segunda-feira, junho 13, 2005
domingo, junho 12, 2005
NOVAS LIGAÇÕES NO NELSU
- [Link] Alma Nómada, blogue de um caminhante, Hélder o "Asterix", energia que nunca mais acaba;
- [Link] Amigos do Cáster, um blogue criado por mim para uma associação que tão bem me acolheu;
- [Link] Murcon, o blog de um tal de Júlio Machado Vaz, alguém conhece?
- [Link] The Amanzing Trout Blog, um que há muito já estava para ser "linkado" ao Nelsu;
- [Link], Portal de Ovar, tenho que dispensar mais atenção à minha terra;
- [Link] Música e Dança Portuguesa, arquivo ;

- [Link] Sérgio Godinho, arquivo;
- [Link] Sérgio Godinho, discografia.
Som do momento: A minha cachopa - Letra e Música de Sérgio Godinho
«A minha cachopa sabe a chocolate
Não sei de mulher que melhor me trate
Seus olhos dão mais luz que uma janela
Trança amarela traz
A balançar cá p'ró rapaz.
A minha cachopa sabe a chocolate
Só a dormir é que diz disparate
Falta ao respeito com uma gargalhada
Fala de nada e tudo
Deixa-me embasbacado e mudo.
[refrão]
A minha cachopa sabe a chocolate
Roubou-me um beijo e eu paguei o resgate
Assaltou casas nos meus seis sentidos
Dois foragidos fomos
Desta certeza agora somos.
Anda cachopa
Puxa o corpo p'ró mar
Anda cachopa
Puxa a filha p'ró ar.
A minha cachopa sabe a chocolate
Quem não a conhece amor deste quilate
Não faz ideia da vida que dá
Ao deus dará viveu
Perdido no que não é seu.
Anda cachopa
Puxa o corpo p'ró mar
Anda cachopa
Puxa a filha p'ró ar.»
Música de intervenção ;-)))
- [Link] Amigos do Cáster, um blogue criado por mim para uma associação que tão bem me acolheu;
- [Link] Murcon, o blog de um tal de Júlio Machado Vaz, alguém conhece?
- [Link] The Amanzing Trout Blog, um que há muito já estava para ser "linkado" ao Nelsu;
- [Link], Portal de Ovar, tenho que dispensar mais atenção à minha terra;
- [Link] Música e Dança Portuguesa, arquivo ;
- [Link] Sérgio Godinho, arquivo;
- [Link] Sérgio Godinho, discografia.
Som do momento: A minha cachopa - Letra e Música de Sérgio Godinho
«A minha cachopa sabe a chocolate
Não sei de mulher que melhor me trate
Seus olhos dão mais luz que uma janela
Trança amarela traz
A balançar cá p'ró rapaz.
A minha cachopa sabe a chocolate
Só a dormir é que diz disparate
Falta ao respeito com uma gargalhada
Fala de nada e tudo
Deixa-me embasbacado e mudo.
[refrão]
A minha cachopa sabe a chocolate
Roubou-me um beijo e eu paguei o resgate
Assaltou casas nos meus seis sentidos
Dois foragidos fomos
Desta certeza agora somos.
Anda cachopa
Puxa o corpo p'ró mar
Anda cachopa
Puxa a filha p'ró ar.
A minha cachopa sabe a chocolate
Quem não a conhece amor deste quilate
Não faz ideia da vida que dá
Ao deus dará viveu
Perdido no que não é seu.
Anda cachopa
Puxa o corpo p'ró mar
Anda cachopa
Puxa a filha p'ró ar.»
Música de intervenção ;-)))
sábado, junho 11, 2005
FORÇA, FORÇA, COMPANHEIRO VASCO, NÓS SEREMOS A MURALHA DE AÇO
MORREU O ANTIGO PRIMEIRO MINISTRO VASCO GONÇALVES [1922 - 2005]
«O General Vasco Gonçalves, antigo capitão de Abril e antigo primeiro-ministro dos II, III, IV e V Governos Provisórios ( II, III, IV e V) morreu, este sábado, aos 83 anos de idade.[...]
[...]Pai das nacionalizações, da reforma agrária, de novas condições laborais que passaram pelo salário mínimo, dos subsídios de Natal e de férias, Vasco Gonçalves defendeu o socialismo como o pai do homem novo, o socialismo pronto a revolucionar o mundo. [...]
[...] Foi com este ideal em mente que o antigo primeiro-ministro dos governos provisórios deu uma entrevista no 25 de Abril de 2005, onde defendeu que são os operários e os trabalhadores dos EUA que têm de fazer a revolução para que ela alastre a todo mundo. [...]» [Link]

[...] «O projecto revolucionário, como o concebera, não se concretizou. Mas não há calúnia nem agressão à história que possa apagar o significado da participação decisiva na Revolução de Vasco Gonçalves, cidadão, soldado e patriota. Ele foi com Álvaro Cunhal um dos grandes portugueses do século XX.» por Miguel Urbano Rodrigues, em [Resistir.Info - Link]
Declaração de Vasco Gonçalves na celebração do 31º aniversário do 25 de Abril, também no Resistir.Info, achada no Bd'E2 [Link].
