%;
Nulos - 368 votos - 1,30%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 12.905 votos - 45,68% - 10 Mandatos;
2. PSD/CDS - 9.803 votos - 34,70% - 8 Mandatos;
3. BE - 2.881 votos - 10,20% - 2 Mandatos;
4. CDU - 1.619 votos - 5,73% - 1 Mandato;
Brancos - 682 votos - 2,41%;
Nulos - 362 votos - 1,28%.
Para as Diversas Assembleias de Freguesia do Concelho de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 11.976 votos - 42,39% - 46 Mandatos;
2. PSD/CDS - 10.978 votos - 38,86% - 36 Mandatos;
3. BE - 1.551 votos - 5,51% - 3 Mandatos;
4. CDU - 1.498 votos - 5,30% - 1 Mandato;
Brancos - 577 votos - 2,04%;
Nulos - 446 votos - 1,58%.
Todos os resultados a nível nacional:
Autárquicas 2009
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 13.837 votos - 48,98% - Mandatos 4;
2. PSD/CDS - 9.412 votos - 33,31% - Mandatos 3;
3. BE - 2.657 votos - 9,4%;
4. CDU - 1.373 votos - 4,86%.
Brancos - 605 votos - 1,37%;
Nulos - 368 votos - 1,30%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 12.905 votos - 45,68% - 10 Mandatos;
2. PSD/CDS - 9.803 votos - 34,70% - 8 Mandatos;
3. BE - 2.881 votos - 10,20% - 2 Mandatos;
4. CDU - 1.619 votos - 5,73% - 1 Mandato;
Brancos - 682 votos - 2,41%;
Nulos - 362 votos - 1,28%.
Para as Diversas Assembleias de Freguesia do Concelho de Ovar:
Eleitores - 48.055;
Votantes - 28.252 - 58,79%;
1. PS - 11.976 votos - 42,39% - 46 Mandatos;
2. PSD/CDS - 10.978 votos - 38,86% - 36 Mandatos;
3. BE - 1.551 votos - 5,51% - 3 Mandatos;
4. CDU - 1.498 votos - 5,30% - 1 Mandato;
Brancos - 577 votos - 2,04%;
Nulos - 446 votos - 1,58%.
Todos os resultados a nível nacional:
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AUTÁRQUICAS 2009
Com base nos resultados apurados na secção de voto nº3 no Orfeão de Ovar(onde fui membro da mesa) da Assembleia de Voto da Freguesia de Ovar do Circulo Eleitoral de Aveiro, os diversos Partidos que sujeitaram ao acto elitora obtiveram os seguintes resultados:
Câmara Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,5%;
1. PS - 266 votos - 40,61%;
2. PSD/PSD - 233 votos - 35,57%;
3. BE - 100 votos - 15,27%;
4. CDU - 41 votos - 7,59%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 6 votos - 0,92%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PS - 254 votos - 38,78%;
2. PSD/PSD - 240 votos - 36,64%;
3. BE - 84 votos - 12,82%;
4. CDU - 59 votos - 9,01%.
Brancos - 11 votos - 1,68%;
Nulos - 7 votos - 1,07%.
Assembleia de Freguesia de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PSD/PSD - 318 votos - 48,55%;
2. PS - 194 votos - 29,62%;
3. BE - 64 votos - 9,77%;
4. CDU - 58 votos - 8,85%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 12 votos - 1,83%.
Câmara Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,5%;
1. PS - 266 votos - 40,61%;
2. PSD/PSD - 233 votos - 35,57%;
3. BE - 100 votos - 15,27%;
4. CDU - 41 votos - 7,59%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 6 votos - 0,92%.
Assembleia Municipal de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PS - 254 votos - 38,78%;
2. PSD/PSD - 240 votos - 36,64%;
3. BE - 84 votos - 12,82%;
4. CDU - 59 votos - 9,01%.
Brancos - 11 votos - 1,68%;
Nulos - 7 votos - 1,07%.
Assembleia de Freguesia de Ovar:
Eleitores - 1000;
Votantes - 655 - 65,50%;
1. PSD/PSD - 318 votos - 48,55%;
2. PS - 194 votos - 29,62%;
3. BE - 64 votos - 9,77%;
4. CDU - 58 votos - 8,85%.
Brancos - 9 votos - 1,37%;
Nulos - 12 votos - 1,83%.
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sábado, outubro 17, 2009
DOSSIER HONDURAS
1. PCP Condena Golpe - Ler aqui;
2. Golpistas impedem regresso de Zelaya e reprimem protestos - Ler aqui;
3. Quando perguntar é probido - Ler aqui;
4. Frente Contra o Golpe rejeita acordo - Ler aqui;
5. Militares impedem povo de acolher presidente - Ler aqui;
6. Conselho Mundial da Paz apela à solidariedade - Ler aqui;
7. Hondurenhos resistem nas ruas - Ler aqui;
8. PCP manifesta solidariedade - Ler aqui;
9. Zelaya afrontou interesses muito poderosos - Ler aqui;
10. Um grito de libertação - Ler aqui;
11. Povo na rua desafia ditadura - Ler aqui;
12. As botas cardadas da ditadura - Ler aqui;
13. OEA falha diálogo nas Honduras - Ler aqui;
Fonte: Jornal Avante.