Uma bela fotografia de Eduardo Gageiro a Vasco Gonçalves, achada no Barnabé [Link].
A Canção "COMPANHEIRO VASCO"
Força, força companheiro Vasco
Nós seremos a muralha de aço
Há quem queira fazer marcha atrás
Há quem queira meter o travão
Mas o povo acelera e faz
O caminho da revolução
Há quem queira mandar para os quartéis
Os soldados, nosso povo armado
Mas a casa dos amigos certos
É na rua e do nosso lado
Há quem queira deixar esta terra
Ao alcance dos monopolistas
Mas o povo não desarma e diz
Não queremos os capitalistas
Há quem queira deixar como está
O poder dos latifundários
Mas o pavo não alinha mais
Co'a preguiça dos senhores agrários
«O General Vasco Gonçalves, antigo capitão de Abril e antigo primeiro-ministro dos II, III, IV e V Governos Provisórios ( II, III, IV e V) morreu, este sábado, aos 83 anos de idade.[...]
[...]Pai das nacionalizações, da reforma agrária, de novas condições laborais que passaram pelo salário mínimo, dos subsídios de Natal e de férias, Vasco Gonçalves defendeu o socialismo como o pai do homem novo, o socialismo pronto a revolucionar o mundo. [...]
[...] Foi com este ideal em mente que o antigo primeiro-ministro dos governos provisórios deu uma entrevista no 25 de Abril de 2005, onde defendeu que são os operários e os trabalhadores dos EUA que têm de fazer a revolução para que ela alastre a todo mundo. [...]» [Link]
[...] «O projecto revolucionário, como o concebera, não se concretizou. Mas não há calúnia nem agressão à história que possa apagar o significado da participação decisiva na Revolução de Vasco Gonçalves, cidadão, soldado e patriota. Ele foi com Álvaro Cunhal um dos grandes portugueses do século XX.» por Miguel Urbano Rodrigues, em [Resistir.Info - Link]
Declaração de Vasco Gonçalves na celebração do 31º aniversário do 25 de Abril, também no Resistir.Info, achada no Bd'E2 [Link].
Uma bela fotografia de Eduardo Gageiro a Vasco Gonçalves, achada no Barnabé [Link].
A Canção "COMPANHEIRO VASCO"
Força, força companheiro Vasco
Nós seremos a muralha de aço
Há quem queira fazer marcha atrás
Há quem queira meter o travão
Mas o povo acelera e faz
O caminho da revolução
Há quem queira mandar para os quartéis
Os soldados, nosso povo armado
Mas a casa dos amigos certos
É na rua e do nosso lado
Há quem queira deixar esta terra
Ao alcance dos monopolistas
Mas o povo não desarma e diz
Não queremos os capitalistas
Há quem queira deixar como está
O poder dos latifundários
Mas o pavo não alinha mais
Co'a preguiça dos senhores agrários
«OS CINQUENTA MOMENTOS POLÍTICOS MAIS IMPORTANTES DEPOIS DO 25 DE ABRIL (1974-2005)»
«1. O primeiro 1º de Maio, o respirar inicial da liberdade, mas também o sinal das ambiguidades de uma mudança que continha em si mesma várias “revoluções”, nem todas democráticas. Responsáveis: os “capitães de Abril” (1 de Maio de 1974).
2. Criação dos partidos democráticos depois do 25 de Abril: a estruturação do PS na legalidade, a criação do PPD e do CDS nos meses de Maio a Julho de 1974. Responsáveis: Mário Soares, Tito de Morais e Ramos da Costa no PS; Sá Carneiro, Balsemão e Magalhães Mota no PPD, Freitas do Amaral e Amaro da Costa no CDS.»
[...]
«49. Dissolução da Assembleia da República e fim do governo Santana Lopes - Paulo Portas, a primeira vez que uma dissolução é realizada com argumentos de incompetência do Primeiro-ministro. Responsável: Jorge Sampaio (Novembro 2004).
50. Maioria absoluta do PS, abrindo o primeiro ciclo de governabilidade em condições de estabilidade do PS. Responsável: José Sócrates (20 de Fevereiro de 2005).»
[Abrupto - Link]
2. Criação dos partidos democráticos depois do 25 de Abril: a estruturação do PS na legalidade, a criação do PPD e do CDS nos meses de Maio a Julho de 1974. Responsáveis: Mário Soares, Tito de Morais e Ramos da Costa no PS; Sá Carneiro, Balsemão e Magalhães Mota no PPD, Freitas do Amaral e Amaro da Costa no CDS.»
[...]
«49. Dissolução da Assembleia da República e fim do governo Santana Lopes - Paulo Portas, a primeira vez que uma dissolução é realizada com argumentos de incompetência do Primeiro-ministro. Responsável: Jorge Sampaio (Novembro 2004).
50. Maioria absoluta do PS, abrindo o primeiro ciclo de governabilidade em condições de estabilidade do PS. Responsável: José Sócrates (20 de Fevereiro de 2005).»
[Abrupto - Link]
quarta-feira, junho 08, 2005
EXPERIMENTAÇÃO
quarta-feira, junho 01, 2005
REGIÃO DA RAIA CENTRO NORTE [IV]– OUTRO ELEMENTO MIRANDÊS
[30Maio2005] No restaurante “O Mirandês” encontrei um exemplar da gaita-de-foles mirandesa fixa à parede. Segundo a proprietária o exemplar terá uns 50 anos [???]. Indicou-me dois fabricantes deste instrumento, um em Constantim, outro em Vila Chã. Ambas freguesias do concelho de Miranda do Douro [MdD]. O museu de MdD estava fechado, por isso não pude explorar mais o tema.
REGIÃO DA RAIA CENTRO NORTE [III]– ONTE NUM PUDO IR L CINEMA. UN ABRAÇO/BEISO
[30Maio2005] Achado desta breve incursão à região da raia centro-norte, O MIRANDÊS – Talvez o aspecto mais interessante desta estirada de 5 dias foi, o meu primeiro contacto com o Mirandês.
«No extremo nordeste de Portugal, ao longo da fronteira a sul de Alcanices, entre a ribeira de Angueira, a poente e sul, e o rio Douro, a nascente, existe um conjunto de aldeias onde as pessoas utilizam entre si duas línguas: o português e o mirandês. […] o primeiro é utilizado em qualquer circunstância; o segundo […] geralmente confinado à família às relações entre vizinhos e aldeias.» […] , [Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa, Miranda do Douro/Lisboa - 1999].

Imagem - [Link]
[…] «A partir de hoje, o mirandês, cujas origens são anteriores à nacionalidade, deverá ser conhecido como língua oficial em Portugal. [17 Setembro 2005]» […]
[…] O mirandês é falado por cerca de 15 mil pessoas numa "área de aproximadamente 500 quilómetros quadrados, a sudeste do distrito de Bragança, ao longo da fronteira com a Espanha, abrangendo o concelho de Miranda do Douro e uma parte do Vimioso", escreve Júlio Meirinho, natural daquela região, na fundamentação do projecto de lei.
Nem português nem castelhano, nem sequer uma mistura dos dois, o mirandês é uma derivação do asturo-leonês, vestígio histórico dos tempos anteriores à fundação nacional, quando aquela região fazia parte do Reino de Leão. O isolamento do resto do país e o facto de não pertencer a Espanha permitiu a sobrevivência do mirandês, quando o castelhano e o português se impuseram como as línguas dominantes."Embora o mirandês tenha evoluído de uma forma própria, é evidente a sua filiação no asturo-leonês", disse ao PÚBLICO Domingos Raposo, que ensina mirandês na Escola EB2 de Miranda do Douro.[…] Foi Leite de Vasconcelos que revelou oficialmente a existência do mirandês, em 1882, e que fez os primeiros estudos sobre esta língua. Mas o falar de Miranda permaneceu envergonhado - "a língua do campo, do lar e do amor", como dizia Leite de Vasconcelos – durante muitos anos. […]
[…] O "chaco" e o "fidalgo". Na região, só as gentes das aldeias o continuaram a falar, enquanto em Miranda do Douro, a sede do concelho, se adoptava a "língua fidalga" (o português). O mirandês era o "chaco" (lê-se tch), palavra associada "a uma coisa baixa, à vergonha", explica Júlio Meirinho.
[…] Há […] o problema dos dialectos secundários: a "lhêngua" que se fala em Sendim é diferente da que se fala em Fonte de Aldeia, distando as duas localidades meia dúzia de quilómetros.
Convenção Ortográfica. […] Por este motivo, um grupo de investigadores universitários da área da linguistica- como Manuela Barros Ferreira, Ivo de Castro e Rita Marquilhas, da Faculdade de Letras de Lisboa, Cristina Martins da Universidade de Coimbra, António Bárbolo Alves, da Universidade do Minho, e Domingos Raposo - elaborou já uma Convenção Ortográfica da língua mirandesa.» [Instituto Camões].
Não chegaram a 24 horas a minha estadia em Miranda do Douro, talvez por isso não tenha retido mais do que esta mensagem que enviei a alguns amigos: Onte num pudo ir l cinema. Un abraço/beiso.
«No extremo nordeste de Portugal, ao longo da fronteira a sul de Alcanices, entre a ribeira de Angueira, a poente e sul, e o rio Douro, a nascente, existe um conjunto de aldeias onde as pessoas utilizam entre si duas línguas: o português e o mirandês. […] o primeiro é utilizado em qualquer circunstância; o segundo […] geralmente confinado à família às relações entre vizinhos e aldeias.» […] , [Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa, Miranda do Douro/Lisboa - 1999].