2. Golpistas impedem regresso de Zelaya e reprimem protestos - Ler aqui;
3. Quando perguntar é probido - Ler aqui;
4. Frente Contra o Golpe rejeita acordo - Ler aqui;
5. Militares impedem povo de acolher presidente - Ler aqui;
6. Conselho Mundial da Paz apela à solidariedade - Ler aqui;
7. Hondurenhos resistem nas ruas - Ler aqui;
8. PCP manifesta solidariedade - Ler aqui;
9. Zelaya afrontou interesses muito poderosos - Ler aqui;
10. Um grito de libertação - Ler aqui;
11. Povo na rua desafia ditadura - Ler aqui;
12. As botas cardadas da ditadura - Ler aqui;
13. OEA falha diálogo nas Honduras - Ler aqui;
Fonte: Jornal Avante.
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Manuel Zelaya
ENTREVISTA A YANG DELI
Entrevista a Yang Deli, membro do CC do PCCh
«O nosso desenvolvimento não é uma ameaça a ninguém»
A China é hoje a terceira economia mundial. Mesmo no contexto da crise capitalista, mantém uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto na ordem dos 8 por cento para o ano de 2009. Em entrevista concedida ao nosso jornal, o responsável pela delegação do Partido Comunista da China (PCCh) na Festa do Avante!, conselheiro do Departamento Internacional do Comité Central do PCCh, Yang Deli, explicou que se essa meta for alcançada estará dado um passo importante na resposta às consequências da crise no país e, simultaneamente, manter-se-á o caminho de desenvolvimento iniciado há quase duas décadas, processo, frisou ainda, cujo objectivo não é ameaçar ninguém ou conquistar uma posição hegemónica.
Artigo Completo: Ler Aqui.
Fonte: Jornal Avante.
«O nosso desenvolvimento não é uma ameaça a ninguém»
A China é hoje a terceira economia mundial. Mesmo no contexto da crise capitalista, mantém uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto na ordem dos 8 por cento para o ano de 2009. Em entrevista concedida ao nosso jornal, o responsável pela delegação do Partido Comunista da China (PCCh) na Festa do Avante!, conselheiro do Departamento Internacional do Comité Central do PCCh, Yang Deli, explicou que se essa meta for alcançada estará dado um passo importante na resposta às consequências da crise no país e, simultaneamente, manter-se-á o caminho de desenvolvimento iniciado há quase duas décadas, processo, frisou ainda, cujo objectivo não é ameaçar ninguém ou conquistar uma posição hegemónica.
Artigo Completo: Ler Aqui.
Fonte: Jornal Avante.
sexta-feira, outubro 02, 2009
LEGISLATIVAS 2009
No período de falencia do capitalismo, não sei bem como ... mas as forças de direita triunfam. Refiro-me a este facto, porque na minha opinião e com muita tristeza minha o CDS-PP foi a força partidária que venceu estas legislativas. O cenário na europa é semelhante ou ainda mais grave. Onde está o sentido crítico do povo?
Com base nos resultados nacionais apurados, o PS alcançou 36.56% dos votos, o PSD 29.09%, o CDS/PP 10.46%, o BE 9.85% e a CDU 7.88%.
Com base nos resultados apurados na secção de voto nº3 (onde fui membro da mesa) da Assembleia de Voto da Freguesia de Ovar do Circulo Eleitoral de Aveiro, o PS alcançou 40.83% dos votos, o PSD 29.51%, o BE 11.60%, a CDU 7.59% e o CDS/PP 6.30%.
Com base nos resultados nacionais apurados, o PS alcançou 36.56% dos votos, o PSD 29.09%, o CDS/PP 10.46%, o BE 9.85% e a CDU 7.88%.
Com base nos resultados apurados na secção de voto nº3 (onde fui membro da mesa) da Assembleia de Voto da Freguesia de Ovar do Circulo Eleitoral de Aveiro, o PS alcançou 40.83% dos votos, o PSD 29.51%, o BE 11.60%, a CDU 7.59% e o CDS/PP 6.30%.
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domingo, setembro 27, 2009
HOJE É DIA DE ELEIÇÕES LEGISLATIVAS ...
... daremos mais força a quem merece.

Gosto desta fotografia porque tem um sentido estético muito apurado, e a expressão corporal do elemento dos "Tocá Rufar" dá muita força à imagem.
Esta fotografia foi "arrebatada" ao blogue, "O Tempo das Cerejas" um dos melhores blogues da blogosfera portuguesa, concebido por Vítor Dias. Contudo, desconheço o autor da fotografia.

Gosto desta fotografia porque tem um sentido estético muito apurado, e a expressão corporal do elemento dos "Tocá Rufar" dá muita força à imagem.
Esta fotografia foi "arrebatada" ao blogue, "O Tempo das Cerejas" um dos melhores blogues da blogosfera portuguesa, concebido por Vítor Dias. Contudo, desconheço o autor da fotografia.