Imagem - [Link]
[…] «A partir de hoje, o mirandês, cujas origens são anteriores à nacionalidade, deverá ser conhecido como língua oficial em Portugal. [17 Setembro 2005]» […]
[…] O mirandês é falado por cerca de 15 mil pessoas numa "área de aproximadamente 500 quilómetros quadrados, a sudeste do distrito de Bragança, ao longo da fronteira com a Espanha, abrangendo o concelho de Miranda do Douro e uma parte do Vimioso", escreve Júlio Meirinho, natural daquela região, na fundamentação do projecto de lei.
Nem português nem castelhano, nem sequer uma mistura dos dois, o mirandês é uma derivação do asturo-leonês, vestígio histórico dos tempos anteriores à fundação nacional, quando aquela região fazia parte do Reino de Leão. O isolamento do resto do país e o facto de não pertencer a Espanha permitiu a sobrevivência do mirandês, quando o castelhano e o português se impuseram como as línguas dominantes."Embora o mirandês tenha evoluído de uma forma própria, é evidente a sua filiação no asturo-leonês", disse ao PÚBLICO Domingos Raposo, que ensina mirandês na Escola EB2 de Miranda do Douro.[…] Foi Leite de Vasconcelos que revelou oficialmente a existência do mirandês, em 1882, e que fez os primeiros estudos sobre esta língua. Mas o falar de Miranda permaneceu envergonhado - "a língua do campo, do lar e do amor", como dizia Leite de Vasconcelos – durante muitos anos. […]
[…] O "chaco" e o "fidalgo". Na região, só as gentes das aldeias o continuaram a falar, enquanto em Miranda do Douro, a sede do concelho, se adoptava a "língua fidalga" (o português). O mirandês era o "chaco" (lê-se tch), palavra associada "a uma coisa baixa, à vergonha", explica Júlio Meirinho.
[…] Há […] o problema dos dialectos secundários: a "lhêngua" que se fala em Sendim é diferente da que se fala em Fonte de Aldeia, distando as duas localidades meia dúzia de quilómetros.
Convenção Ortográfica. […] Por este motivo, um grupo de investigadores universitários da área da linguistica- como Manuela Barros Ferreira, Ivo de Castro e Rita Marquilhas, da Faculdade de Letras de Lisboa, Cristina Martins da Universidade de Coimbra, António Bárbolo Alves, da Universidade do Minho, e Domingos Raposo - elaborou já uma Convenção Ortográfica da língua mirandesa.» [Instituto Camões].
Não chegaram a 24 horas a minha estadia em Miranda do Douro, talvez por isso não tenha retido mais do que esta mensagem que enviei a alguns amigos: Onte num pudo ir l cinema. Un abraço/beiso.
REGIÃO DA RAIA CENTRO NORTE [II] – MIRANDA, EN LA RUTA DE D. QUIJOTE
[30Maio2005] Saber que Miranda do Douro foi um ponto que onde Cervantes fez passar D. Quixote, foi um dado que me provocou um pequeno sorriso. Tudo isto pouco antes de entrar no restaurante “O Mirandês”, sensivelmente à mesma hora que D. Quixote entrou na casa de D. Diego de Miranda, às 14.00 ... tal qual o D. Quixote.
[…] «Halló don Quijote ser la casa de don Diego de Miranda ancha como de aldea; las armas, empero, aunque de piedra tosca, encima de la puerta de la calle;» […]
[Link – Capítulo XVIII].
Belíssima ilustração de D. Quixote [Link].
A comemoração da TSF [Link].
[…] «Halló don Quijote ser la casa de don Diego de Miranda ancha como de aldea; las armas, empero, aunque de piedra tosca, encima de la puerta de la calle;» […]
[Link – Capítulo XVIII].
Belíssima ilustração de D. Quixote [Link].
A comemoração da TSF [Link].
REGIÃO DA RAIA CENTRO NORTE [I] – IMAGENS
[30Maio2005]

O filme "A sombra dos abutres" de Lionel Vieira [também ele Mirandês] apresentou-me estes cenários, não quis deixar de lá ir, e ver "in loco".
É difícil, encontrar algo tão inóspito, singular, no nosso território. As imagens seguintes foram tiradas mesmo ao lado de Miranda do Douro, concretamente em S. João das Arribas, área do Parque Natural do Douro Internacional.

O próprio Lionel Vieira confirma-o nesta entrevistas:
- Qual é o tema do filme?
- Passa-se na última década do antigo regime e situa-se nas minas do volfrâmio, já gastas, em Trás-os-Montes. Os protagonistas são um mineiro e um pastor, dois homens que se descobrem numa fuga, que descobrem do que são capazes e não são capazes. Há um «pide» que lhes dá caça e tudo termina em Espanha, numa ponte, num décor fantástico [Link].

Fico sempre com a sensação que a fotografia nunca exprime verdadeiramente o meio envolvente. Fico quase sempre desapontado com a comparação entre o que observo pela objectiva da câmara, e o resultado da fotografia. Sobretudo se forem fotografias panorâmicas. Talvez por limitação fotógrafo.

ESTAS + OUTRAS IMAGENS
Imagem 01 – afagar o ego [Link]
Imagem 02 – majestoso [Link]
Imagem 03 – majestoso [Link]
Imagem 04 – majestoso [Link]
Imagem 05 – majestoso [Link]
Imagem 06 – puro [Link]
Imagem 07 – [Link] Lá bem ao fundo - Embora se use um elemento [neste caso, o meu amigo "Jaquim"] para evidênciar a diferença de nível entre o ponto onde me encontrava e o plano do rio, assim como a imensidão do cenário, esta é claramente daqueles casos em que a fotografia não demonstra a realidade. O desnível entre o ponto onde tiro a fotografia, e o plano do rio são aproximadamente 200m, e com muito vento à mistura ... brrrr ... nada como lá estar e sentir.
O filme "A sombra dos abutres" de Lionel Vieira [também ele Mirandês] apresentou-me estes cenários, não quis deixar de lá ir, e ver "in loco".
É difícil, encontrar algo tão inóspito, singular, no nosso território. As imagens seguintes foram tiradas mesmo ao lado de Miranda do Douro, concretamente em S. João das Arribas, área do Parque Natural do Douro Internacional.
O próprio Lionel Vieira confirma-o nesta entrevistas:
- Qual é o tema do filme?
- Passa-se na última década do antigo regime e situa-se nas minas do volfrâmio, já gastas, em Trás-os-Montes. Os protagonistas são um mineiro e um pastor, dois homens que se descobrem numa fuga, que descobrem do que são capazes e não são capazes. Há um «pide» que lhes dá caça e tudo termina em Espanha, numa ponte, num décor fantástico [Link].
Fico sempre com a sensação que a fotografia nunca exprime verdadeiramente o meio envolvente. Fico quase sempre desapontado com a comparação entre o que observo pela objectiva da câmara, e o resultado da fotografia. Sobretudo se forem fotografias panorâmicas. Talvez por limitação fotógrafo.
ESTAS + OUTRAS IMAGENS
Imagem 01 – afagar o ego [Link]
Imagem 02 – majestoso [Link]
Imagem 03 – majestoso [Link]
Imagem 04 – majestoso [Link]
Imagem 05 – majestoso [Link]
Imagem 06 – puro [Link]
Imagem 07 – [Link] Lá bem ao fundo - Embora se use um elemento [neste caso, o meu amigo "Jaquim"] para evidênciar a diferença de nível entre o ponto onde me encontrava e o plano do rio, assim como a imensidão do cenário, esta é claramente daqueles casos em que a fotografia não demonstra a realidade. O desnível entre o ponto onde tiro a fotografia, e o plano do rio são aproximadamente 200m, e com muito vento à mistura ... brrrr ... nada como lá estar e sentir.
terça-feira, maio 24, 2005
HOMENAGEM DO GATO FEDORENTO AO NOVO CAMPEÃO NACIONAL
RAP, tu também és dos nossos, pá!!! A homenagem, "prontos".
O SABRE DE SABROSA - PORQUE HOJE FUI APELIDADO DE MACHISTA, LÁ VAI ...
Este post é dedicado, a quem me acusa de publicar muitos posts sobre Angelina Jolie. Então cá vai: o Sabre de Sabrosa, e de outros. [Eurosport.com - UK].
P.S.: Vá, dedico também a todas as que rigozijam com um bom sabre.
P.S.: Vá, dedico também a todas as que rigozijam com um bom sabre.
NÃO AO FUNDAMENTALISMO TRIPEIRO
«Desacatos na Avenida dos Aliados
O habitual palco para festejos da cidade do Porto está a ficar marcado por alguns desacatos entre adeptos de FC Porto e Benfica.» A Bola.
O habitual palco para festejos da cidade do Porto está a ficar marcado por alguns desacatos entre adeptos de FC Porto e Benfica.» A Bola.
segunda-feira, maio 23, 2005
BENFICA NO MUNDO - PORTUGAL TURNS RED AS BENFICA FANS REJOICE
Yahoo News - USA [Link];
CNN - USA [Link];
TSN - CANADÁ [Link];
Tribal Football - Australia [Link];
Reuters UK - UK [Link];
Special Broadcasting Service - Australia [Link];
Soccerway - Netherlands [Link];
Globe and Mail - Toronto,Ontario,Canada
[Link];
BBC Sport - UK [Link];
SoccerAge - Italy [Link];
Samba Foot - France [Link];
Soccer365 - Birmingham,Alabama,USA
[Link].
CNN - USA [Link];
TSN - CANADÁ [Link];
Tribal Football - Australia [Link];
Reuters UK - UK [Link];
Special Broadcasting Service - Australia [Link];
Soccerway - Netherlands [Link];
Globe and Mail - Toronto,Ontario,Canada
[Link];
BBC Sport - UK [Link];
SoccerAge - Italy [Link];
Samba Foot - France [Link];
Soccer365 - Birmingham,Alabama,USA
[Link].
domingo, maio 22, 2005
SPORT LISBOA E BENFICA, CAMPEÃO NACIONAL NA ÉPOCA 2004-2005
Para mim, hoje foi um dia de felicidade. O meu clube de eleição foi campeão nacional nos últimos instantes do encontro. O golo de Joeano [link], avançado da Académica [mais um franguito desse grande guarda-redes do F.C. Porto, Vítor Baía], foi o momento decisivo para a atribuição do título, aquela equipa que apesar de tudo foi a melhor desta época.