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Fotografia,
O Tempo das Cerejas
U2 EM COIMBRA EM OUTUBRO DE 2010

Fotografia de MJ Kim/AP
«Os U2 vão actuar a 02 de Outubro de 2010 no Estádio de Coimbra, no âmbito da "360º Tour", disse hoje à agência Lusa fonte da promotora Ritmos e Blues.
A promotora referiu que marcará para breve uma conferência de imprensa para revelar todos os pormenores sobre o concerto, o primeiro do grupo em Coimbra, e a data em que os bilhetes serão colocados à venda.» - JN.
THE CULT AO VIVO NO COLISEU DE LISBOA [REPORTAGEM - BLITZ]

Quando a acordei já estavamos a 25 de Setembro, data marcada para o concerto dos CULT no Coliseu do Recreios em Lisboa. Para mais, o cerne desta tournée trata-se do album LOVE, o meu favorito desta banda. Segue o vídeo de uma das minhas músicas favoritas dos CULT - SHE SELLS SANTUARY, a reportagem do concerto a cargo do jornal BLITZ e ainda o alinhamento das canções com que esta banda brindou os presentes.
«The Cult ao vivo no Coliseu de Lisboa [reportagem]
Ian Astbury e companhia estão aí para as curvas e esgotaram o Coliseu lisboeta. A banda não se deixou fotografar por profissionais: mostre-nos as suas fotos e vídeos do concerto no Forum BLITZ.
Ao contrário de muitos músicos da mesma geração, Ian Astbury e Billy Duffy parecem conviver de forma relativamente pacífica com o facto de, sobretudo ao longo dos últimos anos, os The Cult se terem transformado numa banda essencialmente nostálgica.
A partir do momento em que se separou pela primeira vez, em 1995, o duo embarcou numa carreira errática e, talvez por isso, a natureza mais experimental e desafiante de discos como Beyond Good and Evil e Born Into This não foi recebida de forma tão consensual como seria de esperar pela sua base de seguidores.
A dada altura tornou-se claro que os fãs dos The Cult estavam interessados em ouvir essencialmente os temas do fundo de catálogo do grupo e esta digressão mais recente, apelidada Love Live , é um exemplo irrefutável de que os músicos estão dispostos a fazer-lhes a vontade.
O público correspondeu em massa ao apelo e, surpresa das surpresas, esgotou na totalidade a capacidade do Coliseu dos Recreios. Poucos minutos antes das 21:45, Astbury e Duffy - acompanhados por Mike Dimwick na segunda guitarra, Chris Wyse no baixo e John Tempesta na bateria - subiram ao palco da mítica sala da capital e atacaram de imediato "Nirvana", o tema de abertura de Love .
"Big Neon Glitter" e o tema-título do álbum que os catapultou para um sucesso em larga escala há mais de duas décadas denunciaram desde logo que o quarteto estava ali para interpretar o disco na íntegra e, seguindo o alinhamento original, a sorumbática "Brother Wolf, Sister Moon" deu seguimento a uma prestação imaculada em termos de interpretação.
Ian até pode ter ganho uns quilinhos desde que passou por Portugal pela última vez, mas as suas cordas vocais continuam imaculadas e a displicência com que continua a distribuir pandeiretas pelo público compensa o facto de cada vez passar mais tempo agarrado ao microfone.
Billy, por seu lado, parece estar cada vez mais magro e, com a naturalidade que se lhe conhece, continua a destilar riffs e solos de guitarra com uma mestria impressionante. Dimwick, Wyse e Tempesta são músicos de eleição e, claro, não deixaram os seus créditos por mãos alheias numa noite que se queria de celebração.
Talvez por isso a música tenha falado mais alto que tudo o resto, fazendo ignorar os pequenos problemas técnicos inerentes ao facto deste ser o primeiro concerto da tour e, em grande parte, até as imagens que foram projectadas atrás dos músicos durante toda a actuação.
"Rain", "Revolution" e, sobretudo, "She Sells Sanctuary" foram os pontos altos da primeira parte do concerto e puseram a sala em êxtase. A dada altura estava toda a gente a cantar, a dançar e a pular - da plateia às bancadas, passando até pelos camarotes. Uma prova de que, à semelhança dos seus ídolos, o público dos The Cult parece estar "pronto para as curvas".
Depois de um pequeno interlúdio instrumental, a banda voltou ao palco para interpretar uma espécie de best of durante o qual tocaram duas canções da sua fase mais recente e também alguns clássicos, culminado com a apoteose de "Love Removal Machine".
Não é preciso muito para adivinhar quais foram recebidas de forma mais efusiva, pois não?
Alinhamento
Nirvana
Big Neon Glitter
Love
Brother Wolf, Sister Moon
Rain
Phoenix
Hollow Man
Revolution
She Sells Sanctuary
Black Angel
Electric Ocean
Wildflower
Sun King
Rise
Dirty Little Rockstar
Fire Woman
Love Removal Machine
Texto: José Miguel Rodrigues - Blitz»
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