Só agora posso celebrar, porque este campeonato foi pouco ortodoxo a todos os níveis. A performance do campeão nacional 2004/5, foi bastante irregular.
Desde muito pequenito fui educado a ser benfiquista, além de ser o clube com maior palmarés a nível nacional, o que mais me apaixona neste clube é facto de uma vitória deste calibre significa [ é = ] a MOBILIZAÇÃO NACIONAL, e não só.
BENFICA O CLUBE NACIONAL.
CAMPEÕÕÕÕÕÕÕÕÕÕÕÕÕÕÕEEEEEEEEEEEEEEEES.
Etiquetas:
Benfica,
Desporto,
Futebol,
Sport Lisboa e Benfica
segunda-feira, maio 16, 2005
25 RETALHOS
25. O que se segue «O blog é o melhor e mais recente exemplo da imprevisibilidade da criatividade humana e da reinvenção permanente do hiperespaço. A estranheza inicial que pode ter causado só é comparável ao clarão intuitivo que o reconhecimento do seu potencial acarreta.» [...]
São 25 retalhos da história da blogosfera portuguesa [link]. Todos eles muito bem.
São 25 retalhos da história da blogosfera portuguesa [link]. Todos eles muito bem.
quarta-feira, maio 04, 2005
domingo, maio 01, 2005
quinta-feira, abril 28, 2005
AGORA SIM, VOU DORMIR MUITO MAIS DESCANSADO.
«"A PJ e a Inspecção-Geral da Administração do Território estiveram aqui o tempo que quiseram e nada encontraram", afirmou Valentim Loureiro, acrescentando que a Metro do Porto "é uma empresa séria e bem dirigida".» Se haviam suspeitas, já não há razões para tal.
segunda-feira, abril 25, 2005
segunda-feira, abril 18, 2005
sábado, abril 02, 2005
O SANTO PAPA MORREU, ESTOU DEPRIMIDO
O Santo Papa morreu, estou deprimido. Não pela morte do Papa, mas porque não tenho televisão por cabo. Nestes dias dava jeito.
sexta-feira, abril 01, 2005
sábado, março 26, 2005
100 ANOS, JEAN PAUL SARTRE
Jean Paul Sartre, o centenário do seu nascimento foi a 20 de Março de 2005. Um artigo do JN, do qual destaco, [...]«Se Deus existisse, o homem não era livre, mas Deus não existe e o homem é absolutamente livre, escolhe a partir de si próprio. Nesta liberdade absoluta está a sua autenticidade. Por isso, esclarece Sartre: "Cada vez que o homem escolhe o seu compromisso torna-se-lhe impossível preferir outro". E conclui: "A nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque é um compromisso com a humanidade inteira".» [...]

Artigo completo: Centenário do nascimento de Sartre
«As comemorações do centenário do nascimento (1905) de Jean-Paul Sartre decorrem em Lisboa. É pena que a academia do Porto não tenha dado à efeméride o relevo que merecia. Sartre visitou o Porto em 1975 por solidariedade com o 25 de Abril. Foi um intelectual "engagé", manifestando-se contra a guerra-fria, as guerras na Argélia e no Vietname, defendendo a Revolução Cubana, repudiando a invasão da Checoslováquia e participando na rua, ao lado de trabalhadores e estudantes, na "revolução"de Maio de 68. Nenhum filósofo influenciou tanto o seu próprio tempo e deixou tantas marcas para o futuro como Sartre. Há quem defenda que não há um Sartre, mas três o jovem marxista, o crítico do marxismo e o existencialista ateu. Num debate ocorrido no Club Maintenant, Sartre aceita a palavra existencialismo para designar a sua própria filosofia. Esclarece: "Se Deus não existe há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência ( ) e esse ser é o homem ( ) O homem é apenas aquilo que ele faz de si mesmo. Tal é o princípio do existencialismo". Na sua obra "A náusea", explica que esta resulta da indefinição do homem perante as infinitas possibilidades que o inquietam. Para se libertar da "náusea" o homem tem de usar a liberdade de forma absoluta e incondicionada e fazer da sua vida o seu próprio projecto. Afirma em "O Ser e o Nada": "O homem deve inventar-se a partir do nada que ele é, ao invés de se determinar por algo que lhe é exterior". É na escolha que se manifesta a consciência e a liberdade é o fundamento dos valores que orientam as escolhas. Se Deus existisse, o homem não era livre, mas Deus não existe e o homem é absolutamente livre, escolhe a partir de si próprio. Nesta liberdade absoluta está a sua autenticidade. Por isso, esclarece Sartre: "Cada vez que o homem escolhe o seu compromisso torna-se-lhe impossível preferir outro". E conclui: "A nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque é um compromisso com a humanidade inteira".

[Um bando de intelectuais - Jean Paul Sartre, Simone Beauvoir, Ernesto "Che" Guevara - Imagens]
O existencialismo de Sartre destruiu o dogmatismo, libertou o homem do "inferno dos outros" e, ao colocar a liberdade na condição humana ("o homem é como se projecta"), fez do existencialismo uma ética da responsabilidade num novo humanismo.
Sartre marcou o nosso tempo. Merece que não o esqueçamos.
* Mestre em Filosofia
JOÃO BAPTISTA MAGALHÃES»
Artigo completo: Centenário do nascimento de Sartre
«As comemorações do centenário do nascimento (1905) de Jean-Paul Sartre decorrem em Lisboa. É pena que a academia do Porto não tenha dado à efeméride o relevo que merecia. Sartre visitou o Porto em 1975 por solidariedade com o 25 de Abril. Foi um intelectual "engagé", manifestando-se contra a guerra-fria, as guerras na Argélia e no Vietname, defendendo a Revolução Cubana, repudiando a invasão da Checoslováquia e participando na rua, ao lado de trabalhadores e estudantes, na "revolução"de Maio de 68. Nenhum filósofo influenciou tanto o seu próprio tempo e deixou tantas marcas para o futuro como Sartre. Há quem defenda que não há um Sartre, mas três o jovem marxista, o crítico do marxismo e o existencialista ateu. Num debate ocorrido no Club Maintenant, Sartre aceita a palavra existencialismo para designar a sua própria filosofia. Esclarece: "Se Deus não existe há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência ( ) e esse ser é o homem ( ) O homem é apenas aquilo que ele faz de si mesmo. Tal é o princípio do existencialismo". Na sua obra "A náusea", explica que esta resulta da indefinição do homem perante as infinitas possibilidades que o inquietam. Para se libertar da "náusea" o homem tem de usar a liberdade de forma absoluta e incondicionada e fazer da sua vida o seu próprio projecto. Afirma em "O Ser e o Nada": "O homem deve inventar-se a partir do nada que ele é, ao invés de se determinar por algo que lhe é exterior". É na escolha que se manifesta a consciência e a liberdade é o fundamento dos valores que orientam as escolhas. Se Deus existisse, o homem não era livre, mas Deus não existe e o homem é absolutamente livre, escolhe a partir de si próprio. Nesta liberdade absoluta está a sua autenticidade. Por isso, esclarece Sartre: "Cada vez que o homem escolhe o seu compromisso torna-se-lhe impossível preferir outro". E conclui: "A nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque é um compromisso com a humanidade inteira".
[Um bando de intelectuais - Jean Paul Sartre, Simone Beauvoir, Ernesto "Che" Guevara - Imagens]
O existencialismo de Sartre destruiu o dogmatismo, libertou o homem do "inferno dos outros" e, ao colocar a liberdade na condição humana ("o homem é como se projecta"), fez do existencialismo uma ética da responsabilidade num novo humanismo.
Sartre marcou o nosso tempo. Merece que não o esqueçamos.
* Mestre em Filosofia
JOÃO BAPTISTA MAGALHÃES»
terça-feira, março 15, 2005
UMA HISTÓRIA MUITO PEQUENINA
«Era uma vez quatro pessoas chamadas Toda-a-Gente, Alguém,
Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a
certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.
Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente.
Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas
Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim Toda-a-Gente culpou Alguém quando Ninguém fez o que
Qualquer-Um poderia ter feito.»
Esta belíssima estória, Alguém criou o que Ninguém imaginou. Que esta criatividade não é para Qualquer-Um, Toda-a-Gente o sabe.
Foi o Filipe C. que nos distribui esta pequena obra.
Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a
certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.
Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente.
Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas
Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim Toda-a-Gente culpou Alguém quando Ninguém fez o que
Qualquer-Um poderia ter feito.»
Esta belíssima estória, Alguém criou o que Ninguém imaginou. Que esta criatividade não é para Qualquer-Um, Toda-a-Gente o sabe.
Foi o Filipe C. que nos distribui esta pequena obra.
domingo, março 13, 2005
0-4 PARA NÃO ESQUECER, PORQUE O QUE É NACIONAL É BOM
No alto da sua sensatez Couceiro afirma, «Não é uma noite para esquecer, mas para lembrar muitas vezes» , ao qual respondo - não esquecerei, dará-me sempre um gozo especial lembrar aquela noite de Sexta-Feira. O Nacional da Madeira fez justiça a uma série de más exibições deste clube regionalista, e profundamente sectário.
Entretanto, Benfica isolado na liderança da Super-Liga. Espero que até ao fim do Campeonato.
Entretanto, Benfica isolado na liderança da Super-Liga. Espero que até ao fim do Campeonato.
sábado, março 12, 2005
TOMOU POSSE O XVII GOVERNO CONSTITUCIONAL DA III REPÚBLICA PORTUGUESA
José Sócrates foi empossado como primeiro-ministro do XVII Governo Constitucional. No seu discurso, Sócrates considerou acertada a decisão de Sampaio em convocar eleições antecipadas e disse que os "os portugueses quiseram uma nova maioria".[TSF]
sexta-feira, março 11, 2005
U2
Ainda não tinha prestado muita atenção ao “How to dismantle na atomic bomb” dos U2. Não considero nada de especial. Mais um momento evocação à produção do que à inspiração. Quando o artista tem que seguir por esta via o balanço tende quase sempre mais para o negativo do que para o positivo.
Mesmo assim descarto uma canção “Sometimes You Can’t Make It On Your Own” a qual tem um crescendo que considero absolutamente fabuloso:
«Can - you - hear - me - when - I –
Sing, you're the reason I sing
You're the reason why the opera is in me...»
Este é o pico canção, mais pela música[voz de Vox, Bono Vox] do que pela letra.
De resto, fiquem a saber que os bilhetes para Agosto, são alvo da maior especulação de mercado. A oferta e a procura impõem a sua lei = 1500€, bastam para comprar um bilhete.
quinta-feira, março 10, 2005
A METAMORFOSE - FRANZ KAFKA
«"Uma manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco inseto".
É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor, um caixeiro-viajante "obrigado" que deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa.
Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.
Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também se começam a se manifestar.
A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.
Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa.
A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos.
Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.»
É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor, um caixeiro-viajante "obrigado" que deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa.
Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.
Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também se começam a se manifestar.
A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.
Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa.
A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos.
Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.»
terça-feira, março 08, 2005
08 MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Antes que se torne num alvo do impulso consumista, aqui está o verdadeiro significado de um dia crucial na história da emancipação da mulher.
Porquê?
«Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.»
O que se pretende assinalar?
«Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.»[Fonte-Aqui]
Porquê?
«Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.»
O que se pretende assinalar?
«Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.»[Fonte-Aqui]
DICIONÁRIO ULTRALINGUA.NET - II
Dicionário Ultralingua, é uma ferramenta potentíssima On-Line e gratuíta. É multilingue, traduz literalmente a palavra, e também indica expressões inerentes à palavra.
A ADICIONAR AOS "FAVORITOS":
http://www.ultralingua.net/
A ADICIONAR AOS "FAVORITOS":
http://www.ultralingua.net/
DICIONÁRIO ULTRALINGUA.NET
Dicionário Ultralingua, é uma ferramenta potentíssima On-Line e gratuíto [aproveitar enquanto há]. É multilingue, porém só tenho a possibilidade para verificar a sua qualidade no que diz respeito às traduções Inglês-Português-Inglês. Não só traduz literalmente a palavra, como indica expressões ligadas à palavra em causa. Um verdadeiro achado.
Para além, do link acima, transcrevo o endereço:
http://www.ultralingua.net/
Este achado deve-se ao Blogue Abaixo de Cão, descrito desta maneira: «NA NET DESDE 9 DE SETEMBRO DE 2003. Um blogue íntimo sobre música, literatura, arte, política, internet, ciência, a tragicomédia humana, uff! Sobre tudo e sobre nada, mas principalmente sobre o cidadão português, sempre tratado...abaixo de cão.» Obrigado professor AdC [Vítor].
Para além, do link acima, transcrevo o endereço:
http://www.ultralingua.net/
Este achado deve-se ao Blogue Abaixo de Cão, descrito desta maneira: «NA NET DESDE 9 DE SETEMBRO DE 2003. Um blogue íntimo sobre música, literatura, arte, política, internet, ciência, a tragicomédia humana, uff! Sobre tudo e sobre nada, mas principalmente sobre o cidadão português, sempre tratado...abaixo de cão.» Obrigado professor AdC [Vítor].
sexta-feira, março 04, 2005
O GRANDE CAPITAL
[A Imagem][A outra Imagem]
Pois é, o grande capital
É o tal do gostinho especial
Gosto a limão
Gosto a cereja
Gosto a opressão
Numa bandeja.
Gosto a opressão
Numa bandeja
[O resto da letra de Sérgio Godinho]
TUDO ISTO PORQUE...
Tiago Monteiro num Jordan-Toyota.[">Imagem]
Tudo isto porque este fim de semana voltamos a ter um Português[Link] que muito invejo. Novamente um Português a conduzir um Formula 1. Desejo-lhe a maior sorte, e espero que que seja mais bem sucedido que os anteriores. Nicha Cabral, Pedro Matos Chaves, e o Pedro Lamy.
Eu sei que é um burguês capitalista, mas soube explicar tão bem, ao Carlos Vaz Marques [CVM, entrevista individualidades, de 2ª a 6ª na TSF, das 19 às 20, a não perder], que chegou a este ponto não só pelo seu talento, mas pelo facto de estar rodeado por gente competente. E o rapaz é simpatiquíssímo, e isto vale mais do que qualquer ideologia.
Porquê este post? Porque sempre adorei F1, mesmo sendo um desporto "só" para "eleitos".
quarta-feira, março 02, 2005
RYANAIR ENGANA CLIENTES !?!?
«Trading Standards claim the cost of insurance and tax was not included in the initially advertised price on the company's Internet website. [...] The price you see should be the price you pay - pure and simple.» [Fonte-BBC]. Hhhuuummmmm?
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